Eu gostaria que a história falasse um pouco mais sobre o vilão, que mostrasse mais sobre as vítimas, que tentasse demonstrar com mais profundidade a maldade de toda a história. Não me impactou.
É um filme muito forte, cenas chocantes, tive que virar o rosto pois é muito forte. Infelizmente é baseado em fatos reais, o que deixa o filme ser mais triste ainda. O filme serve de alerta
Assisti o filme sem saber que era uma historia real ( fui descobrir apenas no final ) e mesmo assim o filme me prendeu do começo ao fim, a atuação e direção de Anna Kendrick Sheryl (Cheryl) é impecável, o ator Daniel Zovatto (Rodney) que até então não conhecia é perfeita, mostrando como um psicopata pode seduzir suas vitimas, destaco também a atuação Autumn Best (Amy) que nas poucas cenas que aparece se destaca e nós faz sentir uma empatia por sua personagem, sendo essencial pela trama toda. Não sou fã do gênero serial killer, porém o filme é muito bom e consegue entreter do começo ao fim,
Um filme baseado em uma história real que tinha tudo para ser impactante e memorável, mas que infelizmente não soube aproveitar seu potencial. A narrativa é tensa e triste por natureza, mas o roteiro não conseguiu transmitir a profundidade emocional que a história exigia. O desenvolvimento ficou vago, sem criar a apreensão necessária para envolver o espectador, o que deixou a trama perdida e sem força.
É frustrante ver uma produção com tanto material rico em mãos não conseguir transformar isso em uma experiência marcante. Tinham a faca e o queijo na mão, mas optaram por uma abordagem morna e sem alma. Uma oportunidade desperdiçada.
Eu não vou mentir: A Garota da Vez me pegou. Saber que a história de Amy é baseada em fatos reais só torna tudo ainda mais impactante. Não tem como não se arrepiar com a força dessa mulher, que foi colocada em uma situação aterrorizante e ainda assim conseguiu usar a cabeça, a coragem e uma estratégia impecável pra sobreviver. É o tipo de filme que me deixa de coração cheio por ver uma mulher sendo retratada como heroína da própria história — porque é isso que Amy foi.
Amy não é pintada como uma vítima indefesa nem como uma super-heroína inatingível. Ela é real, com medo, dor, mas também com inteligência e muita sagacidade. A maneira como ela manipula o algoz e vira o jogo é brilhante. Ver aquela cena final, em que ela escapa de maneira tão calculada, é o tipo de coisa que faz a gente querer levantar e bater palmas.
Agora, deixa eu falar uma coisa que esse filme me fez refletir e que precisa ser dita: quantos desses serial killers na história só escolhem mulheres como vítimas? Quantos deles são tratados como “doentes”, enquanto o que são, de verdade, é machistas covardes? Esses caras, no fundo, são frutos de uma sociedade que insiste em colocar mulheres como alvo fácil, como inferiores, como descartáveis. A Garota da Vez joga isso na nossa cara ao mostrar que, mesmo diante de todo o terror, é Amy quem tem que lutar e sair sozinha da situação.
O filme cumpre bem o papel de exaltar a força feminina e expor essas verdades amargas, mas confesso que senti falta de uma crítica mais direta ao sistema que permite que esses monstros existam e ainda os romantiza como “mentes perturbadas”. Não, eles não são gênios do mal. São covardes, ponto final.
No fim, A Garota da Vez é um grito por justiça e um lembrete de que mulheres não são vítimas passivas. É sobre inteligência, resistência e, acima de tudo, coragem. Amy é uma inspiração, e o filme merece ser visto e discutido.
Sinceramente esperava mais, um fato que poderia ter sido melhor explorado, cenas avulsas, não houve uma ordem narrada dos acontecimentos, não houve envolvimento verdadeiro das figuras femininas a não ser a última, que definiu o caso. conclusão é que quando achei que estivesse ainda no meio do filme, já tinha acabado. Tinha tudo para ser bom.
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