Eu esperava muito desse filme, com todo o marketing que teve para cima dele, eu realmente esperei um terror bem atacado! Porém o filme é raso, não causa medo, mas tem uma certa tensão e isso não dá para negar, mas cadê o terror de verdade? Sinto que falta algo no roteiro! Ficou vago e vazio, queria muito sentir a adrenalina de sentir medo no filme... e faltou jumpscare!
Apresentador de um talk-show que, embora conseguindo angariar certa audiência, nunca consegue competir com o de Johnny Carson, Jack Delroy (Dastmalchian) abandona sua função após a morte de sua esposa por câncer. Retorna, porém, um mês após o afastamento, com um programa associado ao Halloween de 1977. Os convidados são o médium Christou (Bazzi), o cético Carmichael Haig (Bliss), a exorcista June (Gordon) com uma garota de intensa paranormalidade, Lilly (Torelli), única sobrevivente da seita satânica de D’Abo (Mouzakis). E o que parecia ser produto do charlatanismo na apresentação de Christou se revela de comoção coletiva, após duas mulheres, mãe e filha, sentirem-se chocadas com o que ele sabia a respeito do filho/irmão suicida.
Como metáfora funciona muito bem. Como surto psicótico, mais ainda. Perfeição na reconstituição de época, atores afiados e afinados. Tem um ritmo que vai crescendo para terminar em algo já familiar. Porém, deixa muitas questões suspensas que podemos filosofar à vontade.
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