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Jair Valenzuela
1 crítica
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4,5
Enviada em 10 de fevereiro de 2025
o filme é realmente muito bom, isolando as polêmicas, é um filme bom mesmo, vale a pena ver. Sim o espanhol da Celena não está nada bom, dos demais sim tudo ok.
Perfeito, incrível, latino, feminino, inovador! Selena e Zoe Saldaña merecem muito o Oscar de coadjuvante! E queremos sim uma mulher trans sendo indicada como melhor atriz!
Ele foi o principal concorrente do "Ainda estou aqui" no Oscar, acredito que por ter um assunto muito delicado nos dias de hoje, que a transição de gênero, e por isso muitas pessoas olham com cara feia para o assunto e além disso se tratando de um musical, o filme é ótimo, uma obra de Arte, e uma atuação realmente incrível de Zoe Saldana e Karla Sofia Gascón. Esse filme não merece a nota baixa que tem, as cantorias tem hora que não precisava, mas a história e a virada que tem no filme e no personagem interpretado pela Karla, esse filme é muito bom, vale as 4 estrelas, só não é 5 estrelas porque acredito que em alguns momentos poderia haver um diálogo em vês de uma cantoria, mas não atrapalha em nada e além disso vale muito ser assistido.
Estava tão ansiosa pra assitir,que pensei que seria uma dramatugia que me faria chorar sem conseguir parar que ficaria em uma realidade crua e vivida dos dias atuais do público alvo. Mas,me enganei amargamente !! Acho que melhor que cantado seria falado,achei extremamente desnecessário
O musical foi incrível, os atores demonstraram muitas emoções ao decorrer do filme, a atuação deles estava impecável, as músicas também eu particularmente adorei a apresentação de "Bienvenida" da Jessi que é interpretada pela Selena, as reações dela foram incríveis. Só peço que assistam pois esse musical é muito bom!
Um dos grandes problemas do filme foram as cenas que não eram continuadas e pareciam aleatórias. Outro problema eram as músicas que não davam para levar a sério
Sintetizar o filme a apenas um fetichista olhar estrangeiro (europeu, nesse caso) para o México como nação e consequentemente seu povo é de um reducionismo tão burro quanto o do longa ao abordar seus tópicos. O problema não é só temático e escapa à etnia de quem o idealizou, porque é na feitura que a catástrofe se encontra. Logo, se obtém um total esvaziamento de pautas como violência doméstica, tráfico humano, abuso infantil, emponderamento feminino e principalmente: transsexualidade. Enquanto um musical possui todos os defeitos imagináveis que um projeto do tipo poderia ter: melodicamente esquecível; liricamente constrangedor e coreograficamente simplório.
A escolha de filmar sob um ar documentarista/cru na investigação acerca do mundo do narcotráfico presente no primeiro terço, destoa absolutamente dos momentos musicais, tal qual de toda a magia que poderia estar contida nesse ato de transformação, já que o realismo fantástico, gênero notoriamente latino, vira aqui uma paródia mal encenada que não sabe balancear violência e graciosidade, além de nunca ser completamente assumido como teatral. A dramaticidade do arco narrativo das protagonistas em se descobrirem e buscarem ser quem sempre sonharam é não só mal atuado, como verbalizada com frases de efeito genéricas seus desejos e diálogos superficiais pontuam suas angústias, embrulhados numa saturação de cores gratuita e uma iluminação marcada de luz e sombra para evidenciar uma dicotomia que nada comunica, ainda mais quando envereda para um panfletarismo de justiça social que divide bem e mal.
Para completar a bagunça, em momentos em que a obra está se levando absurdamente a sério como uma suposta ode à transformação humana, cria involuntariamente um humor oriundo de vergonha alheia tão profundo que beira o inacreditável à aclamação de ser cinematograficamente transgressor. Acima de tudo, fracassa retumbantemente ao tentar efetuar um melodrama sobre dores que o mal entende, quiçá se interessa nas nuances. Mudar as almas não muda a sociedade conforme declamado em canção dentro do filme, pois é na raiz onde se encontra o problema e não no fruto, seja ele adoecido ou maduro, e a revolução é bem mais complexa e menos caricatural...
Já de começo o filme é dirigido por um francês por atores estadunidenses e se passa no México , resumindo um filme totalmente eurocêntrico e estadunidense
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