Conclave
Média
3,9
553 notas

111 Críticas do usuário

5
22 críticas
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Laura Emanuele Marques Lima
Laura Emanuele Marques Lima

1 seguidor 22 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de março de 2025
Uma obra-prima ❤️ simplesmente incrível, muito bem desenvolvido, desde o início até o final, cada detalhe é impecável 

Vale a pena assistir: amo ver o pós trás das câmeras de fatos que sabemos que existe, mas nunca teremos a oportunidade de ver kkkkk
Melo Spindola
Melo Spindola

10 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 20 de abril de 2025
O filme mostra de forma bem lenta e superficial como funciona o sistema de eleições mais antigo e misterioso do mundo, deu a entender que ninguém que se interessa pelo papado faz isso pela fé ou pelo povo e que tudo se resume a poder, o filme não explora de maneira aprofundada oq motiva os cardiais a se elegeram para ser o novo Papa, na verdade apenas um dos eleitores deixa isso bem claro e foi só ódio puro a outras crenças e o plot twist foi meio sem sentido.
Juliana F
Juliana F

5 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 14 de dezembro de 2024
Um conclave acontece após a morte ou a renúncia de um Papa, na Igreja Católica Apostólica Romana. O Colégio dos Cardeais se reúne no Vaticano para uma votação secreta, e assim escolher o novo líder da Igreja.
Luciano F.
Luciano F.

30 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 10 de março de 2025
O filme é muito bom. Enredo, desenvolvimento, atuações...tudo magistral. Minha única crítica é que, por ser um filme de esquerda, progressista, o filme apresenta de forma rasa resoluções sobre questões sensíveis da igreja, além de demonizar conservadores, dividindo os candidatos ao papado entre puritanos, bonzinhos(esquerda) e, de forma caricata, os de mente fechada e retrógrados (conservadores)
Jackson Maldonado
Jackson Maldonado

33 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 5 de maio de 2025
shisubsibiajjajajajsjsksjsjbsvshshdhshjsjdjdjdjfjfkkvkgkckckdjsjsjjdjddjjdjdjdjdjdjdjdjdjfjfjdjjdjjdjsj
Tereza Portela
Tereza Portela

10 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 24 de abril de 2025
É claro que o filme remete a reflexões sobre as tradições, extremismos, corrupção, santidade, conservadorismo e vai incomodar os a reviravolta desse filme nos faz compreender que perfeito mesmo só Deus e que para o representar ser HOMEM não significa que talvez uma mulher não pudesse.
Ingrid Lucas
Ingrid Lucas

16 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 27 de maio de 2025
Falando sobre um assunto que é muito obscuro para nós, o filme Conclave retrata as fases da decisão de um novo papa e mostra de forma ilustrativa todos os roteiros possíveis dentro da igreja católica. A decisão no final foi muito importante, será que o pecado que havia no papa escolhido era maior do que os outros que foram impedidos de ser papa? Filme muito bom e me prendeu até o último segundo
O bão do Marcelão
O bão do Marcelão

