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Nícolas Fernandes Carvalho
1 crítica
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4,5
Enviada em 7 de setembro de 2024
O filme possui um ritmo lento e conta com efeitos especiais que refletem o baixo orçamento, no entanto nada que chegue a incomodar; o CGI cumprem bem o seu papel dentro da narrativa, e o uso de efeitos práticos foram muito bem encaixados. Os pontos fortes do filme são a ambientação e a interação dos personagens com o ambiente e com a ameaça da trama. As poucas piadas do filme, conseguem tirar alguns sorrisos sem quebrar o clima sombrio construído. O horror também é sustentado pela ambientação, construída de maneira excelente pelo diretor, assim como as cenas e fatos impactantes que são sendo implementados ao longo da narrativa, sem o uso excessivo de gore.
O filme pode possuir um ritmo e direção que podem parecer estranhos à maioria do público, em especial para aqueles que esperam um filme parecido com a versão de Guilherme Del Toro, mas sem dúvidas é uma adaptação excelente e única, que dá um gostinho de quero mais para aqueles que se propõem a comprar a ideia do filme e aproveitar a experiência.
O filme conta uma história fechada e episódica, com começo meio e fim.
Como espectador: eu amei o filme, e foi uma experiência diferente, como nunca tive antes. Pode não agradar a todos, mas espero que um dia haja uma sequência nestes moldes, e contando uma outra história; gostaria de assistir mais filmes parecidos com este.
Este não é um filme de origem do Hellboy, o que pode surpreender alguns espectadores, pois aborda muito pouco sobre seu surgimento. No entanto, isso não me incomodou. A proposta de ser um filme com uma história autossuficiente me agradou bastante. A adaptação do quadrinho que serviu de base foi feita de maneira competente, demonstrando que, mesmo com um orçamento reduzido, é possível traduzir uma obra para as telas de forma eficaz.
Achei esse filme muito bom, claro que podia ter mais ação, mais o filme ficou bom, achei muito interessante de fato o [spoiler] e tudo mais e também foi muito interessante a parte [spoiler] mais a [spoiler] podia lidar com isso
O filme foi feito para fãs dos quadrinhos de Hellboy. O criador dele, Mike Mignola, e Christopher Golden, que já escreveu algumas histórias do "mignolaverse", se juntaram para fazer o roteiro. Se você espera um filme como os anteriores, esqueça. É um filme de horror com algumas piadas, mas sem quebrar o clima tenso. Gostei e espero que continuem assim.
Esse filme se assemelha a um conto, uma daquelas histórias secundárias, que nem por isso deixam de ser boas. Na verdade, até pela desprerensão de ser uma película grandiosa onde o destino do mundo está em jogo. E, talvez, por isso seja o filme de Hellboy que mais resgatou, até o momento, a essência do personagem (que me perdoe o Guilhermo Del Toro). Hellboy, mais do que um personagem de ação é um ser que consegue combinar sarcasmo e até uma certa singeleza ao horror sobrenatural. Notamos que o orçamento do filme é limitado, mas as soluções apresentadas pela direção, mais do que compensam a falta de dinheiro. A atuações são competentes e o uso de um sotaque caipira pelos coadjuvantes tira a história daquela mesmice que vemos frequentemente. Vale muito a pena ser visto.
Hellboy e o Homem Torto marca uma guinada interessante na trajetória do personagem nos cinemas, apostando numa estética mais intimista, sombria e fiel ao material original de Mike Mignola. Dirigido por Brian Taylor, o longa abraça o horror folclórico com ambientação nos Apalaches dos anos 1950, criando um clima tenso e perturbador que se destaca das adaptações anteriores.
Jack Kesy assume o papel de Hellboy com uma interpretação contida, mais próxima do Hellboy das HQs: uma criatura melancólica, mas carismática, sempre às voltas com forças que desafiam tanto o mundo quanto sua própria natureza. Ao seu lado, Adeline Rudolph entrega uma atuação sólida como a agente Bobbie Jo, servindo como contraponto humano em uma história recheada de simbolismo e terror sobrenatural.
O maior mérito do filme está justamente em sua atmosfera: cenários decadentes, luz natural filtrada e uma trilha sonora sutil ajudam a construir uma sensação constante de inquietação. O Homem Torto, antagonista da história, é visualmente marcante e verdadeiramente ameaçador, evocando lendas populares e horrores arquetípicos.
Ainda que o orçamento modesto limite um pouco os efeitos visuais e a escala das cenas de ação, o filme compensa com direção de arte criativa e uma narrativa mais contida e focada, algo que pode agradar especialmente aos fãs mais fiéis das HQs.spoiler:
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