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Diogo Codiceira
26 seguidores
962 críticas
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4,5
Enviada em 14 de julho de 2024
Os filmes de animação tem em sua principal característica levar mensagem de forma mais clara e objetiva, seja para o público infantil, seja para o público adulto. E essa animação consegue fazer isso com louvor. Aqui nessa continuação percebemos que a protagonista Riley está mais madura devido a sua puberdade e com isso ttraz consigo novos sentimentos ( ansiedade, tédio, vergonha e inveja). O filme traz uma consigo a ideia de como os sentimentos estão vinculados um com o outro e como a ansiedade que parecia algo fofo se tornou algo desastroso e fora de controle. Vale lembrar que o filme ainda destaca a dificuldade de nos mantermos positivos e alegres o tempo todo e como podemos controlar todos os nossos sentimentos. De forma leve e objetiva o filme se mantém em um alto nível. Por fim, o ponto crucial para o filme não foi a chegada da ansiedade e muito menos da nova emoção e sim o "senso de si". A condução para a convicção da personagem. É um filme que deve ser indicado ao oscar de melhor animação em 2025.
Ótimo filme, muito divertido e com assuntos muito importantes para os adolescentes. O filme é bem engraçado, mas não tem a mesma carga emocional do seu antecessor. Mesmo assim, ótimo filme.
Levei meu filho de 9 anos para assistir, confesso que fiquei decepcionada esperava mais. Mostrar a criança logo cedo as emoções de pré adolescentes adultos mesmo que lúdico não achei legal. Faltou também o sentimento do bom humor. A alegria estava muito preocupada com a ansiedade é o que mais toma conta hoje em dia das nossas maiores emoções.
VOÇES ESTRAGARÃO OS MEUS YOTUBERS DE MINECRAFT O QUE FOI ALGUS QUE SO TREES FORAM GOSTARAM MUITO QUE FEZERAM VIDEOS DO TEME DO FILME EU QUERIA QUE VOÇES NUNCA FIZEÇEN O PRIMEIRO FILME DE DIVERTIDAMENTE EU ODEIO TODOS VOÇES
Filme engraçado, descontraído e profundo. Por ser uma continuação de um filme que me fez seguir carreira na área da animação fui cheia de medos e expectativas, mas não decepcionou!
“Divertida Mente 2”, animação dirigida por Kelsey Mann, mantém a mesma essência do filme original, na medida em que seu foco está no retrato da formação da personalidade humana, por meio do desenvolvimento das nossas emoções.
E, assim como no primeiro filme, estamos diante de um momento de transição na vida da protagonista Riley (dublada por Kensington Tallman na versão original): a chegada da adolescência/puberdade, representada pela conclusão do Ensino Fundamental e a eventual chegada ao Segundo Grau/Colegial.
O curioso, nessa sequência, é que não é só Riley que está vivenciando transformações. Os sentimentos que a controlam, a Alegria (dublada por Amy Poehler na versão original), o Medo (dublado por Tony Hale na versão original), a Raiva (dublado por Lewis Black na versão original), o Nojinho (dublado por Lisa Lapira na versão original) e a Tristeza (dublada por Phyllis Smith na versão original) também terão que se adaptar à chegada de novos sentimentos na vida da amiga deles.
São eles: a Ansiedade (dublada por Maya Hawke na versão original), a Inveja (dublada por Ayo Edebiri na versão original), a Vergonha (dublado por Paul Walter Hauser na versão original), a Nostalgia (dublada por June Squibb na versão original) e o Tédio.
É por meio da convivência entre todos esses sentimentos que temos a grande mensagem por trás de “Divertida Mente 2”: a de que, independente do nosso desejo de controlá-los, todos nós somos feitos das emoções mais diversas e é justamente o equilíbrio e a vivência plena de cada um deles que faz de nós aquilo que somos e que constrói a nossa verdadeira personalidade.
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