Desnecessário dizer que o filme é uma tremenda egotrip...Mas isso não o torna um lixo! HURRY UP TOMORROW, mesmo que não intencionalmente, escancara o ego sem controle e a infantilidade dos artistas, ou você acha que no meio é só o Weeknd que se acha o máximo? Pelo menos para nos arrancar gargalhadas por sua tremenda falta de noção e ridículo o filme serve!!!
O filme não é ruim. Ele é pessimo. Desnecessário, não consigo entender como deixaram essa porcaria ser lançada. Não é possível que nenhum diretor tenha visto isso.
Visualmente incrivel, roteiro fraco, mas um incrível filme para mim como fãVisualmente incrivel, roteiro fraco, mas um incrível filme para mim como fãVisualmente incrivel, roteiro fraco, mas um incrível filme para mim como fã
Na minha opinião, o filme merece um reconhecimento maior. Mesmo com a atuação de Abel (The Weeknd), que não foi das melhores, é possível perceber a mensagem que ele desejava transmitir aos fãs revelando o peso que carregava em sua trajetória como cantor. O filme foi feito especialmente para os fãs que realmente acompanham sua carreira.
Sinopse: Atormentado pela insônia, um músico é arrastado para uma odisseia aterrorizante com um estranho que começa a desvendar a própria essência de sua existência.
Crítica: "Hurry Up Tomorrow: Além dos Holofotes" apresenta uma visão ambiciosa e única da jornada pessoal de seu protagonista, mas, infelizmente, falha em entregar uma experiência coesa e impactante. A escolha de Abel Tesfaye como o protagonista levanta expectativas, especialmente considerando seu sucesso musical. Contudo, sua performance como uma versão ficcional de si mesmo se mostra limitada e por vezes incapaz de transmitir de forma convincente as complexidades emocionais de seu personagem. A falta de profundidade em sua atuação prejudica a conexão do público com a trama, resultando em uma percepção superficial de sua luta interna contra a insanidade.
O roteiro, coescrito por Trey Edward Shults e Abel Tesfaye, busca mesclar elementos de thriller psicológico com música, mas a execução deixa a desejar. Enquanto algumas sequências têm o potencial de serem envolventes, o enredo geral frequentemente se perde em digressões vazias e diálogos que não avançam a história. As tentativas de explorar temas como a fama, a pressão social e a busca por identidade acabam se tornando dispersas e, em certos momentos, confusas, dificultando a imersão do espectador nas questões propostas.
A direção de Trey Edward Shults é, sem dúvida, um dos pontos altos do filme, demonstrando uma clara visão estética e habilidades cinematográficas. No entanto, essa criatividade não se traduz na construção narrativa. Embora a cinematografia seja visualmente impactante, com várias imagens memoráveis, o enredo pouco consistente compromete o impacto emocional que essas imagens poderiam gerar. Momentos potencialmente cativantes são comprometidos pela falta de um arco narrativo sólido.
Os coadjuvantes, incluindo Jenna Ortega e Barry Keoghan, trazem performances que, embora interessantes, não conseguem salvar o filme da sua fraqueza central. A química entre os personagens é esporádica, e o desenvolvimento de suas motivações e interações se sente superficial. Enquanto tentam enriquecer a narrativa principal, a ausência de consistência no desenvolvimento dos caminhos desses personagens torna suas trajetórias insatisfatórias.
A trilha sonora, que é um aspecto esperado em um filme associado a The Weeknd, apresenta algumas faixas que podem ressoar com os fãs do artista. Porém, a utilização da música não é sempre feita de maneira eficaz na construção da narrativa. Algumas canções parecem estar ali apenas para complementar a estética, em vez de se integrar organicamente à história e aos sentimentos dos personagens. Essa desconexão entre música e enredo pode dissipar a experiência que o filme tenta criar.
Em suma, "Hurry Up Tomorrow: Além dos Holofotes" é uma tentativa ambiciosa de explorar as complexidades da vida de um artista, mas falha em traduzi-las de forma eficaz para a tela. Com atuações que não alcançam seu potencial e um roteiro que carece de foco, o filme não consegue cativar de forma duradoura. Apesar de algumas escolhas visuais e sonoras promissoras, a experiência geral é ofuscada pela falta de um desenvolvimento narrativo coeso, resultando em um produto que, embora visual e artisticamente interessante, deixa muito a desejar em termos de impacto emocional e realismo.
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