Emilia Pérez
Média
2,2
211 notas

52 Críticas do usuário

5
4 críticas
4
13 críticas
3
1 crítica
2
10 críticas
1
8 críticas
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16 críticas
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Ricardo L.
Ricardo L.

63.292 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de março de 2025
Apesar de todas as polêmicas que o time se envolveu, vejo aqui um bom filme com uma boa direção e atuações muito boas, com um roteiro que começa nem tão bem, mas que tem um desfecho excelente.
Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.171 seguidores 973 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de janeiro de 2025
Foge de todo o comum e é um roteiro completamente improvável, mas o resultado é original e excelente. O elenco da um banho e as músicas são bem pertinentes, trás ação e sentimentos, abordando temas atuais em um meio que nos surpreende. Gostei demais. Se torna, no mínimo, curioso.
Adriano Côrtes Santos
Adriano Côrtes Santos

1.008 seguidores 1.229 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 5 de janeiro de 2025
"Narrativa ousada e performances marcantes."
Emilia Pérez, dirigido por Jacques Audiard, é um musical melodramático que narra a jornada de um chefe de cartel mexicano que, após uma cirurgia de redesignação sexual, busca redenção por seus crimes passados.
O filme combina elementos de thriller, humor absurdo e coreografias ao estilo de Broadway, resultando em uma experiência cinematográfica única que desafia convenções.
Cid V
Cid V

271 seguidores 667 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 28 de outubro de 2025
O traficante Manitas (Gascón) sequestra a advogada Rita (Saldaña) para que ela organize a sua cirurgia de transição de gênero, com o intuito de viver tranquilamente na Suíça, já que no México lhe esperam a prisão ou a morte. Tudo acontece como planejado e sua esposa, Jessi (Gomez), chora ao ver a notícia de sua execução na TV.

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Carlos P.
Carlos P.

266 seguidores 431 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 15 de fevereiro de 2025
Com o passar do tempo, e com a disputa contra Ainda Estou Aqui, ajusto a crítica para deixar claro: Não é nem de perto tão bom quanto Ainda Estou Aqui, mas mantenho o resto da crítica. Em uma época onde vemos cada vez mais franquias e regravações, gosto da originalidade de Emilia Perez. Não é um filme pra todo mundo e não falo isso de forma petulante, mas porque entendo que muita gente não goste de musicais. Mas pra mim é grandioso. Primeiro justamente porque dentre os musicais que já vi é um dos que tem o roteiro mais bem elaborado e a história complexa, e sabe usar as músicas para passar a história. Também porque é repleto de boas atuações, as duas principais dignas de indicações ao Oscar. E porque é uma história fascinante, que trabalha no ritmo certo, não exagera e consegue cativar. Pra mim não é esse filme péssimo que estão falando.
DUDU SILVA
DUDU SILVA

78 seguidores 335 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2025
Com numero musicais entediante, alem de entrarem as musicais algumas vezes do nada. Ele ate em uma boa "coadjuvante", mas o restante é bem fraco
NerdCall
NerdCall

59 seguidores 484 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 10 de fevereiro de 2025
Entre os filmes mais falados desta temporada de premiações, poucos conseguiram polarizar tanto o público e a crítica quanto Emilia Pérez. A produção de Jacques Audiard surgiu com grande destaque nos festivais, arrebatando prêmios importantes e garantindo sua vaga na corrida do Oscar. No entanto, a recepção se transformou drasticamente quando o filme finalmente alcançou um público mais amplo, gerando debates acalorados sobre sua qualidade narrativa e suas indicações. Embora Emilia Pérez não seja um dos piores filmes do ano, sua presença entre os indicados ao Oscar revela um claro descompasso entre a percepção da crítica especializada e o que a obra realmente entrega.

A premissa do filme, por si só, chama atenção: um chefe do tráfico mexicano decide mudar de gênero e recomeçar sua vida, contratando uma advogada para intermediar sua transição. A ideia, que poderia render um drama potente e significativo, acaba sendo diluída em uma estrutura confusa e superficial. Audiard parece ter pego elementos de diversas temáticas relevantes e os jogado juntos sem um fio condutor que os una de forma orgânica. O roteiro, um dos aspectos mais criticados da obra, carece de coesão narrativa, fazendo com que as decisões dos personagens frequentemente pareçam arbitrárias e desconectadas da lógica interna do filme.

