Meu Amigo Pinguim
Média
4,3
55 notas

17 Críticas do usuário

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O bão do Marcelão
O bão do Marcelão

19 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 26 de setembro de 2024
Filme nacional à vista: apesar de essa frase se encaixar muito bem num convés de navio, a produção brasileira e americana “Meu Amigo Pinguim” surge nas telas de cinema. Para crianças e pais assistirem sem moderação ou sem filtros.
É bom adiantar que aquele que espera ver um filme no estado último da arte, melhor deixar o raciocínio crítico de lado. “Meu Amigo Pinguim” não tem esse perfil e nem pode ter isso.
Conforme escrito anteriormente, as palavras convés, navio e mar têm tudo a ver com o diretor da película David Schurmann. Vindo de uma família catarinense de aventureiros que navegou por todos os mares do planeta, ele possui intimidade com a câmera, já que gravou e registrou povos, culturas, natureza e o azul do céu e do oceano.
“Meu Amigo Pinguim” suscitou paixões nos bastidores, quando houve interesse por parte dos americanos em filmar a história de amizade entre um pescador e um pinguim. Feito isso, era necessário fazer toda a produção.
E justamente nesta parte que começa a diferença de “Meu Amigo Pinguim”: a produção é simples com basicamente duas locações que se entrecruzam no enredo. Uma no ensolarado Brasil e outra na Argentina. O ritmo do filme é intercalado, com bons e engraçados momentos em ambos os países.
A história é real, não se trata de roteiro de ficção. Se o leitor tiver dúvida, é só consultar o pescador João Pereira de Souza. Foi ele que encontrou Dindim (nome dado ao ilustre pinguim) cheio de óleo em suas penas na região de Ilha Grande.
Mais curioso do que um simples encontro é que Dindim se recusa a ir embora quando está recuperado. Decide ficar por mais tempo nas águas tropicais do Brasil. Até que um dia, vai embora para o Sul. Foi assim durante 8 anos, visitando o pescador João, o qual fica marcado pela perda do filho numa tempestade em alto mar. Solitário, ele encontra no animal, uma oportunidade de sentir amor, de interesse em viver. De ressurgir o sentimento. De voltar a sentir vida.
Essa comoção que permeia o relacionamento entre humanos e animais é que servirá de boa base para a película. Embora não seja com a mesma intensidade vivida no Brasil, o relacionamento com os biólogos argentinos tem seus bons momentos.
“Meu Amigo Pinguim” é um programa certeiro para crianças e para os seus pais. Aqueles que não têm filhos também podem se candidatar a uma poltrona perante a tela grande.
Dindim é mostrado com uma inteligência fora do comum para um animal. É como se tivesse nascido com um radar. Sua excentricidade (já que é um animal de áreas geladas) cativa não só pescadores como todos da localidade de Ilha Grande. Um ponto de identificação com qualquer pessoa do mundo.
Meio clichê que filmes que retratam animais e humanos não conquistem o público. Seria injusta qualquer crítica nesse sentido. O realce de que a história foi verdadeira atrai curiosos e os que acreditam no poder da amizade entre reinos (humano, animal e vegetal) diferentes. É algo que se complementa, que se entende e que acaba em entrega, visto que são seres vivos que se entrelaçam, que se unem.
Jean Reno não possui muitos diálogos. Preferiu investir no gestual, na expressão do corpo. Deve ter entendido que esse tipo de relação não é prolixa ou cheia de frases contundentes. Palavras são meras coadjuvantes em “Meu Amigo Pinguim”. Ele acertou bem nessa aposta.
Outros destaques do filme vão para a direção de fotografia, onde se captam belos quadros das ilhas e do sol, e também para a música composta, digna de sensibilidade – a mesma qualidade que permeia a comovente relação de João com o pinguim-de-magalhães.
No mais, a película gira em torno da simplicidade: tanto a das paisagens naturais e as habitações dos pescadores quanto a de qualidades tão procuradas hoje em dia como o valor da vida (mesmo que seja a de um animal), o estender a mão para ajuda, a compreensão, a humildade e a relação entre os seres vivos. Dindim não é humano, mas só por suas visitas e seu comportamento, ele dá exemplo. Só exemplo positivo. É a arte (de viver).
Ricardo Matiello
Ricardo Matiello

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de setembro de 2024
Não espere um roteiro altamente elaborado, pois o foco é na história, que sim é fascinante. E é justamente isso que torna este filme uma obra prima. Se vc quer uma produção holywwodiana, vai se decepcionar. Agora se vc cultiva as Amizades, o Amor, a Simplicidade, este filme fará você chorar. Um filme para os bons e puros de coração.
Claudio L.
Claudio L.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de outubro de 2024
Um espetáculo de filme, mais ainda por ser o mesmo baseado em fatos reais. Frequentei a ilha grande por toda vida e não sabia desta história .Que primor, que obra prima!
Girlan Sousa
Girlan Sousa

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 2 de novembro de 2024
Emocionante do inicio ao fim, para quem gosta de animais como eu, os biologos poderiam ter instalado um gps no pinguim para acompanhalo ate final de sua vida!!
Natasha Valenti
Natasha Valenti

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de setembro de 2024
Eu amei, me emocionei! Essa história merecia um filme é essa produção honrou essa incrível e emocionante amizade. Vale levar toda a família! E leve o lencinho!
Carolina Nunes De Oliveira
Carolina Nunes De Oliveira

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 1 de novembro de 2024
Amei, amor entre homens e animais são verdadeiras riquezas da vida ❤
Impossível ser ruim com uma história dessa.
Franciele
Franciele

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 1 de dezembro de 2024
Um filme muito bom,mostra a natureza seus encantos.
O valor da amizade é o reconhecimento pelo homem ser gentil com a os animais.
Um filme para Família toda assistir.
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