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Adriano Côrtes Santos
1.008 seguidores
1.229 críticas
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2,5
Enviada em 20 de dezembro de 2024
Cenas de ação boas, mas roteiro previsível e enredo clichê. "A Linha de Extinção", de George Nolfi, apresenta um cenário apocalíptico onde monstros matam a humanidade, mas não conseguem ultrapassar 2.400 metros de altitude. Os poucos sobreviventes vivem em vilarejos nas montanhas, entre eles Will (Anthony Mackie), que, após perder a esposa, precisa de ajuda para conseguir oxigênio para seu filho, Hunter (Danny Boyd Jr.), e se junta a Nina (Monica Baccarin), uma cientista. O filme, com um orçamento médio, oferece algumas boas cenas de ação, como a fuga no teleférico, mas peca pelo roteiro previsível e pela semelhança com outros filmes, como "Jurassic Park". Embora os atores principais tragam carisma, o enredo e a abordagem clichê limitam o potencial do filme, tornando-o apenas um passatempo razoável.
Uma coisa que sempre me incomoda demais é que assim como "Um lugar silencioso" por exemplo, sempre mostram o monstro no primeiro minuto de filme literalmente, cara se você usa um CGI PODRE (o que é comum atualmente no cinema) você tem que evitar ao máximo mostra-lo para não causar estranheza do público, é tão custoso assim você usar efeitos práticos criar um robô que se seja semelhante ao monstro que tem desejo criar ? Cara na década de 90 o filme Alien criou um dos melhores monstros do cinema e com muito menos dinheiro disponível e muito menos tecnologia disponível, mas que preguiça ridícula essa do cinema atual em criar um monstro de CGI que merda isso é revoltante, o monstro desse filme como qualquer outro beira ao ridículo parece que estou jogando um game de playstation 2, horrível. História genérica, cenas genéricas, diálogos genéricos, nenhuma cena de impacto.
Até os cavalos correndo no fundo da imagem eles usaram CGI, porra não tem dinheiro pra alugar alguns cavalos treinados para correr ao fundo da cena ?
A linha da extinção é um filme de ficção científica que foi dirigido por George Nolfi e contou com o roteiro de John Glenn, Jacob Roman e Kenny Ryan. O filme é ambientado em um mundo pós-apocalíptico, onde a humanidade foi praticamente destruída e os poucos sobreviventes vivem em regiões montanhosas na qual não sofrem com ataques de criaturas alienígenas. Nesse contexto, Will (Anthony Mackie) é um pai solteiro que tem um filho com problemas respiratórios que precisa de medicamentos. Com isso, Will decide sair dessa região para uma mais baixa para pegar suprimentos para o filho. Nisso conta com a ajuda de uma física, Nina (Morena Baccarin) e de Katie (Maddie Hasson). Sem dar muitas explicações, apenas sabemos que as criaturas brotaram do subterrâneo, dizimou cerca de 95% da população e que não conseguem escalar acima de de altitude. As criaturas são rápidas e conseguem rastrear facilmente os seres humanos por conta da nossa emissão de CO2. Apesar de ser um filme curto, da impressão de ser longo, pois o que se passa no filme já vimos em algum lugar, como o filme “Um lugar silencioso”. Porém,o grande problema do filme está em sua narrativa, pois não vemos nenhum elemento novo, tornado o filme super previsível. O que podemos elogiar é a boa fotografia do filme que consegue captar o isolamento em que o grupo de sobrevivente se encontra.
No começo, o filme cria uma expectativa por conta do ator, porém o roteiro é muito fraco, não explicam a origem, não tem cenas antes do "ocorrido", muito clichê, e sem nada de novo. Acredito que se houvesse uma explicação sobre os 2.400 metros de altura que os "besouros robóticos" não podem cruzar, a origem, e umas cenas mostrando de fato a chegada ou surgimento, seria mais vantajoso assistir. Não recomendo assistir com expectativas, serve para perder 1 hora e meia do seu tempo.
SABE AQUELA SENSAÇÃO QUE PERDEU 1H 20 MIN DA SUA FICA ESPERANDO ALGO QUE NÃO VEIO . O FILME ATÉ QUE INICIA BACANA MAS DO MEIO PARA O FIM FICA SEM LÓGICA
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