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Marisabel L.
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5,0
Enviada em 10 de março de 2025
Impactante! Aponta contradições inerentes a todos nós. Desmitifica muito conceitos e é em muitas partes, difícil de assistir! Exige uma mente muito aberta e flexivel para reconhecer o verdadeiro objetivo dos autores do filme: compaixão pelos animais, e não o condenar pessoas ou culturas. Descontroe a romantização que envolve nosso olhar para a sacralidade. Imperdível!
Um dos melhores documentários que assisti na minha vida. Verdadeiro, traz informações pertinentes, baseado em muita pesquisa. Todo mundo deveria assistir.
Documentário emocionante! Amei amei amei. Nos faz repensar nossas escolhas e crenças. Todo mundo deveria assistir!!! Produção independente de muita coragem
Muco é um documentário, mais do que tudo, importante e necessário para estes tempos. Urge revermos nossas contradições e nos transformarmos como indivíduos e sociedade, para sobrevivermos neste planeta magnífico, que estamos, cegos e caprichosos, destruindo. Muco impacta, sacode, clama pelo despertar da consciência. Nos faz recalcular a rota, buscar um caminho possível de coerência e paz.
Documentário Impactante, impossível sair o mesmo diante dessas informações!! E te faz refletir profundamente sobre os princípios do yoga, sendo uma delas Ahimsa! A não violência! Nem todos estão prontos para esse documentário, porém ele é muito necessário!
Adorei este documentário por trazer uma realidade que precisa ser mais falada e debatida por nós: as consequências de nossas tradições para os animais, a comunidade, a saúde ambiental e dos seres humanos. Um filme necessário para abrir a mente e iniciar um processo de consciência voltada para a não crueldade contra seres inocentes, indefesos e que foram criados apenas para servir o ser humano.
Acabou de assistir o documentário na plataforma Aquarius e achei excelente, ainda mais considerando ser independente e provavelmente de baixíssimos recursos. Não tratei spoiler, mas digo que não é fácil se deparar com tamanhas contradições. Talvez seja essa a maior dificuldade de nossa sociedade, ao se deparar com verdades sobre seus comportamento exploratórios. Precisamos de mais "vitrines" de nossa cultura, para que possamos perceber aquilo que contribuímos na manutenção do sofrimento a outros. "A indiferença nos sofrimentos é dureza de coração e ausência de submissão à vontade Divina" (Cairbar Schutel).
O documentário “Muco” é de grande relevância e profundidade, especialmente para aqueles que prezam pela ética em suas escolhas e ações cotidianas. Com um olhar sensível, o filme oferece uma abordagem crítica sobre as contradições presentes na tradição do yoga, transcendendo esse tema específico para nos convidar a refletir sobre questões mais amplas, como nossas próprias contradições internas e as da sociedade como um todo.
Um dos pontos mais marcantes do documentário é a maneira como os fatos são apresentados, revelando a realidade da Índia e enriquecendo a narrativa com a presença de grandes personalidades, como Vandana Shiva, Chidananda Sarasvati, Satish Kumar, Antonio Donato Nobre e Dzongsar Khyentse Rinpoche, que com suas perspectivas valiosas, nos convida a ampliarmos o nosso repertório em temas como ativismo, sustentabilidade, espiritualidade e filosofia.
“Muco” é um documentário tocante e necessário. Estar aberto a novos paradigmas e perspectivas proporcionará uma oportunidade para uma nova compreensão da realidade e uma mudança consciente de pensamento.
Alguém já disse que "Jornalismo é publicar aquilo que alguém não quer que se publique. Todo o resto é publicidade." Este filme precioso lembra que o melhor cinema se aproxima bastante disso. A construção e o encadeamento de sua estrutura apresenta com sofisticação informações e realidades externas que nos convidam a observar nosso próprio mundo interior. Desta maneira provoca movimentações desafiadoras porque libera gatilhos de sentimentos inconscientes ao impulsionar embaraço na observação e manejo de tortuosas incoerências íntimas. Que aventura excitante é poder enxergar melhor o real e encontrar referências na sabedoria de tantos mestres do Yoga. E ir além. Que as palavras perfeitas e abstratas encontrem a tradução nas ações corretas e concretas e assim, perceber como fui condicionado pela cultura, pelas tradições. Libertador na medida que consigo enxergar a prisão em que cresci moldando ações violentas automáticas. Absolutamente envolvente! Profundamente mobilizador!
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