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NerdCall
59 seguidores
474 críticas
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2,0
Enviada em 10 de abril de 2026
Jonah Hill tinha tudo na mão: um tema atual, um bom elenco e Keanu Reeves claramente disposto a brincar com a própria imagem. E mesmo assim, nada encaixa.
O filme tenta ser sátira, tenta ser drama, tenta ser relevante… e acaba sendo só indeciso. As piadas não funcionam, o drama não bate e a sensação é de assistir algo que nunca encontra seu próprio tom. É curioso como, mesmo sendo curto, ele parece se arrastar.
No fim, sobra uma ideia interessante perdida no meio de um roteiro que não sabe pra onde ir. Nem o carisma segura, nem a proposta se sustenta. E quando você percebe, já está mais cansado do que envolvido, o que diz muito sobre o resultado final.
Respeito que não tenha gostado do filme, mas gostei bastante, apesar das super estrelas, e de todo mundo esperar o mesmo deles, acredito que o filme é exatamente sobre isso, pq realmente importa o que as pessoas acham de vc? Alias, realmente importa o que as pessoas acham de vc? Digo isso publicamente, pq no fundo, quem esta ao seu lado ate o fim, são aqueles que não estão nem ai pra A ou B, só com seu bem estar...e o filme fala disso, da importância que a gente desperdiça no público...
Um filme claramente de baixo orçamento que o Jonah Hill teve a idéia de fazer, chamou o Keanu Reeves e ele aceitou kkkk!!!!!
Se for fã de Keanu Reeves ou gosta de ver como diretores modernos (como Hill) tentam desconstruir o funcionamento interno de Hollywood, assistia pra passar o tempo.
Sei que mostra muito sobre a vida dos famosos perdidos com o tempo e pessoas ao redor falsos e só querendo a fama e grana do cara. E se fud...eu a vida toda por tras das câmeras. Mas quando tenta ser verdadeiro, tem tanta dificuldade de saber quem é verdadeiro e o que fez de errado e certo. Sou fã do Matrix eterno, keanu, um cara que faz de tudo ate hj pra viver longe dessa palhaçada toda que é a fama. E quando tentam colocar ele, Keanu, nessa bosta ele vai e confirma sem frescura que esta errado ou certo, podem bater a foto e filmar. Ele, Keanu, nao tá nem ai, pq se conhece. Gostei do filme besta da vida dos famosos que nao SABEM e NÃO conseguem, nem SE tentar, ser EU O THIAGO QUE DEVE E TODO fim de mês SOFRE PRA PAGAR AS CONTAS DO DIA A DIA. E tenho que pedir desculpas e desculpar, amar e odiar e etc. O filme mostra muito das criança de hj que futuramente como podem ser, que ja nascem com as mães querendo usar os filhos e quando consegue, os moleques nao sabem a realidade da vida e NÃO conhecem o SIM E NÃO. Fod.. a demais de modo real.
O filme retrata a vida de um ator de Hollywood e exagera, de propósito, na figura desse “astro de cinema que todo mundo quer ser”. Mas o que mais chama atenção é como essa jornada pode ser aplicada a qualquer um de nós.
Afinal, quem nunca se achou “grande demais” para aceitar um trabalho simples, como vender suco em algum lugar pacato, como sugere a personagem de Cameron Diaz? Ou quem nunca olhou para trás e percebeu que já foi uma pessoa melhor, mas mudou com o passar do tempo, com o sucesso, com o ego inflado, como narrado pelo personagem Xander ( Matt Bomer) sobre a amizade dele e Reef Hawk quando ele relata que nunca deixaria de ser amigo dele se caso ele dissesse que era gay?
Por mais que o tema pareça se dispersar em alguns momentos, o filme traz conflitos muito cotidianos, que cabem facilmente na vida de pessoas comuns: orgulho, arrependimento, vaidade, medo de fracassar, dificuldade em admitir fraquesas. Quem nunca pensou em pedir desculpas sinceras a alguém que magoou no passado?
Acredito que não precisamos nos prender ao universo de Hollywood para entender esses sentimentos. O filme usa a indústria do cinema apenas como cenário para falar de algo bem mais humano: a luta para se reconciliar consigo mesmo e com os outros. Nesse sentido, Outcome tem muito a cara de Keanu Reeves.
O filme é muito engraçado, mas por baixo do humor existe uma crítica bem incômoda. Ele não fala só sobre se importar com a opinião dos outros, mas sobre viver preso a uma versão artificial de si mesmo, uma realidade construída para parecer perfeita, mas que é profundamente destrutiva. O roteiro traz boas sátiras sobre a performatividade dentro da indústria, especialmente essa necessidade constante de parecer moralmente correto e impecável. As falas são inteligentes, com cutucadas diretas em temas atuais. A regra é clara: nota baixa aqui, logo, vale a pena assistir. (Bate forte no wokismo)
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