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Karlos Mesquita
1 crítica
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0,5
Enviada em 13 de março de 2023
"Escola da Quebrada" é um filme que perde a oportunidade de abordar temas relevantes da educação ao apoiar a linguagem neutra em vez de focar em reformas necessárias para simplificar o português. Além disso, não oferece abordagens pedagógicas, tornando-se uma influência ruim para jovens estudantes.
FILME FRACO QUER ENFIAR LINGUAGEM NEUTRA GUELA ABAIXO,NÃO VALE A PENA PERDER 1:03:00 DA MINHA VIDA VENDO ISSO PAREI AOS 20:00 COM NOJO,PODERIA ABORDAR A REALIDADE NAS ESCOLAS MAS NÃO FEZ, MILITÂNCIA PURA NÃO VALE A PENA VER
Um ataque a língua portuguesa, numa tentativa falha de ensinar o “gênero neutro” que FELIZMENTE não existe na língua portuguesa brasileira, ou seja, tenta empurrar uma realidade que só existe na cabeça de quem escreveu o filme. Resumindo, filme horrível!
Vim pesquisar a forma de criticar essas filmagem que quer ensinar linguagem neutra, isso já é foi negado no congresso nacional e loucura e ignorância querer usar linguagem neutra, vc fere todo o idioma. Querem normatizar oque não é normal. Não deveria nem ser exibido na televisão
ASSISTI O FILME INTEIRO e tenho que dizer uma coisa, que filme horrivel! A pior coisa que já assisti em minha vida e olhe que eu sou ativista, haviam causas muito importantes e que poderiam ter sido aproveitadas de uma forma maravilhosa, eles estavam com a faca e o queijo e não souberam o que fazer, a sensação que da é que tudo foi jogado para o ar. Uma vergonha ao cinema nacional.
Genérico, irrelevante e detestável. Eu não tenho nenhum preconceito com funk ou a tão polêmica linguagem neutra, mas mesmo assim o filme consegue ser tão horrível a ponto de me fazer desligar a televisão em menos da metade dele. É evidente a falta de experiência (ou esforço) da KondZilla nisso. Eu nunca vi um filme feito por brasileiros que conseguia retratar de maneira tão podre e estereotipada as escolas daqui. Parece até que uns gringos fizeram isso pensando: "já que é o Brasil, vamos colocar Funk em todo lugar e um monte de clichê pra completar". Espero que a KondZilla tenha aprendido com seus erros (no caso com O erro: esse filme inteiro) e fique apenas no ramo musical, de preferência, para sempre.
Quando a professora de PORTUGUÊS apareceu e escreveu "Bem Vindes".. larguei de mão.. lacração pura sem nem o mínimo de respeito a língua portuguesa (nem hífen tinha).
A palavra "horrível" poderia descrever o filme, pois não dialoga com a realidade. Claro que a questão do papel do aparato retratado no filme preenche um problema das redes públicas, ou seja, a ineficiencia e descaso com os alunos (pois muita gente vive isso e sabe como é), o que exemplifica a desigualdade sofrida pelo protagonista. Seria interessante se os produtores fizessem um tema fora da comédia que representasse a real questão do papel das escolas sem esse joguinho ideológico horroroso no filme, como exemplo o filme "Escritores da Liberdade".
Que filme ridículo, chega dá arrepio de tanta vergonha alheia, principalmente por causa da linguagem neutra, simplismente horrível, não desejo nem pro meu pior inimigo.
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