Confinado
Média
3,3
75 notas

17 Críticas do usuário

5
2 críticas
4
2 críticas
3
9 críticas
2
1 crítica
1
2 críticas
0
1 crítica
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Carlos Taiti Yaguinuma
Carlos Taiti Yaguinuma

64 seguidores 554 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 23 de julho de 2025
Filme: Confinado Locked Assistido: 12-7-25
Elenco: @billskarsgard_ @anthonyhopkins @seauxfia
Modelo: #suspense #drama
Duração: 1h 35m Ano: 2025
Minha opinião: Uma boa atuação de Bill Skarsgard que interpreta Eddie. Eddie é uma cara todo lascado, sem emprego, com o carro quebrado e na oficina, e devendo para uns caras estranhos que não para de cobrar ele, e ele precisa fazer o corre. E tem uma filha, que sempre promete algo para ela, e como sempre não consegue cumprir. E a mãe da menina que sempre, esta cobrando dele, dinheiro, atenção com a menina, e muitas promessas e nada de cumprir. E neste momento de desespero e pedindo para todos dinheiro emprestado e ninguém emprestando. E fazendo a raspadinha para ver se ganha. E no desespero encontra um lindo carro e resolve roubar. E então a sorte sorri… E quando ele percebe que esta trancado dentro do carro, ai começa seu calvário. Quando lhe bate o desespero, através do som começa a conversar com ele. Eddie começa arrogante, mas com o tempo, vai ficando mais e mais manço. Mas quando a rebeldia volta, é torturado com musica ininterrupta. Até a falta de água faz com que beba sua própria urina. E tentando de toda forma sair, tenta de toda forma, mas aí ele é penalizado com choque. Até o momento que aparece seu algoz, William (Hopkins), um médico que esta com sua morte próxima. E com isso ele vendo que a justiça, não faz o seu papel, deixando infratores sempre soltos e sem haver uma condenação. Então ele resolveu fazer com suas próprias mãos. E temos vários diálogos, sobre oque é certo, oque é errado. Coloca também o em embate social e várias questões. Até que chegamos ao final, onde William reserva um final para os 2. Mas Eddie tem uma promessa a cumprir com sua filha. E nunca ele deu importância a ela, como o momento que ele vê a morte ao seu lado. E assim consegue fugir e voltar aos braços de sua filha. E com certeza com uma nova atitude a respeito da vida.
Vale apena assistir? Sim. Um filme bastante reflexivo.
Nota: 7,5
spoiler:
NerdCall
NerdCall

58 seguidores 446 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 10 de junho de 2025
Confinado é o tipo de filme que chama atenção mais por sua combinação inusitada de talentos do que por uma premissa verdadeiramente inovadora. De um lado, temos Anthony Hopkins, lenda viva do cinema, agora em sua fase final de carreira, e que vem se dedicando a papéis menores, mais voltados para participações simbólicas do que protagonismos marcantes. Do outro, Bill Skarsgård, um ator conhecido por sua presença física e atuações intensas, mas que nos últimos anos tem oscilado entre escolhas questionáveis e interpretações genéricas. A junção desses dois nomes pode, à primeira vista, parecer desequilibrada — e, de certo modo, é — mas dentro da proposta modesta e direta do longa, dirigida por David Yarovesky (Brightburn), e com produção de ninguém menos que Sam Raimi, Confinado consegue encontrar um centro de gravidade satisfatório.

Boa parte da narrativa se desenrola dentro de uma SUV de luxo, projetada como uma espécie de prisão tecnológica. Um espaço restrito, que impõe desafios imediatos de direção e mise-en-scène. Mas é aí que o filme surpreende positivamente: apesar do ambiente fechado, o diretor sabe como utilizar a limitação espacial a favor da tensão e da narrativa. A claustrofobia funciona como motor emocional, e é sustentada quase inteiramente por Skarsgård, que assume o protagonismo absoluto. Hopkins aparece pouco, mas sua presença é sentida através da voz — fria, calculista e inquietante — em longos diálogos que conduzem a tensão psicológica.

A trama gira em torno de Eddie Barrish (Skarsgård), que se vê preso dentro da SUV e mantido refém por William (Hopkins), uma figura misteriosa que manipula remotamente o veículo e todos os seus sistemas — desde a temperatura interna até o volume do som. A tensão cresce conforme Eddie precisa lidar com a privação de liberdade, fome, sede e uma série de obstáculos criados por seu algoz invisível. O espectador é convidado a acompanhar essa escalada de desespero em tempo real, num jogo que lembra as melhores partes de thrillers de confinamento, como Enterrado Vivo ou 127 Horas, mas com um toque mais high-tech.

O que sustenta a narrativa, no entanto, não é o roteiro em si, mas a dinâmica de desconforto crescente e a curiosidade do espectador em saber como — e se — Eddie vai sair dessa. O texto tenta, em alguns momentos, subir de nível e abordar temas mais profundos como justiça, impunidade e desigualdade social. Cita até pensadores como Dostoiévski e Marx em diálogos pretensamente filosóficos, mas nada disso ganha densidade ou desenvolvimento real. As discussões morais são apenas sugeridas, sem que os personagens ou a própria estrutura da história se comprometam em aprofundá-las. São acenos vazios a um discurso que o filme claramente não está interessado em sustentar.

