Bem mediano. Não dá para considerar terror, no máximo um suspense. Um pequeno mistério no meio da floresta sem muita emoção. O último ato, não surpreende, mas pelo menos é justificável e acredito que dessa forma evite uma continuação.
Não promete, mas entrega. O filme começa despretensioso, e vai te levando a um suspense completamente envolvente, que beira ao terror e até faz lembrar alguns grandes sucessos do cinema, mas parando por aí. Logo vem o plot twist da história. O mais interessante é que o roteiro poderia ter se perdido em várias partes, mas se mantém coerente e resoluto. É muito bom.
Rapaz, gostaria muito de ter dado uma nota ainda maior, mas a explicação final.... Putz! Teria sido melhor ter deixado algumas coisas em aberto, pois não convenceu muito. Filme com uma história original, tem uma trama cheia de tensão e mistério que envolve e empolga no primeiro ato, mas a explicação do último ato... Teria sido melhor ter ficado sem ela.
Atmosfera envolvente e boa atuação de Fanning, mas previsível Os Observadores é um thriller que, embora não traga grandes inovações, se destaca pela atuação de Dakota Fanning como Mina, uma mulher envolta em mistério e luto. Dirigido por Ishana Shyamalan, o filme apresenta uma atmosfera tensa e envolvente, com boas dinâmicas entre os personagens. Apesar de algumas reviravoltas previsíveis e de uma premissa que remete a outros filmes do gênero, a direção consegue criar um clima intrigante. A principal força da obra está na performance de Fanning, que mantém o espectador interessado, elevando a experiência do filme.
Fui assistir empolgado por causa de Ishana Shyamalan, mas me decepcionei. Achei o roteiro bem fraco e nada inovador. É o típico filme em que os personagens tomam atitudes idiotas, spoiler: como estar em uma estrada e, de repente, parar em uma floresta, onde o carro dá o defeito clichê . Dakota, como sempre, está inexpressiva, não conseguindo criar qualquer apego do público pela sua personagem. Na verdade o elenco como um todo é fraco. O Filme nos passa nenhum sentimento. Não temos sensação de medo, sustos, angústia, momentos de reflexão, os monstros não amedrontam (são bem mal feitos por sinal)... Assisti por causa da família Shyamalan, mas parece que a filha ainda tem uma longa estrada para alcançar o patamar do pai. Espero que seus filmes futuros melhorem em qualidade. Este me deixou entediado em diversos momentos. Achei um terror bem dispensável.
O lançamento do filme de estreia de Ishana Shyamalan despertou curiosidade, dada a influência de seu renomado sobrenome e a possibilidade de seguir os passos de seu pai, especialmente ao se inspirar em suas obras iniciais. A direção da estreante foi marcada por uma habilidade em criar uma atmosfera claustrofóbica, utilizando planos fechados e, por vezes, intimistas, que conferem ao espectador a sensação de ser o observador. Contudo, a excelência da estreia na direção não se refletiu no roteiro, o qual também foi concebido por ela.
O filme apresenta um ritmo agradável, desenvolvendo uma aura misteriosa que envolve o espectador em um suspense crescente e envolvente até o desfecho. No entanto, ao optar por seguir os passos de seu pai e introduzir um plot twist, Ishana acabou por criar mais uma desconexão com o enredo estabelecido do que proporcionar uma reviravolta efetiva.
A cineasta raramente explora a fundo o terror subjacente à sensação de ser observado por entidades misteriosas. Embora inicialmente tenha deixado esse terror à imaginação do público, a revelação e a exposição dessas criaturas minaram a atmosfera de mistério, levando-nos a uma zona de conforto que enfraqueceu o elemento do terror de forma significativa.
Os Observadores de Ishana Shyamalan é um bom. Sua história de Uma artista de 28 anos fica presa em uma floresta extensa e intocada no oeste da Irlanda. Procurando abrigo, ela fica presa ao lado de três estranhos que são perseguidos por criaturas misteriosas todas as noites. Sua produção e elenco com Dakota Fanning (Mina), Georgina Campbell (Ciara), Olwen Fouéré (Madeline) e Oliver Finnegan (Daniel) é algo ótimo.
O filme não apresenta uma história particularmente interessante, tampouco entrega um desfecho satisfatório. Ainda assim, a narrativa consegue sustentar certa apreensão e despertar curiosidade ao longo do desenvolvimento, elementos que acabam compensando, em parte, a fragilidade da trama. É justamente essa tensão contínua, aliada ao desejo de entender onde tudo vai chegar, que mantém o espectador engajado, mesmo diante de um roteiro limitado.
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