Conclave
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3,9
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111 Críticas do usuário

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Adriano Côrtes Santos
Adriano Côrtes Santos

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4,0
Enviada em 29 de novembro de 2024
Conclave (2024), dirigido por Edward Berger, adapta o romance de Robert Harris, focando na intriga e tensão durante o processo de escolha de um novo Papa. O filme é uma celebração do talento dos atores, com performances marcantes de Ralph Fiennes, Stanley Tucci e John Lithgow, e uma direção primorosa que destaca todos os aspectos técnicos, incluindo fotografia, figurino e trilha sonora. Ambientado no Vaticano, o enredo gira em torno de um conclave papal, onde cardeais com visões e atitudes diferentes disputam a sucessão após a morte do Papa. Cada personagem traz à tona suas ambições e segredos, que começam a se revelar, abalando a confiança dos outros.

Embora o filme seja vendido como um thriller, ele é mais um drama intenso que explora a luta pelo poder e a tensão religiosa. A revelação nos minutos finais traz um plot twist que desafia normas conservadoras da Igreja, proporcionando um choque para os mais tradicionais, ao mesmo tempo que toca em temas de diversidade e os novos tempos. A personagem de Isabella Rossellini, Irmã Agnes, se destaca como uma peça chave na trama, oferecendo uma reviravolta significativa.

No geral, Conclave é um filme que combina uma excelente construção de personagens e um enredo envolvente com elementos de mistério e drama, deixando uma impressão duradoura ao questionar as estruturas rígidas da Igreja e de poder.
Ravi Oliveira
Ravi Oliveira

24 seguidores 501 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de abril de 2025
Sinopse:
CONCLAVE acompanha um dos eventos mais secretos e antigos do mundo: a escolha de um novo Papa. Após a morte inesperada do atual pontífice, o Cardeal Lawrence (Ralph Fiennes) é encarregado de conduzir esse processo confidencial. Os líderes mais poderosos da Igreja Católica de todo o mundo se reúnem nos corredores do Vaticano para participar da seleção, cada um com suas próprias ambições. Lawrence se vê no centro de uma conspiração, desvendando segredos que ameaçam não apenas sua fé, mas também as fundações da Igreja.

Crítica:
"Conclave", dirigido por Edward Berger e adaptado do romance de Robert Harris, é uma obra que provoca reflexão enquanto explora os recantos sombrios e intricados da escolha do próximo papa. Com um elenco estelar liderado por Ralph Fiennes, Stanley Tucci, John Lithgow, Sergio Castellitto e Isabella Rossellini, o filme aproveita seu potencial dramático para pintar um retrato envolvente do poder, da ambição e da fé.

A narrativa se desenrola em meio à atmosfera tensa do Vaticano, onde os cardeais se reúnem para eleger seu novo líder. Fiennes brilha como o cardeal Thomas Lawrence, que, ao mesmo tempo em que é um homem de fé, se vê enredado em um jogo político profundo e traiçoeiro. O filme habilmente mostra os conflitos internos de Lawrence, balançando entre a tradição e os escândalos que reverberam entre os candidatos. Isso não só mantém o espectador intrigado, mas também levanta perguntas pertinentes sobre a moralidade e a transparência dentro de uma instituição tão venerada.

Berger, conhecido por sua habilidade em construir narrativas tensas, utiliza os corredores do Vaticano como um microcosmo para discutir temas universais de liderança e corrupção. A cinematografia é rica em detalhes, capturando a grandiosidade e a claustrofobia do ambiente vaticano. A trilha sonora, sutil mas impactante, complementa a construção de tensão, elevando momentos cruciais da trama.

Os diálogos, escritos por Peter Straughan, são afiados e reveladores, revelando as motivações pessoais dos cardeais e suas interações complexas, cheias de alianças e rivalidades. Isso transforma o filme em um verdadeiro drama psicológico, onde cada decisão é uma dança cuidadosa entre obrigações e interesses pessoais.

"Conclave" não se limita a ser um thriller político; é uma exploração profunda da fé, do poder e da humanidade inerente em cada um. Ao desenrolar um enredo que mantém o espectador à beira do assento, o filme provoca reflexões sobre até onde os indivíduos irão por sua crença e os pesos das decisões que moldam o futuro de milhões.

