Primeiramente quero dizer que sou espírita e já li todos os livros da série André Luis. Digo isso porque considero que o filme, do ponto de vista cinematográfico, é muito fraco, diante dos recursos alocados na produção. Efeitos especiais são quase riziveis e os atores coadjuvantes parecem um poste. A história é confusa e as idas e vindas ao passado colaboraram muito para isso. Algo positivo é a atuação de Fábio Lago. Enfim perdeu se uma oportunidade de levar a mensagem do espiritismo não só para aqueles já convertidos.
Um filme que não responde a pergunta que não quer calar: para que servem os espíritos? Não estou perguntando como se evoluem, mas para que servem? Qual sua utilidade? Tenho certeza de que terei explicações iguais as que recebo de ufólogos por questionar os ETs que se dão o trabalho de virem de tão longe e não se mostrarem. Espíritas e ufólogos compartilham a mesma resposta: não estamos suficiente evoluídos para saber então tudo vira mistérios insondáveis revelados para poucos que por sua vez se transformam em Joões de Deus e Thomazes Green Morton.
Os criadores de Nosso Lar 2 mostram como pegar uma boa história e transformá-la numa novela das 6 chata. Aqui, nada parece real, provável, e sim a representação de uma intenção que não conseguimos ver na tela. Como a história em si é boa (e arriscaria dizer, muito boa) a receita que veio pra mesa pode ser comparada a misturar caviar Molossol na farofa. A diferença entre o O-QUE (conteúdo) e o COMO (tratamento) é assustadora. Um filme para lastimar.
Mesmo lendo várias críticas não positivas sobre o filme, resolvi tirar minhas próprias conclusões. O filme não chega a ser ruim, é apenas razoável, ficando bem distante do impacto nosso lar 1. As atuações em sua maioria são ou inexpressivas ou forçadas demais, apenas destacando o bom trabalho do Edson celulari, Vanessa gerbelli e Felipe de carolis. A parte de efeitos visuais ( pasme ) consegue ser inferior à do primeiro filme, de 14 anos atrás...há muito exagero nas cores e gráficos, algumas pontas ficam soltas na história mas nada que prejudique a compreensão geral do longa. Talvez uma história mais enxuta, com melhores efeitos visuais e menos pieguice, soasse mais verossímil.
Achei confuso melhor nosso lar 1reencarnação dos mesmos personagens não convence os artistas são esforçadas mas confunde em relação a doutrina espírita
Assisti e infelizmente deixou a desejar. Esperava um filme impactante com temas atuais ao qual estamos vivenciando. A mensagem estaria dentro das situações e dificuldades do momento e não numa outra época, que não faz parte da nossa realidade. Hoje existe muito mais complexidade na convivência humana e seria de muita utilidade um choque de realidade das consequências das atitudes de cada um.
Nosso lar 2: os mensageiros segue o segundo livro da coletânea de Chico Xavier. O filme seguiu com a direção de e roteiro de Wagner de Assis. Agora André Luiz (Renato Prieto) segue na colônia espirita Nosso lar, porém agora decide entrar pra um grupo chamado de mensageiros, liderado por Ancieto (Edson Celulari). Eles vão para a Terra para acompanhar uma missão que acabou fracassando. A missão tinha um propósito de ligar o mundo espiritual e a Terra. Passando então acompanhar 3 pessoas. Porém a missão sofre alguns problemas causados principalmente pelo espirito de Otávio (Felipe Carolis), um dos 3. Após 14 anos, o longa tem sua sequência, dessa vez o nosso protagonista fica mais na função de narrador e com poucos minutos de tela. André Luiz acaba sendo muito mal aproveitado. Como um aprendiz na nova função poderia se utilizar da perspicaz e curiosidade do personagem que o fez no primeiro filme. No lugar dele, Vicente (Fábio Lago) acaba ganhando mais destaque. O filme novamente se perde em colocar sempre os personagens como ministros, governador e o próprio Ancieto em tom professoral. Outro ponto negativo é a direção de arte que deixou a desejar quando comparado com o primeiro filme. Aqui temos muito efeito gráfico desnecessário e mal feito. Poderiam ter caprichado melhor nisso, pois boa parte do filme se passa na Terra e não em Nosso lar. O filme poderia ter apostado mais nos diálogos de Otávio com os demais personagens. O filme se perde claramente em uma falta clara de protagonismo e pelo excesso de lições didáticas.
Se não fosse pela personagem de Felipe de Carolis, o filme seria péssimo (duas estrelas tá bom até demais).
90% do enredo não se desenvolve e termina sem se desenvolver mesmo.
A participação de André Luíz, suposto "repórter do mundo espiritual" se resume a duas palavras: "Quem, eu?!"
O debate sobre a relevância de dois atores precisa terminar por aqui e continuar na próxima vida
Uma ou outra cena sem sentido. Puseram lá só pro filme ter mais tempo. Poderiam usar esses minutinhos pra resolver os conflitos das personagens e justificar a mudança transformadora delas
Não leu o livro? Problema seu. Boa sorte pra entender uma porrada de coisa
Enfim, tem mais. Valeu a pena pelo Carolis e pra dizer que assisti. Mas bom BOOOM o filme não é não.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade