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André F.
5 críticas
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0,5
Enviada em 17 de fevereiro de 2025
A crítica do site "adorocinema" já diz tudo e explica o por que a academia adorou este filme, um filmezinho medíocre para agradar uma minoria desrespeitando toda uma nação. Uma baita piada de mau gosto.
Apesar de todas as polêmicas que o time se envolveu, vejo aqui um bom filme com uma boa direção e atuações muito boas, com um roteiro que começa nem tão bem, mas que tem um desfecho excelente.
"Narrativa ousada e performances marcantes." Emilia Pérez, dirigido por Jacques Audiard, é um musical melodramático que narra a jornada de um chefe de cartel mexicano que, após uma cirurgia de redesignação sexual, busca redenção por seus crimes passados. O filme combina elementos de thriller, humor absurdo e coreografias ao estilo de Broadway, resultando em uma experiência cinematográfica única que desafia convenções.
Foge de todo o comum e é um roteiro completamente improvável, mas o resultado é original e excelente. O elenco da um banho e as músicas são bem pertinentes, trás ação e sentimentos, abordando temas atuais em um meio que nos surpreende. Gostei demais. Se torna, no mínimo, curioso.
Com o passar do tempo, e com a disputa contra Ainda Estou Aqui, ajusto a crítica para deixar claro: Não é nem de perto tão bom quanto Ainda Estou Aqui, mas mantenho o resto da crítica. Em uma época onde vemos cada vez mais franquias e regravações, gosto da originalidade de Emilia Perez. Não é um filme pra todo mundo e não falo isso de forma petulante, mas porque entendo que muita gente não goste de musicais. Mas pra mim é grandioso. Primeiro justamente porque dentre os musicais que já vi é um dos que tem o roteiro mais bem elaborado e a história complexa, e sabe usar as músicas para passar a história. Também porque é repleto de boas atuações, as duas principais dignas de indicações ao Oscar. E porque é uma história fascinante, que trabalha no ritmo certo, não exagera e consegue cativar. Pra mim não é esse filme péssimo que estão falando.
Eu fui ao cinema sem nem saber do que se tratava, se soubesse não teria ido…
Não li nada sobre, nem ouvi uma crítica sequer. Então, logo no começo quando vi o que era já fiquei contrariado.
MASSSSS… Acabei gostando muito do filme. Realmente me surpreendeu. Tecnicamente é perfeito.
Uma história sobre redenção muito bem contada…
Eu lamento que tanta gente como você está criticando por pura ideologia.
Minha orientação politica é Direita Libertária Anarcocapitalista… mas nem por isso vou deixar de ser honesto comigo mesmo… e tenho a liberdade para confessar que gostei muito do filme e achei muito merecido cada prêmio que recebeu e que virá a receber!!!
Karla Sofia Gascón foi brilhante nesse filme e conseguiu transmitir as emoções do seu personagem tão controverso.
O traficante Manitas (Gascón) sequestra a advogada Rita (Saldaña) para que ela organize a sua cirurgia de transição de gênero, com o intuito de viver tranquilamente na Suíça, já que no México lhe esperam a prisão ou a morte. Tudo acontece como planejado e sua esposa, Jessi (Gomez), chora ao ver a notícia de sua execução na TV.
Um filme gigante! Drama, musical, suspense, emoção, tocante. A busca de todos nós em nós conhecermos e sermos quem realmente somos. Todos os temas da atualidade, identidade , vida urbana, tráfico de drogas e influência, violência, amor, redenção e perdão, são aqui abordados de forma sensível e crua ao mesmo tempo. Interpretações primorosas. Fotografia e direção de arte primorosas, com estética contemporânea, assim como a seleção musical. Imperdível. Ganhou meu Oscar de melhor filme da temporada.
Ao contrário da crítica do Adoro Cinema, impossível pensar que o filme é de Selena: além da criticada falta de domínio do idioma espanhol, que me passou despercebido, a jovem tem um único número com algum impacto visual. Por outro lado, a interpretação de Sofia é plana como um tampo de mesa, sem modulações e, sendo justa, a personagem não permite grandes coisas além do melodrama. Mesmo a melhor cena coreografada (Zoe, de vermelho) se perde no enredo pouco criativo e fica-se pensando porque o filme falha tanto em ser o que pretende ser - um musical! Na verdade, é uma programação tolerável, trazendo até algumas expectativa quanto ao desfecho. Eu não exigiria que fugisse de estereótipos - o cinema se constrói com muitos deles. Muito menos esperaria aprofundamento ao tratar da redesignação de gênero, isso é apenas um detalhe no filme e na vida de Manitos, que poderia apenas ter feito plástica e mudado sua aparência de qualquer forma. Esperaria mais originalidade de roteiro e na direção e melhor abordagem como musical. Não rolou...
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