G20
Média
3,0
104 notas

31 Críticas do usuário

5
11 críticas
4
4 críticas
3
2 críticas
2
3 críticas
1
5 críticas
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6 críticas
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Nelson J
Nelson J

51.035 seguidores 1.978 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de abril de 2025
Viola Davis sempre garante o filme. Muita ação e criptomoedas. Em plena sessão do G20, terroristas tentam golpe bilionário. A presidente americana com experiência militar e seu fiel guarda costas e amigo farão a diferença.
Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.171 seguidores 973 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 13 de abril de 2025
Violaaa, que maravilhosa, incrível, perfeita! Ela não cansa de surpreender em diversificadas personagens, definitivamente, não há o que essa mulher não possa fazer! Um roteiro bem estruturado, moderno e girl power total! Dinâmico e assertivo, sem esquecer da emoção.
NerdCall
NerdCall

60 seguidores 485 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 11 de abril de 2025
G20 chega prometendo tensão internacional, ação explosiva e um toque de renovação ao tradicional subgênero de “presidente em perigo”. Com Viola Davis no centro da trama como a presidente dos Estados Unidos, o filme parte de uma premissa instigante: e se, em meio ao encontro das maiores potências globais, a presidente fosse também uma ex-militar com traumas do passado e a única esperança diante de uma ameaça terrorista? Somando a isso, temos Antony Starr — o Homelander de The Boys — como o antagonista, o que eleva o interesse por um possível duelo dramático e físico entre dois atores de grande presença. Mas tudo isso é promessa. Na prática, G20 se revela uma obra frustrante, conduzida por uma direção insegura, roteiro frágil e uma execução que falha em quase todas as suas propostas.

Patricia Riggen, que assina a direção, possui experiência limitada no gênero de ação, e isso fica evidente logo nas primeiras sequências. O filme é incapaz de estabelecer uma atmosfera convincente para o que deveria ser um thriller político de alto impacto. O uso da inteligência artificial como elemento de ameaça tecnológica é genérico e preguiçoso, e a ambientação, apesar de prometer tensão diplomática global, nunca consegue criar real imersão. A ação — que deveria ser o coração pulsante do filme — é pontuada por cortes excessivos, montagem apressada e cenas em que os dublês são visivelmente destacados, quebrando completamente a sensação de urgência ou autenticidade.

O roteiro, assinado por três profissionais pouco experientes em grandes produções, sofre com a falta de profundidade. O passado da presidente, seus vínculos emocionais com a filha, sua equipe e até mesmo com seu chefe de segurança são tratados de forma rasa, com diálogos expositivos e relações que não ganham tempo para se desenvolver. A protagonista é constantemente lembrada de seu passado militar, de sua força, de sua resiliência, mas tudo isso é mais falado do que mostrado de maneira convincente. Quando finalmente temos uma cena de confronto físico, ela vem carregada de clichês, previsibilidade e uma execução visual que entrega mais constrangimento do que empolgação.

Viola Davis, como sempre, entrega o que pode com o que tem. Sua presença impõe respeito, seu olhar comunica muito, e sua performance é, de longe, o ponto mais sólido do longa. Mas nem mesmo ela, com todo o seu talento, consegue sustentar um roteiro que não lhe oferece material suficiente para brilhar como merece. Há momentos em que sua personagem quase desponta como algo memorável, mas a direção hesitante e o texto limitado a puxam de volta para um terreno morno e genérico.

Já Antony Starr, embora mantenha sua intensidade característica, não consegue escapar da sombra do Homelander. Sua composição parece uma reciclagem da mesma persona, apenas sem superpoderes. Mesmo tentando se distanciar fisicamente com uma barba mais robusta, a semelhança em trejeitos e expressão torna inevitável a comparação. Sua vilania é superficial, sua motivação quase inexistente, e o embate entre ele e a presidente nunca alcança a tensão que o filme tenta vender.

G20 se propõe a ser um thriller de ação com protagonismo feminino forte e uma abordagem atualizada do cenário geopolítico. No entanto, o que vemos é um projeto perdido entre o desejo de ser algo grandioso e a incapacidade de executar com competência. Falta intensidade, falta emoção e, principalmente, falta uma visão clara do que o filme quer ser. O resultado é um longa esquecível, que depende inteiramente do carisma de Viola Davis para não naufragar por completo — e mesmo ela, aqui, está nadando contra a maré.
Thales L.
Thales L.

11 seguidores 27 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de junho de 2025
A crítica especializada detonou o filme mas eu me diverti muito. É um bom filme de ação para entretenimento. Eu não consigo não gostar de nada que Viola Davis faça.
Cleison M.
Cleison M.

9 seguidores 4 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de abril de 2025
Envolvente, com contexto e te deixa completamente envolvido. Um dos melhores filmes de ação e suspense que assisti nos últimos meses. Deveria virar série.
Igor C.
Igor C.

17 seguidores 442 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 20 de abril de 2025
Que filme tosco! Um verdadeiro desastre do início ao fim. O roteiro é péssimo, sem pé nem cabeça, e as cenas de ação que poderiam ao menos salvar alguma coisa são igualmente sofríveis. Mal coreografadas, mal dirigidas, sem impacto nenhum. Nada se aproveita aqui, tudo soa artificial, preguiçoso e sem propósito. Um filme completamente ridículo que faz a gente se perguntar como foi aprovado.
Rafael S
Rafael S

1 seguidor 46 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de abril de 2025
Merece um 5. Tem um bom elenco, boa atuação atração e boas ccenas de ação. Goste pq aborda temas reais como a IA, por exemplo
anônimo
Um visitante
5,0
Enviada em 15 de abril de 2025
Você realmente está procurando alguma nota de 5 estrelas nesse filme? Se sim, saiba que eu só coloquei essa avaliação como 5 pra mostrar para você o quão burro você é, e todas as pessoas que acham esse filme bom são.

“G20” é a personificação do que há de mais podre no cinema atual. Não é só um filme ruim, é uma verdadeira escória de entretenimento que se alimenta da falta de senso crítico do público. Uma tentativa desastrosa de transformar uma obra de ação em um panfleto político vazio, onde a história não importa, o ritmo não importa, o elenco não importa – o que importa é lacrar a qualquer custo.

Esse filme é um show de horrores, começando com a supremacia feminista enfiada goela abaixo a todo momento. Todas as mulheres são as salvadoras do mundo, superiores em tudo, imbatíveis, e os homens? Ah, esses são apenas clichês ambulantes – fracos, burros, vilões ou figurantes sem relevância. O roteiro segue essa linha grotesca até o último segundo, completamente desprezando qualquer tentativa de equilíbrio ou profundidade.

E não é só sobre isso: o filme demoniza qualquer figura masculina, como se todos os problemas do mundo fossem causados exclusivamente pela opressão masculina. Essa narrativa é não só cansativa, mas desrespeitosa, como se quisesse apagar qualquer espaço para um homem que não seja parte do vilão. Onde está a equidade nesse discurso? Não existe. O filme está mais para doutrinação política do que para qualquer forma de arte legítima.

As cenas de ação? Um desastre. Efeitos especiais baratos, sequências de luta mal coreografadas e tão cheias de cortes rápidos que você não tem ideia do que está acontecendo. São cenas que tentam esconder o quão tosco tudo é, mas no fim, o que fica é o vazio: a incompetência de quem tenta fazer um filme de ação sem entender nada do que está fazendo. Um festival de CGI desnecessário para dar a impressão de grandiosidade, mas no fundo, só sublinha a falta de criatividade e originalidade. A trama? Frágil como vidro, quebrando a cada reviravolta forçada.

E o pior? Esse filme não é só ruim por ser mal feito, é ruim por se achar inteligente, por se colocar como um marco de mudança. Mas, na realidade, ele é o cúmulo da mediocridade. A agenda política, que deveria ser algo para criar reflexão, é tão superficial e forçada, que mais parece uma tentativa desesperada de agradar a um público específico, sem se preocupar com qualidade ou relevância. É como dar um prêmio para quem mais lacra, sem se importar com o que está sendo lacrado.

Agora, o que realmente dá vergonha é perceber que esse tipo de filme está sendo considerado uma obra de importância, quando na verdade é só um festival de falácias, propaganda vazia e um insulto à inteligência do espectador. É a destruição total de tudo que o cinema representava: uma arte para contar histórias, não uma plataforma para doutrinação e vitimismo. Cada segundo desse filme é uma afronta à sétima arte, uma tentativa de reduzir um espaço de criatividade e expressão a um instrumento de pura agenda ideológica.

Se você acha que esse filme tem algum valor, é melhor repensar sua noção de entretenimento e arte. O que está acontecendo aqui não é cinema. Isso é um embuste, uma insultante tentativa de mudar o mundo com o menor esforço possível, e ao fazer isso, ele destrói tudo o que o cinema deveria ser. Não importa a sua mensagem, se ela é enterrada em um mar de incompetência, superficialidade e manipulação.

No final das contas, a única coisa que “G20” conseguiu foi deixar claro o quão fácil é fazer um filme que vai agradar uma massa que não se importa com qualidade, desde que você encaixe alguns discursos prontos. E o pior? Esse produto vazio vai continuar sendo vendido como uma “obra necessária” quando, na verdade, não passa de um monumento à mediocridade, que só vai envelhecer mal e ser esquecido com o tempo – o que é um alívio, porque, francamente, o cinema não merece mais essa bomba.
Vitin
Vitin

1 seguidor 8 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 12 de abril de 2025
Viola Davis segue Incrível como Daniele Sutton nesse frenético filme de ação. que Traz a "deep fake" como um ponto de discussão sobre o uso das IAs em contextos políticos. porém, o filme carece em alguns pontos como: o CGI, a atuação de alguns personagens secundários e uma trilha Sonora fraca.
Neia Santos
Neia Santos

1 seguidor 40 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 13 de abril de 2025
Roteiro patético..filme raso..a típica mulher indestrutível que derruba vários caras com o dobro do tamanho dela..sem lógica e nenhuma coerência 臘‍♀️ é chamar o telespectador de burro mesmo.
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