Essa superficialidade temática também compromete qualquer tentativa de criar uma conexão emocional com o público. O roteiro falha em desenvolver relações significativas, e mesmo o passado dos personagens é tratado de forma rasa. Tudo gira em torno da tensão prática e imediata da situação, deixando de lado qualquer aprofundamento psicológico que poderia tornar o drama mais envolvente. O que resta, então, é o espetáculo da sobrevivência: ver como Eddie se adapta, resiste e tenta manter a sanidade enquanto está encurralado.

Bill Skarsgård entrega uma atuação sólida, especialmente nos momentos de desgaste físico e emocional. Seu trabalho corporal é preciso, sua angústia é palpável, e ele domina bem a tela mesmo quando não há muito o que dizer. No entanto, sua performance também sofre de um problema recorrente: a sensação de que estamos vendo mais uma variação do “Bill Skarsgård padrão”. Sem a maquiagem que o transformou em Pennywise ou em criaturas de aparência singular como em Nosferatu, sobra um ator competente, mas pouco versátil nos papéis mais “humanos”. Falta surpresa, falta nuance.

Já Anthony Hopkins, mesmo com uma participação limitada a voz e uma breve aparição visual no final, mostra o peso que só sua presença pode trazer. Ele imprime um tom ameaçador com pouquíssimos recursos, usando a cadência vocal como principal arma de intimidação. Não é uma atuação que se destaca por tempo de tela, mas pelo impacto que gera — e, nesse contexto, sua escolha para o papel faz sentido, mesmo que pareça subaproveitada.

Em termos visuais, o filme é eficiente. A fotografia aposta em cores frias, iluminação controlada e ângulos fechados que ampliam a sensação de sufocamento. A montagem é ágil o suficiente para não tornar a experiência monótona, mesmo com a limitação espacial. A trilha sonora contribui mais como elemento de atmosfera do que como destaque próprio, funcionando bem dentro da proposta minimalista.

No fim, Confinado entrega aquilo a que se propõe: um thriller tenso, claustrofóbico e visualmente eficiente. Diverte, prende a atenção e funciona como entretenimento de gênero, desde que o espectador não espere profundidade emocional ou questionamentos sociais reais. Quando tenta ser mais do que é, o filme tropeça em sua própria ambição rasa. Mas quando aceita seu lugar como um suspense de sobrevivência com bom ritmo e uma ambientação incômoda, acerta em cheio — ainda que sem deixar grandes marcas.
Nelson J
Nelson J

51.015 seguidores 1.972 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 29 de maio de 2025
Filme claustrfóbico e tortutante sobre criminoso que fica preso dentro de carro que tentava roubar, Discussão rasa sobre moral e justiça, mas diverte.
Daniel Novaes
Daniel Novaes

7.773 seguidores 873 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 8 de junho de 2025
Nem sei se existe tanta tecnologia para fazer tudo que o carro fez... também acho que foram muitos dias de desidratação para aguentar tudo que aguentou. Gostei mais do "A Jaula" brasileiro.
Thiago Petherson
Thiago Petherson

166 seguidores 253 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 6 de julho de 2025
Ruim. Sem cabimento. Inverossímil. O Bill Skarsgård até se esforça, mas não rola.
Nem vale uma crítica. Filme totalmente dispensável.

PS: Qualquer semelhança com o longa brasileiro "A Jaula" não deve ser mera coincidência.
Antowan
Antowan

17 seguidores 184 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 5 de maio de 2025
Filme .-tenso, eletrizante, te prende do começo ao fim.
Atuações excepcionais e roteiro inovador e apesar de uma temática já conhecida, surpreendeu
Assistiam!!!!!
#BRUNO #
#BRUNO #

6 seguidores 297 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 20 de agosto de 2025
Confinado é um thriller eficiente em criar tensão e desconforto, principalmente para quem gosta de histórias claustrofóbicas e jogos psicológicos. No entanto, perde força no meio da narrativa e não aprofunda os temas sociais que poderia explorar. Vale pela atuação de Skarsgård e pela aura ameaçadora de Hopkins, mas não chega a ser memorável.
Gabriela Santos
Gabriela Santos

23 seguidores 416 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 8 de setembro de 2025
Estava ansiosa para ver... Bill Skarsgård e Anthony Hopkins, definitivamente, têm minha atenção. A premissa é bem interessante, o que impressiona, mas confesso que terminei o filme com a sensação de que algo faltou...
Igor C.
Igor C.

16 seguidores 403 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 15 de setembro de 2025
Um remake americano do cinema brasileiro que até conseguiu dar mais vida à trama, mas infelizmente manteve o mesmo problema da obra original: a sequência final, que continua ruim e sem impacto.
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 8 de agosto de 2025
Quando vemos um pai que errou em sua vida inteira rouba e quando um dos roubos deu errado vemos que sempre no fundo ele ama sua filha…
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa