Média
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297 notas
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Fui assistir sem esperar nada dessa sequência e acabei me surpreendendo, muito melhor do que o primeiro, muito sangue, morte e violência, roteiro inteligente aonde mistura a paranoia causada pela maldição com a realidade, aonde os dois se fundem e deixa o telespectador muitas vezes sem saber o que é real e o que é criação da imaginação da protagonista, filmaço.
Parker Finn volta a continuação de Sorria como diretor e roteirista, para novamente apresentar o seu terror psicológico e dessa vez mais ainda corporal nesse 2ª filme. A trama continua quase exatamente onde terminou o primeiro filme, com o policial que ajudou Rose (Sosie Bacon) com a maldição e dessa vez decidido a cometer um assassinato para se ver livre. Porém, tudo acaba dando "errado" e a maldição fica em posse de um traficante que fornece drogas para a cantora super estrela pop Skye (Naomi Scott). Não é preciso dizer que a maldição acaba passando para a Skye e podemos dizer que é aí que o filme começa. A grande diferença é que dessa vez temos uma personagem principal que já teve problemas com drogas (perdeu a credibilidade com todos a sua volta, como mãe e melhor amiga) e é uma super estrela, diferente de Rose que era uma médica séria. Essa premissa permite o roteiro em duvidar o tempo todo sobre o que é real e não é. Finn também aposto em algo novo: o terror corporal. Isso porque vemos a nossa protagonista arrancando cabelo, bebendo água de forma exagerada e com traumas ainda de um acidente de carro sofrido no seu passado que resultou na morte do seu namorado e uma fratura em um de suas pernas. Podemos dizer que Naomi Scott carrega nas costas com facilidade o filme inteiro e o lado ruim é que os personagens secundários foram praticamente irrelevantes, servindo apena para explicar o que estava acontecendo ou trazer uma certa leveza a trama. O desfecho do filme, como sempre já era esperado, mas Finn acaba levando um novo tipo de final com diversos expectadores do trágico fim da protagonista...
Me surpreendi com o primeiro filme e mais ainda com o segundo.
Ele traz uma história e profundidade diferente do primeiro filme, para alguns pode ser até que o filme se arrasta um pouco, uma melhora significativa na trilha sonora e efeitos especiais, no geral é um bom filme!
Ele traz uma história e profundidade diferente do primeiro filme, para alguns pode ser até que o filme se arrasta um pouco, uma melhora significativa na trilha sonora e efeitos especiais, no geral é um bom filme!
Mesmo sem gostar da premissa nem do primeiro filme, resolvi dar uma chance a este segundo. Infelizmente, consegui chegar à conclusão de que ele é ainda pior que seu antecessor.
O filme segue uma linha gore exagerada, tentando se sustentar em um roteiro totalmente sem sentido. Mas esse nem é o maior problema. Quando você tenta "desligar o cérebro" e apenas assistir, o longa até dá sinais de alguma coerência em certos momentos. No entanto, as inúmeras pontas soltas tornam o terço final um completo desastre.
A partir daí, o filme apela desenfreadamente para jumpscares e cenas de gore, numa tentativa desesperada de prender o espectador. O desfecho, com um plot twist horroroso, deixa a sensação de que fomos feitos de bobos durante as duas horas de duração.
Foi um esforço enorme chegar até o final, tentando encontrar algum sentido. No fim, restou apenas a frustração e a impressão de que fui feito de bobo.
A avaliação só não é pior porque pelo menos os efeitos são bons, mas não o necessário para, por si só, fazer deste um bom filme.
O filme segue uma linha gore exagerada, tentando se sustentar em um roteiro totalmente sem sentido. Mas esse nem é o maior problema. Quando você tenta "desligar o cérebro" e apenas assistir, o longa até dá sinais de alguma coerência em certos momentos. No entanto, as inúmeras pontas soltas tornam o terço final um completo desastre.
A partir daí, o filme apela desenfreadamente para jumpscares e cenas de gore, numa tentativa desesperada de prender o espectador. O desfecho, com um plot twist horroroso, deixa a sensação de que fomos feitos de bobos durante as duas horas de duração.
Foi um esforço enorme chegar até o final, tentando encontrar algum sentido. No fim, restou apenas a frustração e a impressão de que fui feito de bobo.
A avaliação só não é pior porque pelo menos os efeitos são bons, mas não o necessário para, por si só, fazer deste um bom filme.
