Média
3,5
464 notas
5
19 críticas
4
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3
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Confesso que levei alguns sustos sim, mas esperava ser melhor. No meio do filme começaram a focar em outras histórias, me perguntei: " ué, e as crianças, e o terror" ?
Enfim, não é lá essas coisas. O Alex colocou um pertence da tia no galho com espinhos, se cortou, quebrou o galho e as crianças correram atrás da velha até comê-la viva, mais perai, o menino tinha pacto com o coisa ruim, para isso ter dado certo? Oxi, tendi foi nada, quem era do capiroto era a tia, e não ele. Enfim...
Enfim, não é lá essas coisas. O Alex colocou um pertence da tia no galho com espinhos, se cortou, quebrou o galho e as crianças correram atrás da velha até comê-la viva, mais perai, o menino tinha pacto com o coisa ruim, para isso ter dado certo? Oxi, tendi foi nada, quem era do capiroto era a tia, e não ele. Enfim...
O filme é muito bom em questão de ambientação, efeitos especiais e produção, porém a história é bem fraca deixando a desejar, basicamentem terror de domingo a tarde.
Sinopse:
Todas as crianças da mesma sala de aula, exceto uma, desaparecem misteriosamente na mesma noite e exatamente no mesmo horário. A comunidade fica se perguntando quem ou o que está por trás do desaparecimento.
Crítica:
"Hora do Mal" apresenta uma abordagem intrigante ao gênero de mistério e terror, com uma narrativa fragmentada que capta diferentes perspectivas sobre o desaparecimento de crianças. Essa estrutura não linear, que lembra obras como "Magnólia" e "Pulp Fiction", se destaca como um ponto forte do filme, proporcionando uma experiência envolvente e reflexiva.
As atuações, especialmente de Julia Garner como a professora Justine Gandy e Josh Brolin como um pai profundamente afetado, são positivas, trazendo emoção e profundidade aos personagens. A performance de Garner, em particular, carrega a tensão necessária para sustentar a narrativa.
No entanto, a escolha de evitar sustos tradicionais em favor de uma tensão psicológica mais sutil pode não atender às expectativas de todos. Pois o filme se concentra em criar um ambiente inquietante ao invés de chocar com sustos repentinamente.
O final, que provoca opiniões divididas, adiciona uma camada de complexidade, mas deixa algumas questões em aberto, o que pode frustrar parte do público, ou deixar um gancho para uma continuação. Esse desfecho ambíguo, que em certas situações gerou risos inesperados, reflete uma tentativa de provocar reflexão, embora possa também ser visto como uma falta de resolução.
Em suma, "Hora do Mal" consegue proporcionar uma experiência intensa e única dentro do gênero, mas pode não ressoar com todos, dependendo das expectativas em relação ao que um filme de terror deve oferecer.
Todas as crianças da mesma sala de aula, exceto uma, desaparecem misteriosamente na mesma noite e exatamente no mesmo horário. A comunidade fica se perguntando quem ou o que está por trás do desaparecimento.
Crítica:
"Hora do Mal" apresenta uma abordagem intrigante ao gênero de mistério e terror, com uma narrativa fragmentada que capta diferentes perspectivas sobre o desaparecimento de crianças. Essa estrutura não linear, que lembra obras como "Magnólia" e "Pulp Fiction", se destaca como um ponto forte do filme, proporcionando uma experiência envolvente e reflexiva.
As atuações, especialmente de Julia Garner como a professora Justine Gandy e Josh Brolin como um pai profundamente afetado, são positivas, trazendo emoção e profundidade aos personagens. A performance de Garner, em particular, carrega a tensão necessária para sustentar a narrativa.
No entanto, a escolha de evitar sustos tradicionais em favor de uma tensão psicológica mais sutil pode não atender às expectativas de todos. Pois o filme se concentra em criar um ambiente inquietante ao invés de chocar com sustos repentinamente.
O final, que provoca opiniões divididas, adiciona uma camada de complexidade, mas deixa algumas questões em aberto, o que pode frustrar parte do público, ou deixar um gancho para uma continuação. Esse desfecho ambíguo, que em certas situações gerou risos inesperados, reflete uma tentativa de provocar reflexão, embora possa também ser visto como uma falta de resolução.
Em suma, "Hora do Mal" consegue proporcionar uma experiência intensa e única dentro do gênero, mas pode não ressoar com todos, dependendo das expectativas em relação ao que um filme de terror deve oferecer.
Faltou algumas explicações, final parece que apressado e não condizente com o que esperava mas em geral nota 3,5
É legal, surpreende, mas é muito trash. Algumas cenas me fizeram ficar assim :o mas outras, mesmo que sérias, me fizeram rir um monte.
Muito bom, o filme foge do clichê e o roteiro é puro terror psicológico. Raramente filmes de terror são indicados e muito menos vencedores em alguma categoria, mas esse filme prova o contrário dando troféu para Amy Madigan de melhor atriz coadjuvante, o filme também foi indicado a melhor roteiro original, então esse filme é um marco para o gênero de horror que costuma ter menos espaço nas principais premiações
Maravilhoso!
Em tempos de superman e vingadores, finalmente um filme minimamente criativo!
Um roteiro que te prende do início ao fim.
Um alívio em 2025!
Em tempos de superman e vingadores, finalmente um filme minimamente criativo!
Um roteiro que te prende do início ao fim.
Um alívio em 2025!
História e roteiro interessante. Mantém o suspense até o fim. Mas o final é bem inesperado. Tipo deixa margem para continuação.
Filme bem mais ou menos. O final foi muito rápido, gastar tanto tem nos personagens que esqueceram da história.
Filme horrível sem nexo eu fico pensando como pode ter pessoas que gostaram dessa merda de filme se não quiser perder 2 hrs da sua vida não assistam esse lixo
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