Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Adriano Côrtes Santos
1.008 seguidores
1.229 críticas
Seguir usuário
2,0
Enviada em 17 de dezembro de 2024
Clichê, pouco tenso, e diálogos forçados prejudicam a trama. "Não Se Mexa" (2024), de Adam Schindler e Brian Netto, é um thriller que tenta ser tenso, mas acaba mais para um suspense de quinta categoria. A trama segue Iris (Kelsey Asbille), sequestrada e paralisada por Richard (Finn Wittrock), um psicopata que, aparentemente, tem tempo de sobra para contar sua vida inteira. O filme até tenta criar tensão, mas se perde em clichês e diálogos forçados. No fim, é só mais um filme de sequestrador maluco que acha que é o mestre do universo. Se você gosta de filmes que tentam ser profundos, mas falham miseravelmente, esse é para você.
Filme mediano; tinha tudo para ser um filme bom, mas achei algumas partes fora do contexto e o enredo se estendeu demais tentando prolongar uma história curta.
O filme começa com uma ideia inovadora e promissora. Na primeira metade, a história surpreende e nos prende com uma narrativa interessante, despertando a curiosidade. No entanto, o desenrolar da trama cai nos mesmos clichês de sempre: o antagonista (que por sinal é um serial killer) se mostra piedoso demais, dando chances demais para a protagonista escapar, com soluções que beiram o inverossímil.
Personagens coadjuvantes, como policiais, parecem mais NPCs do que figuras reais. O final é sem sentido, e o principal atrativo da trama fica sem explicação. A fotografia até que tem seus momentos, mas os atores, mesmo mostrando algum esforço, não conseguem elevar o filme. Esse filme com apenas 1 hora já seria mais que o suficiente,
Apesar de uma ideia inicial interessante, a segunda metade do filme decepciona. Dá para assistir, mas ele entrega bem menos do que promete, apesar da ideia ser bem original e sair um pouco da mesmice dos filmes atuais.
Tipo de filme clichê da Netflix, usa um suspense forçado com um roteiro medíocre, o filme consegue te deixar tenso, mas em nenhum momento o vilão do filme parece realmente se empenhando para torturar a vítima, ele é bem burro e deixa várias brechas para a prota fugir
O filme funciona bem mais quando esquece do texto com falas expositivas e frases de efeito para enfatizar o contraponto de psicopata vs a vítima que está recebendo uma segunda chance. Nesse sentido, é como Don’t Move não consegue aplicar sua leitura para além de simular o que espera da premissa sobre uma mulher na mira de um serial killer. O resultado é anticlimático, quando desperdiça o potencial das situações, quando escapar não é uma opção se não pode se mexer. A ideia traz um desafio que não consegue dar conta ao não assumir realmente os riscos, transformando as possibilidades em um melodrama familiar com situações e desfechos genéricos. O que aconteceria se Não Se Mexa fosse mesmo um thriller psicológico e não um filme de suspense sobre luta e vingança que nunca traz as discussões morais que provoca?
Filme bem ruinzinho. Muito clichê e muito longo, criaram muitas cenas sem nexo, só pra estender o filme. No final, eu achei interessante, que ela passou a valorizar a vida.
O filme é previsível, seguindo uma fórmula já bastante explorada em produções com essa mesma temática. No entanto, o que chama a atenção é a ironia presente na trama: a personagem queria tirar a vid@, e lutou com todas as forças para viver. Também me gerou uma reflexão importante, principalmente porque situações como essa realmente acontecem com muitas mulheres — a diferença é que, na vida real, não há um final como o da personagem que sobrevive.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade