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Um visitante
1,5
Enviada em 13 de março de 2025
"Emilia Perez" é um filme que, apesar de ter suas partes ruins, é super bom no geral. Não se torna enjoativo em nenhum momento e as músicas são ótimas, complementando a narrativa de forma brilhante. A história é bem legalzinha e divertida, muito melhor do que muitos críticos dizem por aí. Na minha opinião, o filme merece ganhar pelo menos três Oscar, pois ele traz uma experiência cinematográfica agradável e cativante.
Cara, a história disso é horrível, não dá nem pra chamar de filme, as atuações eu achei que estivessem muito piores, mas é a Selena Gomes que é ruim de atuação mesmo. Zoë Saldana é a única coisa que presta, e olhe lá, o filme não sabe pra onde vai, não sabe tratar a protagonista com profundidade. Parece que vão aprofundar e mostrar que por mais que você mude esteticamente, você não muda a pessoa que é, mas o filme taca o foda-se. Um traficante de drogas chefão, virou mulher e virou a chefona que ajuda a procurar pessoas que ela matou quanto era traficante, diz que mudou mas é rodeada de capanga e manda matar o namorado da ex mulher. Eu não sei mais oq tô fazendo da minha vida, pq pra melhorar ela vira uma santa no final, eu n sinto nem raiva, eu fico triste, tentei rir do filme e nem pra isso serve, só "Penis To Vagina" e de resto é só um monte de imagens aleatórias de um México que foi completamente estereotipado e uma história que não existe pq não tem história, é um monte de acontecimentos aleatórios.
Um filme com muitos esteriótipos e muito pouco envolvimento na cultura mexicana, que é a principal do filme, um ponto positivo é a cinematografia, mas o único.
Um dos grandes problemas do filme foram as cenas que não eram continuadas e pareciam aleatórias. Outro problema eram as músicas que não davam para levar a sério
Sintetizar o filme a apenas um fetichista olhar estrangeiro (europeu, nesse caso) para o México como nação e consequentemente seu povo é de um reducionismo tão burro quanto o do longa ao abordar seus tópicos. O problema não é só temático e escapa à etnia de quem o idealizou, porque é na feitura que a catástrofe se encontra. Logo, se obtém um total esvaziamento de pautas como violência doméstica, tráfico humano, abuso infantil, emponderamento feminino e principalmente: transsexualidade. Enquanto um musical possui todos os defeitos imagináveis que um projeto do tipo poderia ter: melodicamente esquecível; liricamente constrangedor e coreograficamente simplório.
A escolha de filmar sob um ar documentarista/cru na investigação acerca do mundo do narcotráfico presente no primeiro terço, destoa absolutamente dos momentos musicais, tal qual de toda a magia que poderia estar contida nesse ato de transformação, já que o realismo fantástico, gênero notoriamente latino, vira aqui uma paródia mal encenada que não sabe balancear violência e graciosidade, além de nunca ser completamente assumido como teatral. A dramaticidade do arco narrativo das protagonistas em se descobrirem e buscarem ser quem sempre sonharam é não só mal atuado, como verbalizada com frases de efeito genéricas seus desejos e diálogos superficiais pontuam suas angústias, embrulhados numa saturação de cores gratuita e uma iluminação marcada de luz e sombra para evidenciar uma dicotomia que nada comunica, ainda mais quando envereda para um panfletarismo de justiça social que divide bem e mal.
Para completar a bagunça, em momentos em que a obra está se levando absurdamente a sério como uma suposta ode à transformação humana, cria involuntariamente um humor oriundo de vergonha alheia tão profundo que beira o inacreditável à aclamação de ser cinematograficamente transgressor. Acima de tudo, fracassa retumbantemente ao tentar efetuar um melodrama sobre dores que o mal entende, quiçá se interessa nas nuances. Mudar as almas não muda a sociedade conforme declamado em canção dentro do filme, pois é na raiz onde se encontra o problema e não no fruto, seja ele adoecido ou maduro, e a revolução é bem mais complexa e menos caricatural...
Já de começo o filme é dirigido por um francês por atores estadunidenses e se passa no México , resumindo um filme totalmente eurocêntrico e estadunidense
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