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Mauro A
16 seguidores
99 críticas
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3,5
Enviada em 3 de outubro de 2022
Este filme é ideal para quem, como eu, tem pavor de altura e está a fim de sentir uns calafrios, se não, nem veja o trailler. Apesar do filme ficar o tempo todo no mesmo assunto, das duas garotas tentando descer da torre, não fica cansativo e nem maçante. Certo é que, depois que vi A QUEDA, nunca mais subo nem em escada de construção civil. Interessante que, no cinema, havia um senhor numa cadeira atrás da minha que, em dados momentos, ele se levantava como se tivesse tomado um susto e corria lá fora e depois voltava.
Um bom filme que testa os limites dos personagens. O filme trás uma sensação de aflição aos telespectadores devido a sua ambientação. Apesar de eu acreditar que o fator altura foi pouco explorado e os personagens não passaram por tantos perigos e provações assim.
Os personagens se tornam muito vulneráveis e isso nos deixa a dúvida do que chega a ser real ou não. As atuações e fotografias foram "ok", mas nada demais.
Achei que a história paralela foi só pra encher lingüiça. Completamente dispensável.
Acredito que seja um bom filme, mas já tivemos outros parecidos e bem melhores. Esse filme tinha potencial para ser melhor.
Minha opinião: Um filme de suspense que teve a criatividade de passar em uma torre de transmissão desativada no meio do nada, onde celular não pega. O filme começa Virgin, Grace e seu namorando fazendo uma escalada, onde acontece um acidente trágico e ele cai. Grace fica 1 ano em profunda depressão, só bebendo e largando todo o resto. Seu pai Jeffrey sempre preocupado com a filha. Passado um ano sua amiga Virgin vem para anima-la a sair deste estado e tras um desafio de escalar a torre e jogar lá de cima as cinzas do namorado. Ela aceita e as duas vão, sem avisar ninguém. Quando chega no topo, elas tiram várias fotos, mas em momento sua mochila cai e a água estava na mochila e quando vão pegar a escada cai. E elas ficam presa no topo da torre. E assim vai passando os dias e no meio delilante segredos vão sendo revelados. E quando chega no final maiores supresas guarda o filme. Praticamente todo filme se passa na torre. Será que elas sobreviverão? Esta é grande pergunta. O filme consegue sim trazer um sentimento de suspense e apreensão de quem esta assistindo. Não como no filme “127 horas” com James Franco, que também o filme todo se passa ele em uma rachadura onde seu braço fica preso em uma rocha. Aqui o desafio era maior pois as cenas são somente com ele. Mas neste filme conseguiu trazer mais suspense e apresão do publico. Para quem gosta de passar este friozinho na barriga, recomendo o filme. Roteiro e enredo são receitas que já conhecemos. Apenas o local é diferente. Vale apena assistir? Sim para quem curte. Nota: 6,5
filme bom pra quem gosta de sobrevivência e magnífico história cheia de surpresas até mesmo em um cenário pequeno tem partes que peca um pouco, com a força que ambas atrizes tem nem sendo melhor no crossfit mas tirando isso no meio do filme muito bom e o final sensacional recomendo
Um primeiro ato promissor, 2° ato com uma cena marcante, talvez um dos mais emblemáticos do cinema em 2022 e fecha com um 3° ato menos impactante. Vale a pena conferir.
A queda foi dirigido por Scott Mann que também roteirizou e contou com a ajuda de Jonathan Frank. Inicialmente a obra seria apenas um curta, mas Scott acabou depois transformando em longa. A história gira em torno de Becky (Grace Caroline Currey) que acaba perdendo o seu marido em uma escalada. A mesma acaba entrando em processo depressivo e quase antes que cometesse o suicídio, sua melhor amiga Hunter (Virginia Gardner) que também esteve presente no acidente, acaba convidando para escalar uma torre de comunicação com mais de 600m. É evidente que algo de muito errado iria acontecer, e com isso, as moças acabam presas no topo desta torre. A direção do filme é eficiente com relação as tomadas das câmeras a ponto de nos dar vertigem e aflição. O roteiro por mais clichês que seja para esse tipo de filme, consegue alinhar e desenvolver bem as personagens, a ponto de entendermos que Hunter é a irresponsável que apenas visa likes e visualizações em lives e Becky, a medrosa, traumatizada que está disposta a ser curada. Essa dinâmica é importante para que o filme possa render e não ficar apenas no obvio. O terceiro ato tem uma interessante plot, que garante um final digno.
Para não deixar a personagem principal sem profundidade e rasa, resolveram dar um background para ela vivendo um luto, o que é válido, mas em certos momentos isso fica um pouco melodramático demais (talvez eu que esteja sendo insensível kkkk). Em um certo momento, elas estão a 600 metros de altura e o vento está de boas, como se elas estivessem no chão. Mas é um bom filme, bem produzido, para quem tem medo de altura ou ao mesmo um certo desconforto, não é muito recomendável, em certos momentos dá uma aflição e agonia. É um ótimo filme de sobrevivência e força de vontade, a personagem principal está destruída por conta do luto, porém encontra forças na vontade de viver para continuar sobrevivendo. E tem um ótimo plot twist.
Um suspense que te convida a desafiar seus limites sobre o aceitável, compreensão e empatia. Um filme muito inteligente que entende seus limites entre real e surreal nos entregando cenas tensas de tirar o fôlego, sem necessidade de extrapolar o que entendemos como realidade. Os atores conseguem entregar uma atuação simples, mas que consegue servir os momentos de tensão e emoção que o filme apresenta. Sinto que o filme não tem muita confiança em si mesmo, tentando apresentar elementos sem necessidade por medo da má aceitação por parte do público.
Filme bom, serve para passar o tempo. Um pouco cansativo, mas me prendeu no inicio ao fim. Achei o final pouco explorado... ficamos o tempo todo esperando pelo desfecho e é algo bem vago.
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