Meu Amigo Pinguim
Média
4,3
55 notas

17 Críticas do usuário

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9 críticas
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Adriano Côrtes Santos
Adriano Côrtes Santos

1.008 seguidores 1.229 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de janeiro de 2025
Meu Amigo Pinguim é uma história emocionante de amizade e superação, baseada em um fato real brasileiro. Dirigido por David Schurmann, o filme encanta com sua fotografia deslumbrante, capturada por Anthony Dod Mantle, que realça a beleza do litoral brasileiro e a jornada do pinguim Dindim. O elenco multicultural, com destaque para Jean Reno como o pescador João, é bem equilibrado e se conecta genuinamente com o público. A trilha sonora, impecável, complementa perfeitamente as emoções da história. Com uma mensagem tocante sobre amizade que transcende barreiras, o filme é uma celebração da lealdade entre seres humanos e animais.
Nelson J
Nelson J

51.030 seguidores 1.977 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de setembro de 2024
Uma história para aquecer os corações e nos inspirar para mais respeito a liberdade e menos vontade de "petizar" os animais, principalmente os selvagens.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 882 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 15 de dezembro de 2024
Meu amigo pinguim é o filme mais fofo do ano. A trama foi dirigida pelo brasileiro David Schurmann e é baseado em um história real. O pescado brasileiro João (Jean Reno) se isola do mundo após uma tragédia que lhe ocorreu e envolveu o seu filho há alguns anos atrás. João acaba encontrando o pinguim , na praia coberto de óleo e decide abrigar em sua casa junto com a sua esposa Maria (Adriana Barraza ). Apelidado de Dindin, o pinguim faz o percussor durante todo os anos de ida e volta para o pescador num trajeto solitária entre a costa Argentina e brasileira. O filme mostra o quanto João precisava de um despertar do luto (após perda do seu filho) e uma redenção emocional (isso é visto quando João decide fazer de suéter o gorro que erado seu filho para o pinguim). Destacamos também a interpretação comovente e perfeita de Reno e também de Barraza. O elenco também contou com atores brasileiros com papeis secundários. A fotografia do filme foi algo a ser chamado atenção, pois apesar de ser dito que João reside em Praia Grande (RJ), parte do filme foi gravado em Ubatuba (SP) e em Paraty (RJ).O filme é leve e emocionante e nos faz refletir sobre o quanto o poder da amizade pode curar tudo. Não apenas curar, mas também de transformar. Uma linda história.
Igor C.
Igor C.

17 seguidores 430 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 21 de abril de 2025
O filme conta uma maravilhosa história real que comove pela simplicidade e profundidade do vínculo entre um homem e um animal. A trajetória do pescador e do pinguim resgatado é tocante e entrega uma narrativa repleta de afeto, generosidade e conexão com a natureza. Apesar de um tropeço notável na produção que opta por misturar inglês com espanhol em vez de retratar com fidelidade o idioma original da história, o português o filme consegue emocionar com uma sensibilidade genuína. Uma bela homenagem ao amor incondicional, com momentos que certamente aquecem o coração.
Rafael Sales
Rafael Sales

1 seguidor 48 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 27 de janeiro de 2025
Que filme lindo desde a sua historia que é baseada em fatos reais até a fotografia e a trilha sonora, impossível não se emocionar. A ideia de colocar a visão do pinguim em algumas partes foi uma sacada de gênio, usaram na medida certa a tecnologia a maior parte o pinguim é "real" o que faz nó manter mais conectado com os personagens. Mesmo não sendo um filme "brasileiro" ele captou todos nossos costumes, desde a decoração da casa dos pescadores até a amizade de pessoas simples. Um longa-metragem que vale a pena ser assistido sem dúvida.
angelomals
angelomals

25 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 21 de novembro de 2024
leve e gostoso. uma boa surpresa. filme com alguns atores brasileiros. filme para ver com a família.
O bão do Marcelão
O bão do Marcelão

