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“Angustiamente triste”. Angústia pelo drama narrado, triste se de alguma forma se identifica com a história .
Echo valley é um filme de suspense que contou com a direção de Michael Pearce e roteiro de Brad Ingelsby e Michael Pruss. Na trama, acompanhamos Kate (Julianne Moore) , que vive sozinha e isolada em sua fazenda após a perda trágica de sua esposa. O silêncio da vida de Kate é rompido quando sua filha Claire ( Sydney Sweeney) aparece. Kate acaba se envolvendo em uma situação perigosa por conta de sua filha e queremos saber até onde isso vai parar. Podemos dizer que a construção inicial da personagem de Moore é muito boa: uma pessoa de meia idade que vive o luto de sua esposa, vive sozinha na fazenda e passa dificuldades financeiras. Além de nao ter contanto com sua filha há algum tempo. O fato é que sua filha Claire é muito problemática, por ser envolvida com drogas. Sendo a mãe a única que acolhe nos momentos difíceis, Claire procura usar isso pra jogar contra a mãe uma bomba que caiu no seu colo. É um fato óbvio que Claire está ali para usar a mãe, mas seguimos acompanhando o filme para saber como e quando isso vai se revelar. Devo dizer que a atuação de Sydney foi muito abaixo, temos finalmente uma personagens sua que nao esta associado ao sua sexualizacao e sim temos uma adolescente birrenta e com problemas com drogas. Nao achei legal a escalacao dela para o filme , pela idade da atriz e ate mesmo pela sua atuação capenga. Tanto que o filme melhora no segundo ato quando a mesma sai de cena. Convenhamos que o roteiro tem seus furos: como Kate nao quis olhar o rosto do defunto? Mas os furos serviram para dar base a reviravolta planejada por Kate no final. Embora que os furos permanecem lá sem as devidas razões e explicações. O maior problema do filme está na sua passagem do drama do luto/familiar de Kate para o suspense. Ficamos esperando o clímax do suspense que nao ocorre. Os furos, inconsistências e obviendade acabam com isso. Destaco a presença de Leslie (Fiona Shaw) uma amigona de Kate que ta ali pra tudo e de Jackie ( Domhnall Gleeson) o vilão da história. Interessante que o filme coloca tbm o olhar de mulheres fazendeiras que seguem a sua vida, mas que nao existe uma profundidade com relação a isso. No mais ,é um filme que tem seus problemas no roteiro e en algumas atuações, mas ainda se segue ali de bom grado .
O filme com reteiro mais merda que assisti na minha vida. com as maos nas costas e metade do cerebro eu criaria um roteiro menos merda. final foi uma bosta total.. o cara que esreveu essa merda devia ta emaconhado e viciado em crack, porque nao e possivel que um ser humano com um cerebro consegue produzir tamanha bosta encefalica. perdi 2 horas da minha vida assistindo essa merda.
Incrível a atuação de mãe e filha, principalmente da mãe, Julianne Moore.
spoiler:
O sacrifício que uma mãe faz pelo filho e o quanto um filho podeser manipulador. A mamãe tentando de tudo pra proteger e cuidar da filha, enqt a filha absoluta em drogas e pensando só em si. spoiler:
O sacrifício que uma mãe faz pelo filho e o quanto um filho podeser manipulador. A mamãe tentando de tudo pra proteger e cuidar da filha, enqt a filha absoluta em drogas e pensando só em si. spoiler:
Esse filme me tocou profundamente, não só pela maneira como constrói seus personagens, suas dores, esperanças e ambivalências, mas também pela ambientação e ritmo, que nos mergulham numa atmosfera de tensão contida e emoção visceral. As nuances do roteiro, os olhares que dizem mais do que as palavras, e a sutileza com que as relações se desdobram, demonstram um talento especial na direção e na narrativa.
Além disso, a cinematografia e a trilha sonora amplificam o sentido de lugar, tornando a experiência estética quase mística: há algo ali de transcendente, que ultrapassa o simples contar de uma história, convidando o espectador a uma reflexão sobre identidade, perda, reconciliação. E, além disso, Julianne Moore é sempre inquestionável.
Em suma: Echo Valley é um filme que enriquece o espírito, que nos sacode e nos conforta ao mesmo tempo.