19 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 25 de fevereiro de 2025
Toda vez que um papa morre, é preciso colocar outro no lugar do anterior. Essa é a função de um conclave de cardeais, os quais se reúnem em lugar fechado, protegidos do ambiente externo e de informações que podem influenciar o voto.
Isso se mostra bem evidente no filme de mesmo nome, “Conclave”; então não é de estranhar que a película dirigida por Edward Berger não fuja do propósito primário.
Outro ponto que pesa a favor de “Conclave” está no elenco, um bom quesito para os que estão mais acostumados ou enfronhados na sétima arte: nomes como Ralph Fiennes, Isabella Rossellini, John Lithgow e Stanley Tucci fazem pensar na hora de comprar o ingresso na bilheteria.
Thomas Lawrence (vivido por Fiennes) é incumbido de chefiar o colegiado dos cardeais, vindos dos mais variados cantos do mundo, com o objetivo de eleger um novo papa.
Há quatro favoritos: os cardeais Bellini (Tucci), Tremblay (LIthgow), Adeyemi (papel do ator Lucian Msamati) e Tedesco (encarnado no ator Sergio Castellitto). O próprio Lawrence é surpreendido quando seu nome é cogitado para ser papa, o que o faz oscilar entre a ambição e a insegurança para dirigir a enorme Igreja Católica.
Dá para notar o zelo e o cuidado tomados em copiar os cenários do Vaticano. Bem possível que as locações tenham sido feitas fora da sede central do Catolicismo. Se for assim, parabéns à equipe que se encarregou da cenografia. Tão bom ver/rever a Capela Sistina com as obras de Michelângelo perfilando com a tensão das votações.
Nos quartos dos cardeais é que os cochichos, teorias, possibilidades e intrigas se desenrolam. Parecendo um local de confessionário, Lawrence busca a imparcialidade e o seu próprio êxito na condução de um processo marcado por divisões internas, discussões e segredos que, às vezes, passa longe da castidade e da inocência.
Outro destaque de “Conclave” está na indumentária e é claro que, no mínimo, as roupas usadas pelos eclesiásticos têm que imitar a que nós, mortais, vemos nas igrejas e lugares afins.
Mas, caso não fosse ambientado dentro do contexto religioso, “Conclave” teria a mesma atenção? É provável que não, pois mesmo sendo classificado como suspense, a trama em si não despertaria, sendo até bem simplista. Por outro lado, ele tem o artifício de escapar daquelas fitas clichês como, por exemplo, portas rangendo, vultos em longos corredores ou o derramamento de sangue. Aliás, quando se trata de sangue, “Conclave” possui a sabedoria de não derramar uma gota.
À medida que cresce a indecisão quanto à escolha do papa, a trama também cresce na descoberta e na investigação de Thomas Lawrence sobre os principais candidatos ao trono máximo. A discussão travada na cozinha, bem como num ambiente fechado que lembra uma sala de cinema são pontos épicos.
Mostra também que a instituição é tão humana quanto as que estamos habituados a frequentar. Não é difícil encontrar fofocas, intrigas, suposições e outras coisas em restaurantes, bares, banheiro. É de se esperar também dentro de um Vaticano, não é mesmo? Caso o leitor tenha dúvida, é só perceber que alguns ambientes possuem um computador como há aos montes nas empresas.
A duração de duas horas exatas da película faz com que se pergunte se há tanto assunto e enredo para isso. O engano se estabelece quando, nos minutos finais, há uma reviravolta tanto na eleição papal quanto nas questões pessoais de um dos concorrentes.
O filme tem endereço, ou melhor, público certo para atingir: são para os que adoram o cinema sem apelos, sem grandes efeitos ou sensacionalista demais. Para os que gostam mesmo de cinema por ser cinema. Talvez os mais maduros de idade se encantem tanto pelo tema quanto pelo desenvolvimento. Porém não é um filme para se ignorar, a não ser por aqueles que gostam de diversão. Melhor evitar “Conclave” como o Diabo foge da cruz.
No mais, o ritmo construído por Berger em imagens e no encadeamento dos diálogos, narrativas e histórias impressionam e ficam gravados na memória.
É bom lembrar que o enredo escolhido é só uma parte de vários outros que podem ser criados ou desenvolvidos. A Igreja Católica tem muito para contar. Tanto no plano humano, quanto no histórico, ideológico, social e/ou policial. “Conclave” é fruto de uma escolha desses âmbitos, mesmo que alguns torçam o nariz, dependendo a quem se possa dirigir a pergunta de gostar ou não – se a um religioso ou se a um especialista em cinema ou ao público em geral.
João Pedro Ramos Pereira
João Pedro Ramos Pereira

16 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 4 de maio de 2025
"⁠Nossa fé é algo vivo, exatamente por caminhar de mãos dadas com a dúvida."
Baseado no livro homônimo, Conclave aborda, entre a ficção e o real, a cerimônia realizada pelo Vaticano, após a morte do Papa, no qual, cardeal Lawrence (Ralph Fiennes) se reúne com os cardeais e sacerdotes da Igreja Católica para eleger o seu sucessor. Isolados do mundo, Lawrence se envolve entre segredos profundos e intrigas perigosas, capazes de abalar toda a igreja.
Com uma tensão crescente desde o início, um thriller se instaura entre as paredes do Vaticano e da Capela Sistina, levantando não questões sobre a religião em si, no entanto, acerca do uso indevido dela por muitos membros da Igreja para conseguir poder e influência, se distanciando do verdadeiro objetivo da Igreja, não servir ao ódio, mas ao Amor.
A narrativa não se classifica apenas como uma critica a infeliz condição que muitas igrejas e religiosos vivenciam, mas ao abordar que a Igreja Católica, apesar de ser lideradas por homens mortais e pecadores, deve permanecer em constante evolução, não alterando seus dogmas ou leis, porém propagando a mensagem de amor e esperança para todos, espalhando a palavra que Cristo nos ensinou.
No que se refere a qualidades técnicas, o filme brilha com uma fotografia deslumbrante, focando em uma visão intimista e ampla de suas cenas, elevadas por uma trilha sonora que carrega em seus sons, tensão e tons agoniantes. Ademais, os figurinos e a montagem tornam a experiência ainda mais completa, dando um grau realista a essa obra.
Em uma atuação magistral, Ralph Fiennes interpreta um personagem carregado de nuances e com uma grande carga emocional, muito representado por poderosos olhares e cenas onde a feição era tão forte, que nenhuma palavra precisava ser dita.
Em síntese, Conclave constrói um ótimo thriller, repleto de ótimas qualidades técnicas, que tornam uma obra ficção um lembrete da triste atula realidade da Igreja Católica, comandadas em tela por uma ótima atuação de Ralph Fiennes.
ARLAN Junior
ARLAN Junior

18 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 10 de fevereiro de 2025
O filme é bom. Até a metade é meio lento, quase nada acontece, mais depois ele engata e fica interessante, um filme ok assim posso dizer
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