Batalhão 6888
Média
4,1
155 notas

29 Críticas do usuário

5
16 críticas
4
4 críticas
3
6 críticas
2
1 crítica
1
0 crítica
0
2 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Ricardo L.
Ricardo L.

63.294 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 27 de agosto de 2025
Bom filme sobre um história real com um elenco bem legal, destaque para nos trilha sonora e edição! Ressalvas para o ritimo do filme que cai consideravelmente em alguns momentos.
Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.171 seguidores 973 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 24 de dezembro de 2024
Que roteiro interessante! Uma história nunca contada, quase esquecida e de grande importância e merece seu devido reconhecimento. É emocionante e revoltante tudo que foi vivido. Excelentes interpretações com destaque para Kerry Washington e Shanice Williams.
Adriano Côrtes Santos
Adriano Côrtes Santos

1.008 seguidores 1.229 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 21 de dezembro de 2024
Boa intenção, fatos históricos, mas roteiro fraco e produção comprometem o impacto.
Batalhão 6888, dirigido por Tyler Perry, conta a história real do 6888º Batalhão do Diretório Postal Central, uma unidade composta por mulheres negras do exército americano durante a Segunda Guerra Mundial. Elas enfrentaram discriminação racial e de gênero enquanto organizavam milhões de correspondências atrasadas destinadas aos soldados.

Apesar das atuações competentes de Kerry Washington e Ebony Obsidian, o filme apresenta problemas como roteiro clichê, diálogos artificiais e valores de produção baixos, o que enfraquece a homenagem à importância histórica dessas mulheres. Embora a intenção seja louvável, a execução não alcança o impacto esperado.
Vale por ser reconstituição de fatos históricos.
Luiz Cappellano
Luiz Cappellano

62 seguidores 103 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de dezembro de 2024
Assistimos ontem no NETFLIX ao filme baseado em fatos históricos reais (e inclusive com protagonista ainda viva, com 100 anos de idade!) BATALHÃO 6888.
Presentes todos os clichês possíveis e imagináveis sobre o RACISMO nos EUA, os quais, infelizmente, correspondem à realidade da época, e que neste caso também estão imbrincados com o MACHISMO e a MISOGINIA, especialmente nas forças armadas.
Sabemos que os casamentos interraciais só foram definitivamente descriminalizados pela Suprema Corte dos EUA (passando, portanto, a descriminalização a valer para todos os estados) em 1967. Mesmo assim, o filme se inicia com um funesto e prosaico caso de amor entre uma mocinha negra e um mocinho branco, que é judeu.
Ele vai para a guerra e pede que ela o espere. Bem recorrente em filmes sobre a II Guerra Mundial.
A novidade é que o rapaz, em sendo branco e de classe média alta, se ajoelha aos pés da moça, negra e que estava servindo como garçonete exatamente na festa de despedida que sua família promovia para ele, para fazer este pedido.
spoiler: Ele morre logo após ir para a guerra e ela passa a conviver tanto com a dor da perda quanto com o "fantasma" (espírito) do rapaz.
Esta situação a faz entrar para o exército.
No trem que leva as novas recrutas para o sul (Geórgia) inicia-se a saga de assédio e racismo despudorado, sem fim, que é a tônica do filme, quando, ao passarem a linha que divide o sul do norte, um oficial do exército chama as mulheres brancas, para que fiquem num vagão separado das negras. A surpresa é uma jovem parda, identificada visualmente como sendo branca, mas que se auto declara negra e, portanto, permanece ali, com as colegas.
Negras e brancas não se encontrarão mais, em momento algum, durante o filme.
Há a intervenção da Primeira Dama Eleanor Roosevelt e de Mary McLeod Bethune, ministra de Roosevelt, que decidem que o Batalhão 6888, de mulheres negras, comandado pela oficial Charity Adams, é o indicado para resolver o problema de 17 milhões de cartas, de e para combatentes, que estão "encalhadas" na Europa. Elas decidem isto, a despeito do claro racismo e misoginia do general Halt, que faz de tudo para prejudicá-las, desde enviá-las em um barco precário e sem escolta, até alocá-las em uma construção em ruínas em Birmingham, na Inglaterra.
spoiler: Para abreviar a narrativa, elas comem o pão que o diabo amassou, apanham da vida mais que mulher de bandido, sofrem duas baixas, mas, assim como se não fosse na vida real (e, neste caso, é tudo real) elas conseguem êxito em sua "missão impossível". No final do filme, a real Lena Derriecott Bell King, agora com 100 anos de idade, diz que foram mais celebradas, reconhecidas e respeitadas na Europa do que no regresso aos Estados Unidos, como era de se esperar... Fala de Michele Obama, ao final do filme.

