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Ricardo L.
63.294 seguidores
3.227 críticas
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4,0
Enviada em 24 de março de 2025
Muito bom filme nacional! Que apesar do pouco apoio financeiro é isso é claro no poderio de efeitos ficando um pouco a desejar, mas que possui uma direção muito boa e boas atuações. Vale muito a pena conferir.
Um bom nome alternativo seria: Todos odeiam Sarney. Retrata bem o ano de 1988, com roteiro bem definido e consistente. Na adaptação em si, há cena ridícula de oferta de cesta básica para a família do sequestrador. Como é tipico dos filmes nacionais, tem que criticar o regime militar, mostrar um comandante sindicalista e herói, além de um sequestrador vítima da sociedade. Cenas absurdas de manobras aéreas, ainda por cima sem efeito prático e um final legal. Bom registro de um fato histórico importante e que pode, talvez, ter sido inspiração para o 11 de Setembro.
"Ótimas atuações, tensão bem construída, roteiro envolvente, mas efeitos visuais falhos e abordagem dramática poderia ser mais aprofundada." Em 1988, um tratorista maranhense sequestra um voo da VASP com mais de 100 passageiros, planejando atingir o Palácio do Planalto. O piloto Fernando Murilo luta para salvar a tripulação em meio à tensão crescente. O Sequestro do Voo 375 resgata um episódio marcante da história brasileira, equilibrando tensão, ação e crítica social. Marcus Baldini conduz a narrativa com intensidade, destacando o embate psicológico entre sequestrador e piloto. Jorge Paz entrega um sequestrador complexo, oscilando entre desespero e raiva, enquanto Danilo Grangheia transmite firmeza e heroísmo. As cenas no interior do avião são imersivas, embora os efeitos visuais deixem a desejar. O filme acerta ao contextualizar a crise econômica da época, tornando-se um thriller envolvente e reflexivo.
Excelente! O cinema nacional surpreendendo em uma produção de grande impacto! Estamos acostumados a ver esses roteiros em filmes estrangeiros, mas saber que isso aconteceu na nossa história é chocante. Apesar de algumas partes um pouco amadoras, a direção e o conjunto é emocionante e de alto nível, com um show de interpretações. Parabéns a equipe.
Brasil, 1988. Revoltado com as condições precárias de sua família, o maranhense Nonato (Paz) decide sequestrar um voo da Vasp que ia para o Rio de Janeiro, fazendo com que o piloto, Murilo (Grangheia) o desvie para Brasília, com o objetivo de jogá-lo sobre o Palácio do Planalto, para provocar a morte do presidente Sarney.
Uma obra para tirar o chapéu. Filme nacional muito bem dirigido, com história tensa e muito bem amarrada e com excelente atuações (destaque para Jorge Paz e Danilo Grangheia). O filme foi muito bem ambientado, no fim da década de 1980, período de muito acontecimento políticos e econômicos marcantes no Brasil. Vale lembrar de todo o cuidado que a produção teve nessa ambientização, como trilha sonora, novela que passava no período, revista sobre futebol da época, figurino, acessórios e até mesmo gírias da época. Tudo isso acaba encobrindo a artificialidade dos efeitos visuais durante a trama.
Gostei do filme apesar de não ser um filme excelente, longe disso, mas também não é ruim. O que mais gostei foram das cenas dentro do avião. Não tem aquela tensão que era para ter, mas, também não chega a ser genérico a ponto de te tirar daquela realidade. Vale a pena ser visto pelo contesto histórico do nosso país. E, eu só fiquei sabendo desse filme e dessa tentativa de atentado (nunca tinha ouvido falar até então) por conta do Lito Sousa (Aviões e Música) que acabou divulgando em seu canal que o filme estaria para entrar em cartaz na época do lançamento...
O filme conseguiu capturar de forma emocionante e autêntica os eventos reais desse trágico acontecimento no Brasil. Conta com alguns furos no roteiro e efeitos especiais não muito bons, por isso, 4 estrelas.
Uma vergonha esse herói nacional não ter tido nenhum reconhecimento. Filme com efeitos bem mal feitos mas isso é o de menos, pois foi um filme bom demais com uma história real de pura apreensão. Quando o cinema nacional não lacra ele brilha.
Tosco e tipicamente brasileiro, com (de)feitos especiais risíveis, O SEQUESTRO DO VOO 375 reflete todo nosso atraso tecnológico e, de forma corajosa, quer ser um filme de ação "made in Brazil" e não "made in USA", se é que vocês me entendem. Com um sequestrador que lembra mais nosso querido e ingênuo Mazzaropi do que um terrorista malvadão qualquer, tudo nele é a cara do Brasil varonil, ou seja, o desejo desesperado de sair da lama, o improviso, a ausência de planejamento, a falta de perspectiva, etc, etc...É claro que as pessoas que podem viajar para fora do Brasil, e que vivem aqui como se estivessem em Nova York, Paris ou outra cidade chique do mundo dito "civilizado", sentirão vergonha deste filme, mas esse não é o meu caso e eu sou da opinião de que precisamos, e muito, de mais filmes como ele.
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