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Um visitante
4,5
Enviada em 1 de janeiro de 2016
-Filme assistido em 01 de Janeiro de 2016 -Nota 9/10
Al Pacino é sem sombra de dúvidas um dos mais importantes artistas do cinema.Por tantas vezes foi injustiçado em relação ao Oscar.Grandes trabalhos,que foram simplesmente esnobados pela Academia.Pois bem.Foi bom lembrar isso,por conta de mais uma vez ele mostrar um belíssimo trabalho aqui em "Perfume de Mulher".O ator vive Frank Slade,um tenente-coronel aposentado e cego.Logo no comecinho do filme,temos uma apresentação que nos deixa boquiaberto.Isso ocorre quando Chris O´Donnell entra em cena,ao visitar o ex-militar em sua residência.O tratamento duro deixa o garoto impressionado.Charlie (O'Donnell) é contratado pela família de Frank,para tomar de conta por apenas o feriado de ação de graças.O que mais impressiona,é que ambos personagens sofrem problemas particulares.O jovem estudante enfrenta problemas disciplinares em sua faculdade.Já Frank alimenta o seu desejo por suicídio.Na trajetória do fim de semana,a dupla tenta encarar um o problema do outro.Daí os laços de amizades vão rapidamente se firmando,e consequentemente,aumentando a cada cena.
É óbvio que o filme conta com vários momentos memoráveis.Primeiro,a cena em que Frank dirige uma Ferrari.Uma das melhores do filme.É algo bem engraçado e ao mesmo tempo emocionante.Já que se trata de um sonho que Frankie tinha desde a sua infância.Nesse momento,um policial ver toda a situação e pede para o motorista encostar.Daí se tem um ótimo diálogo.E nesse momento,Frank avisa para o policial que Charlie é seu filho,e está ali apenas para apoiá-lo.Outra cena memorável, é o momento da dança do tango.Momento sútil,ao som da belíssima canção.Podemos ver Frank e Donna,vivida pela bela Gabrielle Anwar.Essa parte,mostra como Frankie sabe lidar com mulheres,mesmo sendo tão rude.E lógico,e visto de perto pelo o jovem Charlie.
Uma pena ter perdido a disputa por Melhor Filme de 1993.Mas,adorei saber que Al Pacino desbancou Denzel Washington,Clint Eastwood e Robert Downey Jr.
Ex-militar cego contrata o trabalho de um jovem para lhe auxiliar e juntos vivem uma grande aventura.Filme sensível de bela trilha sonora e atuação marcante de Alpacino nos anos 90.
Marcante a atuação de Al Pacino neste drama. O coronel Frank, um homem profundamente infeliz e recalcado, encontra motivação para continuar vivendo quando conhece um jovem estudante. A trama é simples, mas a exuberante atuação de Pacino faz todo bom cinéfilo se encantar. O fundo musical é outro ponto forte da produção, fotografia nota 10. O colégio e seu entorno é de um encantamento ímpar.
Drama com AlPacino (Frank Slade o coronel pirado e arrisca tudo) nunca é um drama puro, é uma grande surpresa de criatividade, de atuação. O filme vale muito pelo encerramento que é engraçado/inesperado que apaga o climax do filme inteiro que é bastante pesado, conta com o grande Philip Seymour jovem. E o Chris O'donell irreconhecível com os dias de hoje. Dois problemas de vida, afinal o que é mais complicado, o que tem mais difícil decisão na vida de cada personagem? Para cada um há sempre o recomeço. Vale a pena assistir, o filme é uma realidade em muitos sentidos. Algumas cenas são bacanas como o teste de Ferrari com Al Pacino paquerador, conhecedor de todos tipos de perfumes (entendedores entenderão). Não menos levou o seu único Oscar de melhor ator com participação nesse filme.
Perfume de mulher foi dirigido por Martin Brest e contou com a direção de Bo Goldman (filme baseado no romance de Giovanni Arpino). O filme teve 4 indicações para o oscar de 1993: melhor roteiro adaptado, melhor filme, melhor direção e melhor ator (Al Pacino)- vencendo apenas a última indicação mencionada. O filme conta a história de Frank (Al pacino) um militar aposentado, cego e difícil convivência. A sua sobrinha acaba contratando Charlie (Chris O’Donnell) para cuidar dele durante o feriado do dia de Ação de Graças. Charlie aceita o trabalho afim de ter dinheiro para viajar no natal para casa dos seus pais. Mas o que Charlie não esperava é que Frank pretende fazer uma viagem surpresa para Nova York. O filme trabalha com duas narrativas: uma que inicia no começo do filme e no seu final e outra que completa o seu miolo. Ambas acabam se comunicando no final sem nenhum problema. Precisamos dizer que Al Pacino é o dono do filme do início ao fim. Nesse filme temos várias cenas memoráveis, e uma delas é quando ele tira uma personagem pra dançar tango. Isso marcou pelo fato do ator mostrar o seu envolvimento e pela música em si. A química entre os protagonistas vai aumentando à medida que o filme avança a ponto de entendermos o seu contrates: professor/aluno. E essa química chega ao ápice no belo discurso de Frank na escola de Charlie. Talvez o ponto que mais tenha desfavorecido o filme tenha sido a sua duração. Nela o roteiro mastiga tudo o que tem que ser digerido de uma forma muito lenta e repetitiva. Chega a não ser mais uma novidade ver a dupla de protagonistas jantando ou acordando no hotel. E aqui não tem demérito diante dos atores ou das atuações, mas faltou o roteiro pondera mais no desenvolvimento e nas sequências do filme.
O Coronel Frank é um personagem fascinante,o roteiro tem um ritmo envolvente,a cena do tango é sensacional,Al Pacino faz uma interpretação vigorosa e comovente do Coronel !!!!!!!!!
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