até que é legal pra distrair mais nada além disso, porque não tem nada de diferente dos demais filmes do mesmo gênero, tirando o fato da mulher não poder ( não posso contar o que ela não pode fazer) mais enfim, o decorrer do filme é exatamente igual a todos os outros.
o filme explora uma metáfora interessante sobre o luto e a depressão, mas a história não explora de forma satisfatória esses temas, a tensão e o suspense inicial são muito bons com momentos de lentidão e outros mais acelerados, ótima atuação da protagonista, mais o desempenho do vilão deixou a desejar por se tornar previsível, o final do filme não foi surpreendente
O filme apresenta uma premissa intrigante e entrega um suspense sólido, capaz de gerar uma tensão crescente que mantém o espectador apreensivo. A jornada da protagonista é intensa, e a narrativa consegue envolver, especialmente pelas situações angustiantes em que ela se encontra. No entanto, todo esse potencial acaba comprometido pelo final, que é decepcionante e não corresponde à expectativa criada ao longo da trama. Apesar disso, vale a pena conferir pelo suspense bem construído.
Filme bom bem seção da tarde de sexta-feira. Nada demais. Atuações ok. Roteiro manjado. Mas funciona como suspense em alguns momentos. Serviu pra ela repensar a sua vida.
É isso...o ultimo filme do ano. Um filme não precisa ter ação do começo ao fim pra ser considerado bom. Reclamaram que a mulher ficou imóvel o filme inteiro, mas em todo o momento ela lutou por sua vida. Sem falar que o gênero do filme tem a ver com tensão e suspense, o que em minha opinião, o filme conseguiu entregar muito bem. É lógico que houveram alguns clichês próprios do gênero serial killer como a "forçação de barra" em tornar todos os personagens capazes de ajudar a vítima como uns babacas idiotas que não conseguem se defender perante o perverso, mas de modo geral, o filme conseguiu prender minha atenção. Me lembrou um pouco o roteiro só filme "Sozinha". spoiler: Gostei que a mulher encontrou um motivo pra continuar lutando por sua vida. Ela viu que a morte não é a resposta. Ficou praticamente "morta" o filme inteiro, vendo a vida se desenrolar diante de seus olhos. Vendo uma pessoa cruel triunfar sobre os inocentes e sentindo um aperto no coração por saber que ela seria a próxima a morrer nas mãos dele.
"Só porque está destruído, não significa estar sem saída", essa frase é a moral do filme e é importante que toda pessoa que pensa em cometer suicídio saiba disso.
Pior do que a dor de perder alguém, é morrer nas mãos de um perverso.
A premissa é bem peculiar. Os realizadores conseguiram criar um início bem inventivo e, a partir disso, manter a tensão sempre crescente. Destaque para as atuações de Kelsey Asbille e Finn Wittrock, que conseguem transmitir muita vivacidade em seus papéis, em especial para as cenas que exigiam maior fisicalidade. Não é um filme impecável, tendo como pontos negativos: o clássico roteiro que necessita de facilitações para funcionar, personagens secundários que só possuem um único neurônio e certas lógicas internas inconsistentes. No entanto, dentro de sua uma hora e meia, para quem conseguir desconsiderar certos tropeços, vai encontrar uma obra intrigante - coisa rara de se encontrar nas recentes produções originais Netflix desse gênero.
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