Você realmente está procurando alguma nota de 5 estrelas nesse filme? Se sim, saiba que eu só coloquei essa avaliação como 5 pra mostrar para você o quão burro você é, e todas as pessoas que acham esse filme bom são.
“G20” é a personificação do que há de mais podre no cinema atual. Não é só um filme ruim, é uma verdadeira escória de entretenimento que se alimenta da falta de senso crítico do público. Uma tentativa desastrosa de transformar uma obra de ação em um panfleto político vazio, onde a história não importa, o ritmo não importa, o elenco não importa – o que importa é lacrar a qualquer custo.
Esse filme é um show de horrores, começando com a supremacia feminista enfiada goela abaixo a todo momento. Todas as mulheres são as salvadoras do mundo, superiores em tudo, imbatíveis, e os homens? Ah, esses são apenas clichês ambulantes – fracos, burros, vilões ou figurantes sem relevância. O roteiro segue essa linha grotesca até o último segundo, completamente desprezando qualquer tentativa de equilíbrio ou profundidade.
E não é só sobre isso: o filme demoniza qualquer figura masculina, como se todos os problemas do mundo fossem causados exclusivamente pela opressão masculina. Essa narrativa é não só cansativa, mas desrespeitosa, como se quisesse apagar qualquer espaço para um homem que não seja parte do vilão. Onde está a equidade nesse discurso? Não existe. O filme está mais para doutrinação política do que para qualquer forma de arte legítima.
As cenas de ação? Um desastre. Efeitos especiais baratos, sequências de luta mal coreografadas e tão cheias de cortes rápidos que você não tem ideia do que está acontecendo. São cenas que tentam esconder o quão tosco tudo é, mas no fim, o que fica é o vazio: a incompetência de quem tenta fazer um filme de ação sem entender nada do que está fazendo. Um festival de CGI desnecessário para dar a impressão de grandiosidade, mas no fundo, só sublinha a falta de criatividade e originalidade. A trama? Frágil como vidro, quebrando a cada reviravolta forçada.
E o pior? Esse filme não é só ruim por ser mal feito, é ruim por se achar inteligente, por se colocar como um marco de mudança. Mas, na realidade, ele é o cúmulo da mediocridade. A agenda política, que deveria ser algo para criar reflexão, é tão superficial e forçada, que mais parece uma tentativa desesperada de agradar a um público específico, sem se preocupar com qualidade ou relevância. É como dar um prêmio para quem mais lacra, sem se importar com o que está sendo lacrado.
Agora, o que realmente dá vergonha é perceber que esse tipo de filme está sendo considerado uma obra de importância, quando na verdade é só um festival de falácias, propaganda vazia e um insulto à inteligência do espectador. É a destruição total de tudo que o cinema representava: uma arte para contar histórias, não uma plataforma para doutrinação e vitimismo. Cada segundo desse filme é uma afronta à sétima arte, uma tentativa de reduzir um espaço de criatividade e expressão a um instrumento de pura agenda ideológica.
Se você acha que esse filme tem algum valor, é melhor repensar sua noção de entretenimento e arte. O que está acontecendo aqui não é cinema. Isso é um embuste, uma insultante tentativa de mudar o mundo com o menor esforço possível, e ao fazer isso, ele destrói tudo o que o cinema deveria ser. Não importa a sua mensagem, se ela é enterrada em um mar de incompetência, superficialidade e manipulação.
No final das contas, a única coisa que “G20” conseguiu foi deixar claro o quão fácil é fazer um filme que vai agradar uma massa que não se importa com qualidade, desde que você encaixe alguns discursos prontos. E o pior? Esse produto vazio vai continuar sendo vendido como uma “obra necessária” quando, na verdade, não passa de um monumento à mediocridade, que só vai envelhecer mal e ser esquecido com o tempo – o que é um alívio, porque, francamente, o cinema não merece mais essa bomba.