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Impactante e humanista, mas o ritmo inicial pode parecer lento.
O diretor australiano Peter Weir recria a trágica jornada de jovens soldados enviados ao front de Gallipoli, um dos episódios mais devastadores da Primeira Guerra Mundial. Seguindo os amigos Frank e Archy, dois corredores com sonhos e ideais, o filme explora como a guerra destrói não apenas vidas, mas também esperanças e juventudes. De forma sensível, Gallipoli mistura drama humano com comentários críticos sobre a brutalidade dos conflitos e o impacto emocional nos combatentes.
Com belas paisagens australianas e uma direção poética, o filme emociona ao mostrar como a amizade e os sonhos podem resistir, mesmo diante do horror.
O diretor australiano Peter Weir recria a trágica jornada de jovens soldados enviados ao front de Gallipoli, um dos episódios mais devastadores da Primeira Guerra Mundial. Seguindo os amigos Frank e Archy, dois corredores com sonhos e ideais, o filme explora como a guerra destrói não apenas vidas, mas também esperanças e juventudes. De forma sensível, Gallipoli mistura drama humano com comentários críticos sobre a brutalidade dos conflitos e o impacto emocional nos combatentes.
Com belas paisagens australianas e uma direção poética, o filme emociona ao mostrar como a amizade e os sonhos podem resistir, mesmo diante do horror.
Para os amantes do cinema que como eu, adoram um filme CULT, uma boa pedida é rever Mel Gibson no inicio de sua carreira ao lado do belo e talentoso ator Mark Lee, em GALLIPOLI, o épico que Peter Weir filmou em homenagem aos famosos Anzacs.
O filme é sobretudo, um manifesto anti-guerra que com sua abordagem lírica mas por vezes brutal tornou-se um dos grandes momentos na carreira do Diretor Australiano.
A Austrália, fez-se reconhecida como uma nação em 1901 e entrou para a História quando se fez aliada da Inglaterra na Primeira Guerra Mundial e teve milhões de seus soldados dizimados na mal planejada batalha contra a Turquia.
Vale à pena ver e rever a exuberante fotografia, a trilha sonora de Jean Michell Jarre e principalmente o Adágio de Albinoni, música tema da abertura e fim do filme.
O filme é sobretudo, um manifesto anti-guerra que com sua abordagem lírica mas por vezes brutal tornou-se um dos grandes momentos na carreira do Diretor Australiano.
A Austrália, fez-se reconhecida como uma nação em 1901 e entrou para a História quando se fez aliada da Inglaterra na Primeira Guerra Mundial e teve milhões de seus soldados dizimados na mal planejada batalha contra a Turquia.
Vale à pena ver e rever a exuberante fotografia, a trilha sonora de Jean Michell Jarre e principalmente o Adágio de Albinoni, música tema da abertura e fim do filme.
Um filme que conta a história da Austrália, defendendo o império, na primeira guerra mundial, fala sobre amizade, cultura do Egito, princípios de família, e tolice de uma liderança ruim, durante a guerra
Ruim é apelido pra esse filme, as cenas de batalha parecem ter vindo direto de um episódio de Chapolin. O personagem que em um dia é soldado no dia seguinte é general show de horrores, pra quem tem o conhecimento mínimo de cenários de guerra essa porcaria chega sangrar os olhos 濫濫濫
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