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Diogo Codiceira
24 seguidores
863 críticas
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2,0
Enviada em 11 de março de 2025
O homem do saco é um filme de terro dirigido por Colm McCarthy e contou com o roteiro de John Hulme. O filme conta a história de Patrick (Sam Claflin) que retorna a sua cidade natal junto com a esposa Karina (Antonia Thomas) e o seu filho pequeno. Porém, uma ameaça da sua infância (o homem do saco) ressurge de maneira repentina, ameaçando levar o seu filho. Patrick deve fazer de tudo para protege-lo. Em um aguardado ano de 2025 para o terror, o ano de 2024 se fecha com esse filme que chegou aos cinemas no começo deste ano. Se aproveitando de uma lenda urbana mundial, o filme tenta criar um novo ídolo do horror, mas fracassa miseravelmente. A premissa do filme é realmente interessante, mas sua execução fracassa. AA grande bobagem do filme foi tentar conta a lenda sob diferentes perspectivas: um trauma de infância, entidade paranormal, alucinação psicológica e ameaça física concreta. O resultado disso, foi um amontoado de ideias que não se conectam ficando por vezes cansativo. A direção do filme fracassa em uso exagerado de clichês e abusos de flashbacks para explicar o que já estava claro. Os personagens são superficiais, e não conseguimos de fato torcer para que alguém sobreviva. Sem falar que a atuação de Sam Claflin deixou a desejar. O visual do mostro decepciona e as cenas de terror são previsíveis. O roteiro até tenta dar uma reviravolta no terceiro ato, mas não é nada agradável. Isso aliado a um desfecho previsível e pouco memorável.
Não percam seu tempo/dinheiro. Esse filme facilmente, o PIOR filme de terror que já vi na vida. Mas devido ao nome, já era de se imaginar, é um filme pra criança.
Filme mediano. Ele tenta criar suspense com a pseudo presença da entidade, mas eles simplesmente não funciona. A tentativa de ir soltando partes do passado em forma de flashbacks, para tentar amarrar o roteiro, também não foi eficaz. Apesar de buscar explicar a origem da entidade e a história da família do protagonista, nada é entregue de maneira assertiva, deixando mais perguntas do que respostas sobre as motivações da entidade e suas obsessões.
As atuações são monótonas, fracas e não cativam o público. Um terror que até entretém, mas está longe de ser um grande filme do gênero.
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