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Gabriela Santos
23 seguidores
452 críticas
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5,0
Enviada em 22 de dezembro de 2024
“Sorria 2” é ainda mais violento e macabro que seu antecessor, misturando terror psicológico e gore numa narrativa sombria e tensa. Destaque para a atuação visceral da protagonista, que transmite as nuances de alguém à beira do colapso, explorando a linha tênue entre realidade e alucinação.
A história tem um bom contexto, segue uma linha de raciocínio, por mais que o começo seja desconexo da trama como um todo, isto é, no que concerne a maldição da Riley. O final deixa a desejar. Em termos de ser continuação, como muitos, o primeiro acaba sendo bem melhor que este.
Péssimo. Sem clímax e ao invés de repetir cenas como a do carro no 1, fazem o que td filme barato faz, jumpcares exaustivos. A atriz é muito boa, mas o enredo é fraco a construção das cenas que deveriam ser horripilantes e de fdr o psicológico na vdd falham excessivamente. Não supera o primeiro e não assistiria novamente. E que bosta de cena é aquela com o monstro no final ein? Apenas gostei do encerramento onde tds ficam com o sorria, único ponti criativo do filme. É o que eu sempre falo, poucos filmes de terror hoje conseguem trazer jogos de câmeras como when evil lurks, cuidado com quem chama.
Filmes simplesmente maravilhoso! Ele te prende e te deixa aflito até o fim, além de suas cenas pesadas, a luta constante da protagonista deixa tudo ainda mais angustiante. Filme maravilhoso, mas confesso que em algumas cenas ele é sim confuso, mas chega a passar despercebido. Além disso, a grande sacada da música nos créditos me deixou arrepiada, não consegui ouvir ela toda! akkak. Apesar de seu "plot" ser igual ao de verdade e desafio, ainda assim achei incrível, principalmente quando se é lembrado que estamos falando de uma cantora.
Fui assistir sem esperar nada dessa sequência e acabei me surpreendendo, muito melhor do que o primeiro, muito sangue, morte e violência, roteiro inteligente spoiler: aonde mistura a paranoia causada pela maldição com a realidade, aonde os dois se fundem e deixa o telespectador muitas vezes sem saber o que é real e o que é criação da imaginação da protagonist a, filmaço.
Parker Finn volta a continuação de Sorria como diretor e roteirista, para novamente apresentar o seu terror psicológico e dessa vez mais ainda corporal nesse 2ª filme. A trama continua quase exatamente onde terminou o primeiro filme, com o policial que ajudou Rose (Sosie Bacon) com a maldição e dessa vez decidido a cometer um assassinato para se ver livre. Porém, tudo acaba dando "errado" e a maldição fica em posse de um traficante que fornece drogas para a cantora super estrela pop Skye (Naomi Scott). Não é preciso dizer que a maldição acaba passando para a Skye e podemos dizer que é aí que o filme começa. A grande diferença é que dessa vez temos uma personagem principal que já teve problemas com drogas (perdeu a credibilidade com todos a sua volta, como mãe e melhor amiga) e é uma super estrela, diferente de Rose que era uma médica séria. Essa premissa permite o roteiro em duvidar o tempo todo sobre o que é real e não é. Finn também aposto em algo novo: o terror corporal. Isso porque vemos a nossa protagonista arrancando cabelo, bebendo água de forma exagerada e com traumas ainda de um acidente de carro sofrido no seu passado que resultou na morte do seu namorado e uma fratura em um de suas pernas. Podemos dizer que Naomi Scott carrega nas costas com facilidade o filme inteiro e o lado ruim é que os personagens secundários foram praticamente irrelevantes, servindo apena para explicar o que estava acontecendo ou trazer uma certa leveza a trama. O desfecho do filme, como sempre já era esperado, mas Finn acaba levando um novo tipo de final com diversos expectadores do trágico fim da protagonista...
Me surpreendi com o primeiro filme e mais ainda com o segundo.
Ele traz uma história e profundidade diferente do primeiro filme, para alguns pode ser até que o filme se arrasta um pouco, uma melhora significativa na trilha sonora e efeitos especiais, no geral é um bom filme!
Mesmo sem gostar da premissa nem do primeiro filme, resolvi dar uma chance a este segundo. Infelizmente, consegui chegar à conclusão de que ele é ainda pior que seu antecessor.
O filme segue uma linha gore exagerada, tentando se sustentar em um roteiro totalmente sem sentido. Mas esse nem é o maior problema. Quando você tenta "desligar o cérebro" e apenas assistir, o longa até dá sinais de alguma coerência em certos momentos. No entanto, as inúmeras pontas soltas tornam o terço final um completo desastre.
A partir daí, o filme apela desenfreadamente para jumpscares e cenas de gore, numa tentativa desesperada de prender o espectador. O desfecho, com um plot twist horroroso, deixa a sensação de que fomos feitos de bobos durante as duas horas de duração.
Foi um esforço enorme chegar até o final, tentando encontrar algum sentido. No fim, restou apenas a frustração e a impressão de que fui feito de bobo.
A avaliação só não é pior porque pelo menos os efeitos são bons, mas não o necessário para, por si só, fazer deste um bom filme.
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