Não recomendado para menos de 14 anos
Canção ao Longe mostra a jovem arquiteta Jimena (Mônica Maria), que foi criada em uma família tradicional de Belo Horizonte e está em busca de seu lugar no mundo. Responsável pelo desenho técnico da nova sede da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, ela quer encontrar sua própria casa e deixar de morar com a mãe e a avó, além de cortar relações com o seu pai que, quando ela tinha apenas 4 anos, deixou o Brasil. Hoje, Jimena e o pai mantém contato através de cartas, mas em sua jornada de autodescobertas ela acaba tendo que lidar com uma série de questões que envolvem suas origens, seu corpo e suas relações familiares.
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Tinha tudo para ser um grande filme. O tema é interessante por tratar de questões raciais e miscigenação, muito oportuno à maioria do povo brasileiro, e a antagonia de elementos sonoros apresentados como os de uma construção e de uma orquestra seriam os pontos mais positivos da realização. No entanto o filme carece de crítica e embate político sobre a questão principal. Parece q os realizadores se preocuparam demais em fazer meras ...
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O filme retrata um estória original de maneira muito poética e trata de questões muito controversas de maneira delicada. A atriz principal é jovem e muito talentosa! As atuações são boas e a cidade de Belo Horizonte surge como um personagem da estória! Excelente filme!!!
Festival de Brasília
Premiado no 55º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, em 2022, com o prêmio de Melhor Ator para Carlos Francisco.
Diretora
A diretora Clarissa Campolina também é conhecida por títulos como Girimunho (2011), O Porto (2014), O Último Trago (2016) e Enquanto Estamos Aqui (2019).
Nacionalidade
Brasil
Distribuidor
Vitrine Filmes
Ano de produção
2022
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
2 curiosidades
Orçamento
-
Idiomas
Português
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-