Em suma, "Conclave" é uma adição notável ao gênero, que combina excelência dramática com questionamentos filosóficos, fazendo-o não apenas um entretenimento, mas uma reflexão essencial para o público moderno.
NerdCall
NerdCall

59 seguidores 476 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 23 de janeiro de 2025
Conclave, dirigido por Edward Berger, chega com a promessa de ser um drama sofisticado e intrigante, seguindo os passos do aclamado Nada de Novo no Front, que rendeu ao diretor um Oscar de Melhor Filme Internacional em 2023. Trazendo novamente um orçamento de 20 milhões de dólares, Berger se propôs a explorar um dos processos mais sigilosos e fascinantes do mundo: a escolha do novo Papa, durante o tradicional conclave do Vaticano. Com um elenco estelar liderado por Ralph Fiennes e Stanley Tucci, além de uma equipe técnica afiada, o filme parecia destinado a ocupar um lugar de destaque na temporada de premiações. Mas, como tantas produções com alta expectativa, Conclave tropeça em sua própria ambição ao não sustentar o impacto emocional e narrativo que promete.

Desde o início, Conclave impressiona por seu design de produção meticuloso e pela recriação detalhada do processo de seleção papal. A equipe de Berger realizou uma pesquisa profunda para traduzir o sigilo e a grandiosidade do conclave em tela. Cada detalhe do ambiente, desde os figurinos dos cardeais até os cenários claustrofóbicos da Capela Sistina, contribui para uma atmosfera de isolamento que se torna quase palpável. Berger utiliza o espaço para amplificar a tensão e o mistério, enquanto o design de arte, impecável em sua execução, confere um realismo que enriquece a experiência do espectador. Essa ambientação cuidadosamente elaborada é um dos maiores trunfos do filme e, sem dúvida, será lembrada nas categorias técnicas das premiações.

No centro da narrativa está Ralph Fiennes, interpretando o cardeal responsável por organizar o conclave. Com uma performance que equilibra fragilidade emocional e autoridade moral, Fiennes entrega um trabalho digno de destaque. Seu personagem, inicialmente um mero facilitador do processo, se vê imerso em uma teia de segredos, mentiras e dilemas pessoais. A dinâmica entre os cardeais, representados por um elenco diversificado e talentoso, é outro ponto alto do filme. Stanley Tucci, em particular, brilha em suas aparições, trazendo nuances e complexidade ao seu papel. A trama é construída de forma a manter o público intrigado com os mistérios por trás de cada cardeal, suas alianças políticas e convicções morais, que oscilam entre visões conservadoras e liberais.

Berger demonstra habilidade ao manter o público imerso nesse ambiente denso e repleto de tensão durante a primeira metade do filme. Cada cena é carregada de simbolismos e camadas de significado, enquanto os diálogos revelam pedaços importantes da narrativa. A sensação de suspense é cuidadosamente orquestrada, e a trama parece caminhar para um clímax arrebatador. No entanto, o que começa como uma obra intrigante e cheia de potencial, logo se revela previsível e formulaica.

O maior problema de Conclave reside em sua estrutura narrativa. Na metade do filme, praticamente todos os mistérios e segredos apresentados são resolvidos, esvaziando o suspense que sustentava a história até então. O foco retorna à escolha do novo Papa, que deveria ser o ponto central do longa, mas perde força devido à previsibilidade do desfecho. Embora o roteiro tente introduzir um novo plot twist nos minutos finais, ele surge tarde demais e carece de desenvolvimento para causar o impacto desejado. A transição entre a resolução dos mistérios e a retomada da narrativa principal é abrupta e dilui o envolvimento emocional do espectador.

Além disso, Conclave desperdiça a oportunidade de aprofundar questões morais e políticas que poderiam enriquecer a trama. O embate entre as visões conservadoras e liberais dos cardeais é apenas superficialmente explorado, sem que o filme se comprometa a desenvolver um debate mais profundo sobre o impacto dessas escolhas. O roteiro se contenta em pincelar essas questões, deixando de lado a complexidade que o tema merece.

No entanto, nem tudo se perde. A direção de Berger continua sólida, e sua habilidade em criar atmosferas tensas é inegável. A trilha sonora e a fotografia complementam a ambientação, contribuindo para uma experiência visual e sensorial envolvente. O elenco, liderado por Fiennes e Tucci, eleva o material que tem em mãos, trazendo camadas de profundidade mesmo quando o roteiro falha em explorá-las.

Em resumo, Conclave é um filme tecnicamente impressionante, com atuações marcantes e uma premissa fascinante. No entanto, sua incapacidade de sustentar o mistério e a tensão até o final, combinada com a superficialidade na exploração de temas morais, impede que a obra atinja todo o seu potencial. Berger demonstra novamente seu talento para construir narrativas grandiosas, mas aqui, a execução fica aquém das expectativas. Ainda assim, Conclave é uma experiência que vale a pena pela sua atmosfera imersiva e pelas performances de seu elenco, mesmo que a previsibilidade do roteiro deixe um sabor agridoce.
Nelson J
Nelson J

51.030 seguidores 1.977 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de janeiro de 2025
Ralph Fiennes em grande forma. Um filme interessante sobre o conclave e seus bastidores. Exagera na parte política e na diversidade. Bastante inverossímel.
Carlos P.
Carlos P.

266 seguidores 431 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 1 de março de 2025
É um dos grandes filmes do ano. Bom roteiro, ótimos atores e uma história bastante intensa. Já vi dizerem que exageraram demais, descredbilizando um conclave. Entendo isso como sendo óbvio, pegaram uma situação e criaram histórias dramáticas, vilões e mocinhos ao redor disso, é mais ou menos o que acontece em todo filme. Acho um bom filme e com várias reviravoltas durante o filme(não de chocar/surpreender mas de viradas de jogo mesmo). Gostei bastante.
CinefiLov❤️
CinefiLov❤️

20 seguidores 186 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 29 de janeiro de 2025
eu sou católico apostólico romano e o filme me despertou diversas reflexões que pensava que nem existiam, como por exemplo as intrigas, ambições e dilemas morais dos cardeais que são homens com suas próprias fraquezas e desejos, uma reflexão sobre a natureza humana da igreja e sobre a importância da santidade pessoal de cada membro, o filme também nos mostra os desafios de conciliar a fé com as exigências do poder e as pressões politicas, uma reflexão sobre a importância de escolher líderes que estejam verdadeiramente comprometidos com esses valores. O filme causou muita polêmica devido a revelação do novo papa ser uma pessoa intersexo, gerando debates sobre a interpretação da fé a inclusão e a tradição da igreja católica.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 885 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 1 de março de 2025
Conclave foi dirigido por Edward Berger e contou com o roteiro de Peter Straughan.A trama foi baseada no livro com mesmo nome, lançado em 2016 pelo britânico Robert Jarris O filme recebeu 7 indicações para o oscar de 2025: melhor filme, melhor ator (Ralph Fiennes), melhor atriz coadjuvante (Isabella Rossellini), melhor roteiro adaptado, melhor trilha sonora, melhor direção de arte, melhor montagem e melhor figurino. A trama gira em torno do falecimento do papa e a escolha de um novo. Para isso, o cardeal Lawrence (Ralph Fiennes) deve ser o responsável por organizar o conclave, reunindo todos os sacerdotes. Em um verdadeiro jogo político de ambição, a escolha de um novo papa vai ficando difícil. O filme tem uma temática diferente, pois ao pensarmos em um conclave, não um dos assuntos que enchem os olhos. E adicionar a algo tão sem graça as jogadas políticas e de ambições dos principais candidatos faz o filme ganha um entorno muito interessante. O filme nos coloca em um verdadeiro jogo de trono, de um lado temos a escolha de um membro da situação Cardeal Tremblay ( John Lihgow) e outro da oposição e puramente conservador com falar preconceituosas, Cardeal Tedesco (Sergio Castellitto). Ainda temos um candidato africano (o que seria o primeiro papa negro e da África). Para não perder completamente o foco, o roteiro agiu bem em focar praticamente toda a ação em seu personagem principal, Lawrence, pois o mesmo parecia ser o mais justo entre todos, mesmo estando descontente e não querendo ser eleito papa. Mas isso não quer dizer que os personagens coadjuvantes não brilharam, destacamos ainda Isabella Rossellini como Irmã Agnes. Talvez o único pecado do filme seja a aparição de um cardeal secreto, que é o Vicent (Carlos Diehz), não pela falta de explicação, mas que apareceu para ser um elemento final da trama e isso estava na cara desde sua primeira aparição.
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 6 de março de 2025
Conclave mergulha no cerne da política eclesiástica ao retratar o conclave para eleger um novo papa após uma morte inesperada. O roteiro, adaptado do romance de Robert Harris, estrutura-se em três dias de tensão, revelando segredos que desafiam a moralidade dos cardeais. A trama é habilmente construída, com reviravoltas como a acusação de simonia contra Tremblay e o passado de Adeyemi com uma freira, sustentando o suspense. No entanto, críticos como Katie Walsh (Los Angeles Times) apontam que o enredo, embora envolvente, é "um mistério muito fino", dependente de convenções do gênero. A explosão terrorista no terceiro ato, embora impactante visualmente, parece um recurso abrupto para acelerar o clímax, levantando questões sobre coerência narrativa. Ainda assim, a exploração de temas como hipocrisia e poder mantém o espectador engajado, mesmo que a profundidade filosófica seja, por vezes, sacrificada em prol do ritmo.

O elenco de Conclave é seu maior trunfo. Ralph Fiennes, como o cardeal Lawrence, equilibra gravidade e vulnerabilidade, personificando um homem dividido entre dever e dúvida. Stanley Tucci (Bellini) e John Lithgow (Tedesco) entregam nuances que transcendem caricaturas, embora Sergio Castellitto (Tremblay) roube cenas com sua ambiguidade moral. Isabella Rossellini, como a irmã Agnes, adiciona camadas de mistério com poucas falas. Contudo, a representação do cardeal nigeriano Adeyemi (interpretado por um ator não nomeado no material) gera controvérsia: Otosirieze Obi-Young (Open Country Mag) critica a associação do único candidato africano a um escândalo sexual, reforçando estereótipos coloniais. Apesar disso, as performances geralmente elevam o roteiro, oferecendo complexidade onde o texto poderia ser raso.

Peter Straughan, vencedor do Oscar por Melhor Roteiro Adaptado, constrói diálogos afiados que refletem as fissuras ideológicas da Igreja. A tensão entre progressistas e tradicionalistas é articulada com inteligência, evitando maniqueísmos fáceis. No entanto, o discurso final de Benitez (arcebispo intersex), embora poderoso em sua mensagem de inclusão, é criticado por seu tom genérico. A revista Angelus compara-o a "um texto do ChatGPT", acusando-o de superficialidade. Além disso, a revelação da condição intersexo de Benitez, embora inovadora, é introduzida tardiamente, deixando pouco espaço para desenvolvimento. Ainda assim, o roteiro brilha ao humanizar figuras hierárquicas, mostrando cardeais como seres falíveis, não apenas símbolos institucionais.

Edward Berger e o diretor de fotografia (não citado) transformam o Vaticano em um personagem silencioso. A Capela Sistina é filmada com ângulos claustrofóbicos, enfatizando o peso da tradição. A paleta de cores, dominada por tons terrosos e dourados, contrasta com a frieza dos corredores administrativos, simbolizando a dicotomia entre espiritualidade e burocracia. Cenas como a explosão na capela são coreografadas com precisão, usando luz e sombra para amplificar o caos. A crítica Manohla Dargis (The New York Times) observa que a estética reflete a autoimagem da Igreja — grandiosa, porém envelhecida. A fotografia, portanto, não apenas embeleza, mas também critica.

Embora detalhes específicos sobre a trilha sonora sejam escassos, a música em Conclave cumpre seu papel ao sublinhar a tensão sem dominar as cenas. Acordes graves de órgão ecoam durante votações, lembrando a solenidade do ritual, enquanto cordas discretas acompanham investigações secretas. A ausência de uma trilha marcante pode ser vista como uma falha para alguns, mas funciona como uma escolha estilística, permitindo que o silêncio — tão crucial em ambientes monásticos — fale por si.

O desfecho, com a eleição do cardeal Benitez (intersex), é tanto provocativo quanto polarizador. Para Peter Debruge (Variety), trata-se de "uma reviravolta satisfatória", enquanto Richard Lawson (Vanity Fair) a considera "imprudente". A revelação da condição de Benitez desafia noções de identidade e divindade, mas sua rápida resolução — ele aceita o papado sem confrontar publicamente seu segredo — dilui o impacto potencial. A cena final, com Lawrence contemplando freiras no pátio, sugere uma ambiguidade deliberada: é uma metáfora de esperança ou resignação? O bispo Robert Barron critica o final como "previsivelmente progressista", mas é inegável que ele instiga debate, algo raro em filmes de suspense.

Conclave é uma obra paradoxal: tecnicamente impecável, com direção segura e atuações memoráveis, mas dividida entre ambição intelectual e convenções comerciais. Seu maior mérito está em humanizar um processo históricomente mitificado, mostrando a Igreja como um espelho das contradições humanas. No entanto, falha ao aprofundar questões como colonialismo (na representação de Adeyemi) e intersexualidade, optando por gestos simbólicos em vez de análise substantiva. Culturalmente, o filme ressoou além das telas, viralizando em memes que ironizavam sua seriedade — um testemunho de sua relevância, ainda que involuntária.

Em síntese, Conclave é um triunfo como entretenimento sofisticado, mas sua busca por equilíbrio entre crítica social e suspense o impede de atingir grandeza. Como observou Alexander Payne, é "fascinante e engraçado", porém, como arte, deixa a sensação de que poderia ter sido mais corajoso — um pecado de omissão em um filme sobre escolhas morais.
Artur V.
Artur V.

32 seguidores 166 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 1 de novembro de 2025
Merece, indubitavelmente, meus elogios. Ótima produção, com ritmo, escalada, lógica e que, essencialmente, considera sua atenção.
MAGRAOBL
MAGRAOBL

29 seguidores 402 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 11 de maio de 2025
[10/05/2025 - Prime Video]

O filme é bom e recomendo.
Dito isso, o filme trata de um ambiente que imaginamos como é mas na verdade é tudo um mistério.
Apesar disso, o filme trata de temas e escândalos da igreja e da ambição do homem, independente do quão religioso ele seja.

Já o plot twist toca num tema delicadíssimo e para muitos, o desfecho do plot twist, possa ser visto como uma profanação da igreja...
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