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Cláudio B.
1 seguidor
21 críticas
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2,5
Enviada em 10 de maio de 2025
Esse filme tinha um potencial enorme. Mas aí a vontade de lacrar é maior e estraga a história. História forçada e inverossímil. O que salva são as ótimas atuações dos atores e os cenários. Mas a história é ruim.
O filme é até bom, mas tinham que dar uma wokezada no final. Rsrs temos uma Papa. Contudo é um bom filme, mesmo pra quem não é religioso, mostra como a política sempre sobre sai em qualquer tipo de sociedade.
CONCLAVE é esquemático, quadrado e pesadão, previsível, pretensamente liberal e "pra frente", afundado na falta de noção da cultura woke e detentor daquela áurea que o Oscar adora, ou seja, é chato pra c*ralho!
O filme mostra de forma bem lenta e superficial como funciona o sistema de eleições mais antigo e misterioso do mundo, deu a entender que ninguém que se interessa pelo papado faz isso pela fé ou pelo povo e que tudo se resume a poder, o filme não explora de maneira aprofundada oq motiva os cardiais a se elegeram para ser o novo Papa, na verdade apenas um dos eleitores deixa isso bem claro e foi só ódio puro a outras crenças e o plot twist foi meio sem sentido.
De início achei todas ideias uma insanidade, mas levando em conta tudo que a Igreja tem se tornado e o que tem defendido, não se torna totalmente fantasioso!
Consegue ler o absurdo que é isso? O absurdo que é essa cultura de diversidade de genero? Filme estava indo tão bem, as sabotagens entre os irmãos para alcançar o topo, as revelações, traições, investigações, discursos de ódio de um representante, discurso de paz e amor vindo do outro, os ataques muçulmanos representando a hostilidade entre crenças, suspense, drama. Mas no final de tudo na ultima cena que é então revelado que o papa eleito é um homem trans, pra mim acabou com a qualidade do filme, NUNCA que a igreja católica iria aceitar um homem trans em seu grupo, muito menos assumir o cargo de maior poder. Mas no filme resolveram dar esse final, pra mim é uma ofensa ao catolicismo, ofensa aos papas, ofensa a tudo e todos esse pecado de se assumir a um sexo que não foi lhe dado no nascimento deveria ser crime, pois tenho certeza que é pecado. Lamentável o final desse filme.
Surrar a Igreja Católica, cachorro morto em meio à intelectualidade "progressista", tem passe livre, não não põe em risco de "cancelamento" nenhum os responsáveis. Ainda mais se a narrativa se apresenta em termos criptofarsescos, de fácil apelo aos estereótipos e chichês sobre a "Santa Madre" que se cristalizaram nos últimos 50 anos. Quando a bomba explode junto à Capela Sistina, até se chega a pensar, por instante, que a sequência se revelará pesadelo do cardeal "sério" ... Que nada, o escracho simplório, feito para agradar o boçal amestrado, a partir de então, rola solto, sempre em chave "realista". O hermafrodita que engana o cardinalato com mensagem do bem e, na ótica dos criadores, aponta simbolicamente para o espírito que deve passar a ser o da Igreja, para a corrupção ser vencida, serve de apoteose para a canastrice empurrada boca adentro de um público infantilizado. Para ser o American Pie para gente que se acha crítica, politizada e "cult" só faltaram os ruídos de flatulências durante os momentos de silêncio do "Conclave".
Filme ambicioso, usa recursos técnicos sem maior sofisticação, sob uma direção convencional. Figurino, atuações de Ralph Fiennes e Isabela Rosselini, soberbos. Roteiro enfadonho, tenta emplacar cliches e preconceitos que permeiam a Igreja, há os progressistas, os conservadores, fala-se de racismo, pedofilia, nada alem do tanto já divulgado com vinculação à Igreja Católica. Com todo o cuidada de não dar spoiler, o climax é totalmente implausível, e um aceno prosélito ao identitarismo
Filme inverossímil. Argumentos e discursos rasos. Filme regular, mas não impressiona. Na tentativa de abordar questões de corrupção, gênero, escândalos sexuais, ... se perde completamente em cenas absurdas e sem sentido, diálogos superficiais e muito maniqueístas. Esperava muito mais do filme.
Com muitos segredos, misterios e um pouco de tensão. Conclave é ate interessante nas partes das revelações, mas nas partes dos votos é bem chata e repetitiva
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