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Paula Moiana da Costa
1 seguidor
9 críticas
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5,0
Enviada em 6 de fevereiro de 2026
É um filme em que o título representa a própria ironia relacionada às 3 histórias. São relações onde o controle, submissão, idealização e obsessão refletem o amor, com aquele toque impressionista que só o Lanthimos consegue dar.
Na minha opinião, Lanthimos é um dos grandes expoentes da atualidade, e esta é uma de suas melhores obras.
É um filme em que o título representa a própria ironia relacionada às 3 histórias. São relações onde o controle, submissão, idealização e obsessão refletem o amor, com aquele toque impressionista que só o Lanthimos consegue dar.
Na minha opinião, Lanthimos é um dos grandes expoentes da atualidade, e esta é uma de suas melhores obras.
É um filme exótico, estranho, surreal. As três histórias fazem críticas disfarçadas de bizarrices. O filme propõe o questionamento, a reflexão. As atuações são muito boas, não há o que dizer. Gostei da ambientação e do tom tragicômico das tramas. Lanthinmos realmente sabe criar filmes excêntricos e, mesmo que a gente não entenda tudo de cara, continuamos interessados em assistir.
Uma distorção medíocre da realidade, envia uma mensagem subliminar ridícula que só mostra a infantilidade do diretor. Me admira os atores se prestarem a fazer esses filmes tão fracos.
Assisti o filme conhecendo a obra do diretor, mesmo sempre esperando algo diferente de Yorgos Lanthimos não consegui apreciar essa obra. O filme tem três historias diferentes (todas com o mesmo elenco) , a primeira historia foi a que mais me cativou, porém as outras duas se arrastam muito com varias cenas vazias , apesar de ser fã do diretor temos que separar a obra total de uma obra individual, achei o longa muito longo (desculpa o trocadilho) e a linguagem que ele usou me pareceu muito pedante. As atuações e as fotografias são lindas, porém falta uma narrativa mais elaborada que se preocupe menos em chocar o telespectador
Excelente, um filme com 3 histórias independentes, todos são uma viagem muito louca, mas é tudo sobre relações de dominância e a necessidade mórbida de pertencimento.
Não tão bom como "Dente Canino" e "A Lagosta", mas ousado e provocativo, porém longo, arrastado e polarizador. Dividido em três histórias independentes, "Tipos de Gentileza" explora poder, identidade e pertencimento com o típico absurdo de Yorgos Lanthimos. O filme, premiado em Cannes com Melhor Ator para Jesse Plemons, divide opiniões: imprevisível, mas arrastado e difícil de digerir.
Com 2h45 de duração e um elenco brilhante (Emma Stone, Willem Dafoe e Hong Chau), Lanthimos entrega uma obra provocativa que desafia o público. Não é seu melhor trabalho, mas reafirma sua coragem de criar cinema instigante, sem concessões.
O filme até tem uma história interessante, contando algumas histórias diferentes e esquisitas mais a execução são legalzinhas, Essas histórias em certos pontos ficam monótonas e chatas mais em geral elas são boas e interessante. O grande defeito desse filme é a duração o deixa o filme bem excessivo. A direção de Yorgos Lanthimos está bem competente e esquisita, já as atuações de Emma Stone, Margaret Quallet, Jesee Plemons estão boas.
O que dizer dessa tolha de fezes ser classificada como “arte”? Se vc tem pouco amor próprio e for um completo vagabundo, que não tenha nem mesmo coisas inúteis para ocupar seu tempo, certamente esse filme lhe é indicado. Em primeiro lugar, trata-se de um longa metragem dividido em 3 estórias, que disputam entre si pra ver qual seria a pior. O enredo foi escrito por algum maníaco que defecou o cérebro e esfregou a bunda no papel… cenas medonhas e diálogos repletos de verborreias sem nexo compõem esse estrume audiovisual. E por falar em áudio, a trilha sonora merece destaque, especialmente com o som de piano ao longo do filme, cuja as notas foram produzidas por um chimpanzé lobotomizado apertando teclas aleatórias. Emma Stone mais uma vez estrelando um chorume, parecendo estar determinada a virar um ícone do esgoto hollywoodiano - vai por mim, filmes pornográficos seriam mais nobres e com enredos melhores elaborados do que essa coisa! Certamente haverão pseudo-intelectuais que julgarão o filme ótimo e que se você não gostou “é pq não tem QI mínimo para compreender a obra”, mas certamente estão a um passo de respirarem ar de escapamento. Nas quase 3 horas desperdiçadas assistindo isso, sentia pena do editor, contava o tempo até o fim e desejava que um meteoro colidisse com a Terra. Bom, fica a dica de amigo: procura algo melhor pra ir fazer da vida (qualquer coisa servirá, sério!). Meia estrela é, verdadeiramente, um tipo de gentileza p/ essa b0$t4!
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