Recomendo efusivamente a todos que assistam!
*Quem quiser ter acesso às informações históricas, clique aqui: https://www.megacurioso.com.br/.../119180-6888-batalhao-a...
Carlos Taiti Yaguinuma
Carlos Taiti Yaguinuma

64 seguidores 566 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 10 de junho de 2025
Filme: Batalhão 6888 #batalhao6888 Assistido: 9/6/25
Elenco: @kerrywashington @ebpnyobsidian @sarahmjeffery @greggsulkin @luvbeingshanice @susasnsharandon @deanjnorris @jayreeves7
Modelo: #guerra #drama
Duração: 2h 7m Ano: 2024
Minha opinião: Um filme forte com uma temática sobre o racismo. Um filme que temos a protagonista major Charity (Kerry) que lidera um grupo de mulheres negras no exército, mas isso que seria uma honra servir ao país, na verdade é uma grande perseguição, onde os “brancos” perseguem elas, dizendo que são inúteis, sem inteligência, humilhadas,.... Mas firmemente, Charity mantém sua pose e proteção das suas subordinadas. Até quando surge uma oportunidade para mostrar seu valor, indo para guerra para organizar as cartas que estavam sendo negligenciadas pelo exército, e quando encontram havia 17 milhões de cartas para serem enviadas. E aí encontram grandes desafios que elas unidas vão vencendo barreira por barreira, e sem apoio do exército ou dos seus superiores. E em paralelo temos a estória de Lena (Ebony) que quer descobrir o que aconteceu com seu amor Abram (Gregg), que havia prometido que enviaria uma carta. E ela fazendo parte do grupo encotra a carta e onde ele esta enterrado. Com isso finalizam o seu trabalho e ainda auxiliam a França a também a entregarem as cartas. Uma boa atuação das atrizes, parabéns. E mesmo sem reconhecimento voltando para EUA. Depois de muitas décadas com reconhecida o Batalhão 6888 que através de seu trabalho trouxe alegria, esperança e também consolo, para aqueles que perderam seu ente querido, mas teve as carta como grande consolo. Lembre-se uma época que não é a nossa onde tudo esta interligado. E foram reconhecidas pela primeira dama Michele Obama. Mas tarde doque nunca.
Vale apena assistir? Sim, e vemos como o racismo era naquela época, e que ainda existe.
Nota: 8,5
Fabricio Menezes
Fabricio Menezes

27 seguidores 185 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2025
Quem diz que Emilia Perez é o pior filme do ano, com certeza nao assistiu esse aqui. As atuações parecem saídas de uma novela. Roteiro fraquíssimo infelizmente, ja que a historia era muito necessária. Ja na primeira cena da pra ver que o filme nao vai ser sério, com os soldados voando igual filmes blockbuster a cada caída de bomba. Mas tbm como exigir qualidade em um filme do Tyler Perry? E pior ainda, original netflix. Consegui nem passar dos 10 minutos, os diálogos novelescos e exagerados incomodam muito.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 895 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de fevereiro de 2025
Batalhão 6888 foi dirigido e roteirizado por Tyler Perry. Vale lembrar que o filme foi indicado ao oscar de 2025 como melhor canção original: The Journey de Diane Warren. O filme é baseado em uma história verdadeira e a trama procura contar a história de Lena (Ebony Obsidian), um jovem negra que acaba se motivando a entrar no exército de mulher negra norte-americanas na Segunda Guerra mundial após uma perda. Ao conseguir entrar, acaba sendo treinada por uma capitã linha dura, Major Charitu Adams (Kerry Washington) e acaba se tornando amiga de outras recrutas. Porém, o batalhão que faz parte, o 6888 é sempre subestimado por ser formado unicamente por mulheres negras, mas acabam recebendo uma missão impossível: ir em meio a guerra, na Europa entregar mais de 17 milhões de cartas. Logo nas primeiras cenas é possível perceber que o longa irá nos emocionar diante do duro contexto histórico em que está inserido. O roteiro funciona bem, pois demostra diferentes inquietudes individuais de cada personagem, seja da Major Adams que não tem seu trabalho reconhecido, seja pelo sofrimento particular e pessoal de Lenna, seja pela identificação étnica de Dolores (Sarah Jeffery) etc. Ou seja, embora sabemos a batalha que funciona como pano de fundo para o filme, a principal batalha é interna: contra o racismo, machismo e xenofobia. Destacamos a atuação potente de Kerry Washington que tomou o protagonismo do filme.
Gabriela Santos
Gabriela Santos

23 seguidores 452 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 10 de março de 2025
Baseado numa história real, “Batalhão 6888” reconstrói a jornada de um grupo de mulheres negras do exército norte-americano, encarregadas de levarem esperança e conforto para os soldados no front através de cartas. No auge da Segunda Guerra Mundial, apesar das descrenças e de enfrentarem o racismo e o machismo da corporação, essas mulheres mudaram a história.
Leonardo A
Leonardo A

12 seguidores 187 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 10 de maio de 2025
Drama de guerra que até poderia ser interessante se não fosse a canseira dessa reafirmação de cor ou gênero.
Cilene R.
Cilene R.

5 seguidores 57 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 27 de janeiro de 2025
Batalhões femininos durante a II Guerra eram de enfermeiras ou secretárias, excerto na União Soviética que tinha excelentes soldadas e pilotas na frente de batalha. O desta história foi criado com o propósito de fracassar em favor do racismo. É vexatório que num momento tão difícil como este, grupo de militares tenham tramado algo tão perverso contra estas mulheres, combatentes e familiares. O único erro do filme foi o chororô exagerado que se tornou caricato da personagem da atriz Ebony Obsidian.
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa