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Diogo Codiceira
26 seguidores
925 críticas
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3,0
Enviada em 27 de março de 2026
Clube dos Vandalos é um filme de ação/drama que contou com a direção e roteiro de Jeff Nichols. O filme é baseado no livro de Danny Lyon. A trama é ambientada no final da década de 1960, e acompanhamos Kathy (Jodie Comer), uma jovem que se apaixona e casa com Benny (Austin Butler), um integrante de um moto-clube, liderado por Johnny (Tom Hardy). Logo, o clube vai crescendo e ganhando grandes proporções em territórios americanos e causando preocupações nos seus principais ideia original do filme vem do fotolivro The Bikeriders, do jornalista e fotógrafo Danny Lyon, que conta a história do clube de motocicletas Chicago Outlaws Motorcycle Club, do qual ele fazia parte, por meio de fotografias e entrevistas que ele reuniu ao longo de vários anos na década de 60 e que foi originalmente publicado em 1968. O roteiro procura fazer as duas coisas ao mesmo tempo: vemos tal repórter gravando entrevistas entre os Vandalos e principalmente com Kathy e ao mesmo tempo a história vai se desenvolvendo na visão dela. Essa ideia é uma boa sacada e a fotografia do filme ajudou bastante isso. O roteiro oferece um recorte super específico de um cultura, sem romantizacao ou firulas, e aqui ainda temos as consequências da Guerra do Vietnã, dos jovens que voltaram, o crescimento das gangues e das drogas. Temos aqui um elenco muito competente e recheado de nomes conhecidos, além dos já mencionados, temos: Norman Reedus, Michael Shannon e Toby Wallace. O legal é que cada personagem dentro do universo do filme tem sua originalidade. O grande problema do filme está em sua narrativa, que acaba se fragmentado demais em subtramas desnecessária que nao se conectam necessariamente com a principal vivência pela Kathy ou até mesmo o próprio Benny. O que acaba deixando o roteiro em momento arastado demais e o filme longo. Faltou tbm o roteiro desenvolver melhor o lado feminino diante disso tudo. Uma vez que o filme é narrado pelo olhar de Kathy. Até existe isso, com o casamento de Kathy com Benny, mas é pouco contado, pouco mostrado. Os próprios rituais (nao os violentos) poderiam ser mostrados. Ficamos presos num clichê que o clube dos Vandalos se reune para beber, fumar e briga. Sabemos bem que nao era apenas isso. O filme deixa esse vazio e sensação de que poderia ser melhor.
Confesso que me decepcionei. Apesar de contar com um excepcional elenco a maioria os personagens são mal aproveitados. Um Austin Butler que parece estar no filme apenas para desfilar e arrancar suspiros do público feminino não cativa em nenhum momento, uma Jodie Comer esforçada, que apesar de ser a melhor entre os três principais entregou uma atuação apenas ok, e Tom Hardy que é sempre eficiente e não passou disso. Soma-se isso a um roteiro preguiçoso, arrastado e pouco criativo, que acaba criando subtramas que não se aprofundam em nenhum momento, temos esse Clube dos Vândalos, que de possível candidato a premiações na época, se mostrou uma grande decepção acerca da expectativa criada. Talvez agrade bastante aos fãs de motoclubes e etc. porém para mim foi uma total decepção.
Muito bom. Legal demais ver um filme sobre a cultura dos bikeriders, não é a minha, sou mais o lowriders, mas, o filme é bom. E quando vc é apaixonado por uma cultura, vc realmente deixa a família de lada pra viver aquela paixão...
O filme apresenta um desenvolvimento de roteiro bastante preguiçoso, sem aprofundar ou explorar com intensidade os pontos mais interessantes da trama. Um dos maiores desapontamentos é a ausência de uma trilha sonora marcante, especialmente considerando que a época retratada é famosa por seus inúmeros clássicos musicais, o que poderia ter enriquecido a experiência e imersão.
Apesar disso, o filme tem seu mérito ao trazer um retrato fiel e construtivo sobre o surgimento e o desenvolvimento dos motoclubes. É uma obra que vale a pena assistir para quem se interessa por esse universo, ainda que deixe a desejar em aspectos narrativos e artísticos que poderiam torná-lo mais impactante.
Austin Butler estrela esse filme sobre poder e suas escolhas com um roteiro que peca em algumas escolhas, mas acerta com tom musical e por sua boa direção de arte.
Clube dos Vândalos (Jeff Nichols) é visualmente deslumbrante, mas narrativamente desigual. Inspirado em um livro fotográfico de Danny Lyon, retrata uma gangue de motociclistas nos anos 1960. Apesar de performances marcantes — com destaque para Jodie Comer e Austin Butler —, o filme é criticado por sua lentidão e pela falta de intensidade emocional. A cinematografia impressiona, mas a abordagem distante enfraquece o impacto dos conflitos da história. Ideal para quem prefere dramas mais contemplativos que cheios de ação. Visualmente impecável e com boas atuações, especialmente de Jodie Comer e Austin Butler, Clube dos Vândalos encanta na estética e na ambientação. Mas o ritmo muito arrastado do filme, principalmente a partir do meio em diante, entendia bastante.
"Clube dos Vândalos" é um filme bom, com uma trilha sonora impecável e as atuações extraordinárias, mais não chega a ter uma narrativa cativante, com diversos cenários e personagens ao mesmo tempo o filme peca em seu roteiro principal.
Em suma "Clube dos Vândalos" tem uma história de No espaço de apenas uma década, um motoclube do Meio-Oeste dos Estados Unidos deixa de ser um ponto de encontro para desajustados locais e se transforma em um lugar sinistro, ameaçando o modo de vida do grupo original.
A ambientação é interessante e a narrativa bem construída a partir do discurso da protagonista Kathy (Jodie Comer). Apesar disso, parece haver um desinteresse na construção do roteiro, que por vezes soa apático. A atuação de Tom Hardy através do personagem Johnny é fantástica como de costume, apesar de que poderia ter sido mais bem explorada ao longo da trama. O personagem principal Benny, interpretado por Austin Butler (Elvis, 2022) é completamente sem sal, nada cativante e carismático, o que acaba por contribuir com a experiência "brochante" do longa. Apesar disso, diria que é um bom filme, porém fica a sensação de que poderia ter sido bem mais.
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