Além disso, a cinematografia e a trilha sonora amplificam o sentido de lugar, tornando a experiência estética quase mística: há algo ali de transcendente, que ultrapassa o simples contar de uma história, convidando o espectador a uma reflexão sobre identidade, perda, reconciliação. E, além disso, Julianne Moore é sempre inquestionável.
Em suma: Echo Valley é um filme que enriquece o espírito, que nos sacode e nos conforta ao mesmo tempo.
Até a metade do filme é praticamente insuportável: filha drogada e mãe cedendo às pressões da filha. A parte final é que de fato traz pontos interessantes. Bela surpresa. Atuação de Julianne Moore, sendo destaque.
O Limite de ser Mãe.
"Até onde uma mãe é capaz de ir por sua filha? Até onde uma filha pode transformar a vida de sua mãe em um inferno?
O filme explora essas duas questões com uma narrativa que choca, alivia, irrita e emociona. Julianne Moore entrega uma atuação brilhante, transmitindo profundidade e vulnerabilidade, enquanto Sydney Sweeney acompanha com igual intensidade.
A direção é um destaque, com momentos memoráveis como a cena em que o som da chuva é abafado, conectando o público à introspecção de Kate — um toque impecável. O equilíbrio entre suspense e drama mantém o espectador preso, e é difícil se cansar durante a exibição.
Aviso de spoiler: A reviravolta final é surpreendente e impactante, capaz de arrancar um leve salto da cadeira. No entanto, o enredo falha ao não oferecer uma superação clara para Kate. Sua jornada parece não resultar em aprendizado sobre como lidar com sua perda ou com a relação com a filha, deixando um desfecho que pode parecer abrupto ou até injusto para alguns. No geral, é uma história cativante, que desperta uma montanha-russa de emoções, boas e ruins.
As atuações excepcionais e a direção criativa se destacam, mas as falhas no enredo deixam uma sensação agridoce, como se faltasse um desfecho mais satisfatório ou um arco de aprendizado mais consistente."
"Até onde uma mãe é capaz de ir por sua filha? Até onde uma filha pode transformar a vida de sua mãe em um inferno?
O filme explora essas duas questões com uma narrativa que choca, alivia, irrita e emociona. Julianne Moore entrega uma atuação brilhante, transmitindo profundidade e vulnerabilidade, enquanto Sydney Sweeney acompanha com igual intensidade.
A direção é um destaque, com momentos memoráveis como a cena em que o som da chuva é abafado, conectando o público à introspecção de Kate — um toque impecável. O equilíbrio entre suspense e drama mantém o espectador preso, e é difícil se cansar durante a exibição.
Aviso de spoiler: A reviravolta final é surpreendente e impactante, capaz de arrancar um leve salto da cadeira. No entanto, o enredo falha ao não oferecer uma superação clara para Kate. Sua jornada parece não resultar em aprendizado sobre como lidar com sua perda ou com a relação com a filha, deixando um desfecho que pode parecer abrupto ou até injusto para alguns. No geral, é uma história cativante, que desperta uma montanha-russa de emoções, boas e ruins.
As atuações excepcionais e a direção criativa se destacam, mas as falhas no enredo deixam uma sensação agridoce, como se faltasse um desfecho mais satisfatório ou um arco de aprendizado mais consistente."
Echo Valley é um thriller psicológico lançado em junho de 2025, dirigido por Michael Pearce e escrito por Brad Ingelsby, com produção de Ridley Scott e Apple Studios . Estrelam Julianne Moore como Kate, uma mãe viúva que vive em uma fazenda de equinos na Pensilvânia, e Sydney Sweeney como Claire, sua filha adulta viciada em drogas, cujo retorno catalisa a trama.
O FILME EM SI É OTIMO DAFO A CONSTRUÇÃO DA HISTORIA E O ENREDO SOBRE COMO A PROTAGONISTA VAI SE SOBRESSAIR... MAAAS, O FINAL MESMO QUE FIQUE A CRITERIO DO INDIVIDUO, CASO ELA TENHA PERDOADO A FILHA EU ACHO MUITO NADA HAVER, PERDOAR ATE VAI, MAS MANTER DE NOVO PRÓXIMO?? SENDO QUE ELA TEM PROBLEMAS?? NAO DA, MAS O FILME É BOM
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