A sequência de Sorria aprofunda a mistura de terror psicológico e gore que caracterizou o primeiro filme, trazendo uma narrativa mais sombria e emocionalmente tensa. Desta vez, a história acompanha Skye Riley (interpretada por Naomi Scott), uma cantora pop cuja deterioração mental e paranoia criam um paralelo poderoso entre o horror sobrenatural e a pressão psicológica da fama. A performance de Scott se destaca, transmitindo as nuances de uma protagonista em constante colapso, enquanto o filme explora temas de autossabotagem e a linha tênue entre realidade e alucinação.
Tecnicamente, o longa se destaca pela direção de Parker Finn, que utiliza ângulos de câmera inovadores e efeitos sonoros para criar uma atmosfera de desespero e suspense. As cenas gráficas, mais intensas que no original, reforçam o horror visceral sem ofuscar os elementos psicológicos. No entanto, apesar da execução habilidosa, o roteiro se perde em momentos repetitivos, falhando em apresentar um desfecho satisfatório ou expandir significativamente a premissa original.
Com sua mistura de tensão, jumpscares eficazes e crítica social sobre a pressão da fama, Sorria 2 é uma sequência que entrega entretenimento para os fãs do gênero, embora não escape completamente dos clichês ou das limitações narrativas do primeiro filme. É um destaque no terror mainstream, mas não reinventa a fórmula.
Embora eficaz em seus sustos e tecnicamente bem executado, carece de originalidade em alguns aspectos do enredo
Tecnicamente, o longa se destaca pela direção de Parker Finn, que utiliza ângulos de câmera inovadores e efeitos sonoros para criar uma atmosfera de desespero e suspense. As cenas gráficas, mais intensas que no original, reforçam o horror visceral sem ofuscar os elementos psicológicos. No entanto, apesar da execução habilidosa, o roteiro se perde em momentos repetitivos, falhando em apresentar um desfecho satisfatório ou expandir significativamente a premissa original.
Com sua mistura de tensão, jumpscares eficazes e crítica social sobre a pressão da fama, Sorria 2 é uma sequência que entrega entretenimento para os fãs do gênero, embora não escape completamente dos clichês ou das limitações narrativas do primeiro filme. É um destaque no terror mainstream, mas não reinventa a fórmula.
Embora eficaz em seus sustos e tecnicamente bem executado, carece de originalidade em alguns aspectos do enredo
Original , intrigante, um oasis no deserto do terror kkkkkk o 1 foi muito bom tbm , espero que o 3 seja tão bom, uma grata surpresa nos dias de HOJE
Bom terror. Melhor que o primeiro, que também foi satisfatório. A história foi bem montada e permitiu a trama se desenvolver sem se arrastar demais. Mas sem dúvida nenhuma o destaque do filme é a atuação incrivelmente dedicada da protagonista Naomi Scott. Sensacional e torna-se um mérito à parte na exibição. Assistam e comprovem.
O primeiro filme já não é lá essas coisas, esse conseguiu ser pior em tido, não tem niguém parar morrer o filme se passa todo com a criatura em apenas 1 pessoa praticamente chato, cansativo, protagonista chata enfim perca de tempo
O filme começa bem interessante e aborda sobre a vida pessoal da Skye (Naomi Scott) que deu vida a personagem e muito bem interpretado. O filme tem bons efeitos gráficos e bons cenários também, se passando em vários ambientes.
Vamos ao ponto negativo em minha opnião:
spoiler: Próximo do final ela se confronta com ela mesma no passado e começa uma viagem, que vc não sabe se está na mente dela ou não, até aí eu estava tentando desvendar, mas aí, do nada, ela aparece em um show, e tudo o que ela tinha vivido e feito, parecia coisa da mente dela (isso pra mim é a pior coisa de um filme, é tipo acordar e era um sonho). Daí pra mim acabou
Achei o mais original e no contexto geral, melhor.
Vamos ao ponto negativo em minha opnião:
spoiler: Próximo do final ela se confronta com ela mesma no passado e começa uma viagem, que vc não sabe se está na mente dela ou não, até aí eu estava tentando desvendar, mas aí, do nada, ela aparece em um show, e tudo o que ela tinha vivido e feito, parecia coisa da mente dela (isso pra mim é a pior coisa de um filme, é tipo acordar e era um sonho). Daí pra mim acabou
Achei o mais original e no contexto geral, melhor.
O filme em si é bom com alguns sustos relevante pra um filme meia boca mais não deixando de falar do final que é totalmente uma bosta e perca de tempo
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