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1 crítica
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0,5
Enviada em 27 de fevereiro de 2026
Nunca avaliei um filme na minha vida, mas esse com certeza é o pior filme da minha vida, meu país nunca foi tão mau representado num filme, me identifiquei um pouco, mas continua sendo horrível
Quando a professora de PORTUGUÊS apareceu e escreveu "Bem Vindes".. larguei de mão.. lacração pura sem nem o mínimo de respeito a língua portuguesa (nem hífen tinha).
Que filme ridículo, chega dá arrepio de tanta vergonha alheia, principalmente por causa da linguagem neutra, simplismente horrível, não desejo nem pro meu pior inimigo.
Genérico, irrelevante e detestável. Eu não tenho nenhum preconceito com funk ou a tão polêmica linguagem neutra, mas mesmo assim o filme consegue ser tão horrível a ponto de me fazer desligar a televisão em menos da metade dele. É evidente a falta de experiência (ou esforço) da KondZilla nisso. Eu nunca vi um filme feito por brasileiros que conseguia retratar de maneira tão podre e estereotipada as escolas daqui. Parece até que uns gringos fizeram isso pensando: "já que é o Brasil, vamos colocar Funk em todo lugar e um monte de clichê pra completar". Espero que a KondZilla tenha aprendido com seus erros (no caso com O erro: esse filme inteiro) e fique apenas no ramo musical, de preferência, para sempre.
ASSISTI O FILME INTEIRO e tenho que dizer uma coisa, que filme horrivel! A pior coisa que já assisti em minha vida e olhe que eu sou ativista, haviam causas muito importantes e que poderiam ter sido aproveitadas de uma forma maravilhosa, eles estavam com a faca e o queijo e não souberam o que fazer, a sensação que da é que tudo foi jogado para o ar. Uma vergonha ao cinema nacional.
Se esse filme fosse 88 vezes melhor, poderia chamá-lo de ruim; é a pior coisa que já vi na minha vida. Quase passei mal; isso deveria ser considerado um atentado ao pudor, é pior que os crimes que passam no Cidade Alerta ou no Datena. É horrendo, é triste, é lamentável. Se você assistir a esse filme perto de um defunto, ele levanta para desligar.
A palavra "horrível" poderia descrever o filme, pois não dialoga com a realidade. Claro que a questão do papel do aparato retratado no filme preenche um problema das redes públicas, ou seja, a ineficiencia e descaso com os alunos (pois muita gente vive isso e sabe como é), o que exemplifica a desigualdade sofrida pelo protagonista. Seria interessante se os produtores fizessem um tema fora da comédia que representasse a real questão do papel das escolas sem esse joguinho ideológico horroroso no filme, como exemplo o filme "Escritores da Liberdade".
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