O protagonista Manitas, interpretado por Karla Sofía Gascón, passa por uma transição de gênero que nunca é realmente explorada de maneira profunda. O filme menciona a questão identitária e a utiliza como pilar central da história, mas nunca se aprofunda nos conflitos internos da personagem ou nas implicações reais dessa mudança. A trama ainda apresenta inconsistências notáveis, como a decisão de Manitas de mudar de gênero para escapar do cartel, apenas para, anos depois, reaparecer publicamente e assumir um papel de destaque na mídia. Essas contradições fazem com que seja difícil se conectar com o drama proposto, já que a lógica da narrativa constantemente se desfaz.

O filme também enfrenta problemas significativos na representação da cultura mexicana. O fato de o roteiro ter sido originalmente escrito em francês e posteriormente traduzido para o espanhol resultou em diálogos que, em alguns momentos, soam artificiais e desconectados da realidade linguística local. O uso de Inteligência Artificial para adaptar sotaques apenas reforça essa sensação de distanciamento, criando momentos em que o idioma parece robotizado e desprovido de autenticidade. Essa falta de imersão também é sentida na construção dos personagens e de suas relações, que são pouco desenvolvidas ao longo da narrativa.

Porém, nem tudo em Emilia Pérez é um equívoco. A atuação de Zoe Saldaña é um dos pontos altos do filme, trazendo camadas e profundidade para sua personagem. Karla Sofía Gascón também entrega uma performance digna de reconhecimento, mesmo com um roteiro que pouco lhe oferece para trabalhar. O grande ponto fraco do elenco, no entanto, é Selena Gomez. Sua interpretação se destaca negativamente, com uma atuação exagerada e um espanhol pouco convincente, o que constantemente quebra a imersão da narrativa. Seu desempenho destoa do restante do elenco, tornando algumas cenas involuntariamente constrangedoras.

Outro aspecto que merece atenção é a estrutura musical do filme. Emilia Pérez é classificado como um musical, mas se distancia dos padrões tradicionais do gênero. As canções funcionam mais como diálogos musicados do que como momentos de expressão emocional ou de avanço narrativo. Inicialmente, essa escolha parece interessante, mas, com o passar do tempo, fica evidente que o filme usa esse recurso como uma tentativa de mascarar a superficialidade de seu roteiro. As relações entre os personagens são desenvolvidas de forma precária, e a conexão emocional que o público deveria sentir nunca se concretiza. A relação entre Manitas e a personagem de Selena Gomez, por exemplo, é praticamente inexistente, tornando-se ainda mais incoerente quando se torna um dos principais motores dramáticos do terceiro ato.

No final das contas, Emilia Pérez é um filme que almeja muito, mas entrega pouco. Seu roteiro fragmentado, a falta de coerência na jornada dos personagens e as falhas na representação cultural fazem com que sua presença no Oscar pareça mais um reflexo de um entusiasmo inicial da crítica do que do real impacto da obra. As indicações para Atriz Coadjuvante e Canção Original são compreensíveis, mas a inclusão do filme em categorias como Melhor Filme e Roteiro Adaptado é, no mínimo, questionável.

Diante de tantas lacunas narrativas e de uma abordagem que falha em aprofundar os temas que propõe, Emilia Pérez se torna uma experiência frustrante. Seu potencial existia, mas a execução transformou a obra em um dos títulos mais contestáveis da atual temporada de premiações.
Hayud Farah
Hayud Farah

28 seguidores 19 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 7 de fevereiro de 2025
Eu fui ao cinema sem nem saber do que se tratava, se soubesse não teria ido…

Não li nada sobre, nem ouvi uma crítica sequer. Então, logo no começo quando vi o que era já fiquei contrariado.

MASSSSS… Acabei gostando muito do filme. Realmente me surpreendeu. Tecnicamente é perfeito.

Uma história sobre redenção muito bem contada…

Eu lamento que tanta gente como você está criticando por pura ideologia.

Minha orientação politica é Direita Libertária Anarcocapitalista… mas nem por isso vou deixar de ser honesto comigo mesmo… e tenho a liberdade para confessar que gostei muito do filme e achei muito merecido cada prêmio que recebeu e que virá a receber!!!