17 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 26 de setembro de 2024
Filme nacional à vista: apesar de essa frase se encaixar muito bem num convés de navio, a produção brasileira e americana “Meu Amigo Pinguim” surge nas telas de cinema. Para crianças e pais assistirem sem moderação ou sem filtros.
É bom adiantar que aquele que espera ver um filme no estado último da arte, melhor deixar o raciocínio crítico de lado. “Meu Amigo Pinguim” não tem esse perfil e nem pode ter isso.
Conforme escrito anteriormente, as palavras convés, navio e mar têm tudo a ver com o diretor da película David Schurmann. Vindo de uma família catarinense de aventureiros que navegou por todos os mares do planeta, ele possui intimidade com a câmera, já que gravou e registrou povos, culturas, natureza e o azul do céu e do oceano.
“Meu Amigo Pinguim” suscitou paixões nos bastidores, quando houve interesse por parte dos americanos em filmar a história de amizade entre um pescador e um pinguim. Feito isso, era necessário fazer toda a produção.
E justamente nesta parte que começa a diferença de “Meu Amigo Pinguim”: a produção é simples com basicamente duas locações que se entrecruzam no enredo. Uma no ensolarado Brasil e outra na Argentina. O ritmo do filme é intercalado, com bons e engraçados momentos em ambos os países.
A história é real, não se trata de roteiro de ficção. Se o leitor tiver dúvida, é só consultar o pescador João Pereira de Souza. Foi ele que encontrou Dindim (nome dado ao ilustre pinguim) cheio de óleo em suas penas na região de Ilha Grande.
Mais curioso do que um simples encontro é que Dindim se recusa a ir embora quando está recuperado. Decide ficar por mais tempo nas águas tropicais do Brasil. Até que um dia, vai embora para o Sul. Foi assim durante 8 anos, visitando o pescador João, o qual fica marcado pela perda do filho numa tempestade em alto mar. Solitário, ele encontra no animal, uma oportunidade de sentir amor, de interesse em viver. De ressurgir o sentimento. De voltar a sentir vida.
Essa comoção que permeia o relacionamento entre humanos e animais é que servirá de boa base para a película. Embora não seja com a mesma intensidade vivida no Brasil, o relacionamento com os biólogos argentinos tem seus bons momentos.
“Meu Amigo Pinguim” é um programa certeiro para crianças e para os seus pais. Aqueles que não têm filhos também podem se candidatar a uma poltrona perante a tela grande.
Dindim é mostrado com uma inteligência fora do comum para um animal. É como se tivesse nascido com um radar. Sua excentricidade (já que é um animal de áreas geladas) cativa não só pescadores como todos da localidade de Ilha Grande. Um ponto de identificação com qualquer pessoa do mundo.
Meio clichê que filmes que retratam animais e humanos não conquistem o público. Seria injusta qualquer crítica nesse sentido. O realce de que a história foi verdadeira atrai curiosos e os que acreditam no poder da amizade entre reinos (humano, animal e vegetal) diferentes. É algo que se complementa, que se entende e que acaba em entrega, visto que são seres vivos que se entrelaçam, que se unem.
Jean Reno não possui muitos diálogos. Preferiu investir no gestual, na expressão do corpo. Deve ter entendido que esse tipo de relação não é prolixa ou cheia de frases contundentes. Palavras são meras coadjuvantes em “Meu Amigo Pinguim”. Ele acertou bem nessa aposta.
Outros destaques do filme vão para a direção de fotografia, onde se captam belos quadros das ilhas e do sol, e também para a música composta, digna de sensibilidade – a mesma qualidade que permeia a comovente relação de João com o pinguim-de-magalhães.
No mais, a película gira em torno da simplicidade: tanto a das paisagens naturais e as habitações dos pescadores quanto a de qualidades tão procuradas hoje em dia como o valor da vida (mesmo que seja a de um animal), o estender a mão para ajuda, a compreensão, a humildade e a relação entre os seres vivos. Dindim não é humano, mas só por suas visitas e seu comportamento, ele dá exemplo. Só exemplo positivo. É a arte (de viver).
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