Karla Sofia Gascón foi brilhante nesse filme e conseguiu transmitir as emoções do seu personagem tão controverso.
Ravi Oliveira
Ravi Oliveira

24 seguidores 508 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 31 de agosto de 2025
"Quanto tempo mais vou desperdiçar meu talento? Quanto tempo mais vou trabalhar duro por nada? ⁠Não tem mais volta, menina. Nem pra você, nem pra mim."

Sinopse:
Rita trabalha em um escritório de advocacia mais interessado em lavar dinheiro do que em servir a lei. Para sobreviver, ela ajuda um chefe do cartel a sair do negócio para que ela possa finalmente se tornar a mulher que sempre sonhou ser.

Crítica:
"Emilia Pérez", dirigido por Jacques Audiard, é uma proposta ousada que busca misturar comédia, crime e musical. A trama, que envolve uma advogada insatisfeita ajudando um chefe do cartel em sua jornada de transformação, oferece uma premissa interessante, mas acaba errando em alguns estereótipos.

Um dos principais pontos fracos do filme reside nas canções. Apesar de serem composições originais de Camille, muitas delas carecem de impacto e emoção, tornando-se rapidamente forgetáveis. A intenção de intercalar números musicais com a narrativa parece falhar na maioria das vezes, resultando em sequências que se sentem forçadas e desnecessárias. A falta de conexão entre a música e a história tira o ritmo e a fluidez do filme.

A música "El Amor", interpretada por Karla Sofía Gascón e Adriana Paz em "Emilia Pérez", traz uma leveza encantadora. Embora a melodia seja agradável, o uso de inteligência artificial no longa levanta dúvidas sobre a autenticidade das canções. Essa tecnologia, ao criar notas e arranjos, pode conferir uma sensação de artificialidade, fazendo a música parecer menos emocional e memorável.

Além disso, a caracterização dos personagens sofre alguns estereótipos exagerados. O retrato do mexicano como um líder de cartel é uma escolha arriscada e, em muitos momentos, contribuindo para uma visão distorcida e superficial da cultura mexicana. O enredo, ao invés de desafiar preconceitos, acaba reforçando clichês que poderiam ter sido evitados.

As atuações do elenco com destaque para Zoë Saldaña e Selena Gomez prometem, mas ficam pendentes em um material que não permite que o talento delas brilhe plenamente. Karla Sofía Gascón, na pele da protagonista (Emilia), apresenta momentos emocionais, mas é cercada por um enredo que não a favorece. O desenvolvimento da personagem de Rita parece apressado, deixando diversas questões não resolvidas que poderiam enriquecer a narrativa.

Por fim, "Emilia Pérez" se perde as vezes em suas boas e a sua execução. A combinação de música, comédia e questões sociais poderia ter gerado um filme impactante e provocador, mas acaba se tornando uma experiência que carece de nuance e autenticidade.
Cleibsom Carlos
Cleibsom Carlos

18 seguidores 225 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2025
Estou escrevendo esta crítica depois de acabar de ter visto o filme e só posso dizer uma coisa: o negócio é uma aberração!!Me segurei muito para não sair do cinema chutando cadeiras...Pouco me interessa o que alguém que trabalhou no filme disse ou deixou de dizer ou se o México foi "desrespeitado", se fosse assim teríamos de descer o sarrafo no Bunuel e em quase toda a sua fase mexicana também, e me prendi apenas ao que vi em tela. Emilia Pérez é ruim demais, kitsch, trash, bufante, com músicas péssimas e mal cantadas, interpretações pouco inspiradas e que abusa da inverossimilhança em sua trama como se fosse um filme do 007 ou, quem sabem, um Tootsie ou Uma Babá Quase Perfeita da vida, sem contar sua direção, pretensiosa e esnobe, que, com o rei na barriga, pensa que pode colocar qualquer merda na tela que a plateia obrigatoriamente terá de aplaudir. Parece que quem cuidou dos figurinos desse troço foi o Joãozinho Trinta e quem escreveu o roteiro foi o Clovis Bornay, mas estamos falando de cinema e não de desfiles carnavalescos, não é mesmo? Me senti assistindo à uma sátira de um filme dos Trapalhões que em si mesmo já era uma sátira, entende? E, analisando bem, a Selena Gomes está a cara do Zacarias nessa porcaria, então a lembrança vem bem a calhar...
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