Média
2,6
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Meg Ryan sempre soube equilibrar com perfeição, nas suas interpretações, o romance e a comédia, de maneira que a tornou única, nesse estilo. Porém aqui, está totalmente perdida, sem conseguir dar o tom do seu único e peculiar jeito de construir um personagem. Para piorar é constrangedor o excesso de maquiagem (ou uso de botox) que tornar seu rosto bastante inexpressivo e caricato. Na pegada de um roteiro do tipo "encontros e desencontros", o filme se arrasta um diálogo infinito e cansativo, como se fosse o samba de uma nota só, algo como: "eu fiz isso e você fez aquilo, lembra?". Pronto, o roteiro é essa ladainha até o fim. O ator, que seria o par romântico está tão inexpressivo que parece que ele está num ensaio, ocupando o lugar do ator principal, enquanto ele não chega. Só assista este filme se você não tiver absolutamente nada para fazer, incluindo aí dormir.
Que filme mais cansativo. E olha que gosto de filmes com dialogos, mas esse são dois adultos meio bobos e perdidos que não sabem lidar com relacionamentos com filhos, esposa... Eu só fiquei até o final pq achei que eles tinha morrido e se encontraram pra lavar roupa suja, pq o aeroporto é a coisa mais estranha do mundo, com uma voz falando diretamente com eles. Fraco!
O filme é sobre o fechamento de uma história de amor quando ambos estão mais maduros. Sobre consequências sobre atitudes. Traz conforto e paz.
O filme resgata o aspecto controverso de Meg Rian que resurge com narrativas , neste caso do filme mais dramática do qu as conhecidas nas décadas de 80 e 90.
O empenho dos atores é um clássico relevante a querer assisti lo até o fim. Todavia , por certo a narrativa pode ficar cansativa. Mas a melancolia relembra em parte o acaso de se encontrar com o passado . A maior reflexão fica por conta de que não se pode prever o futuro dos relacionamentos, mas é possível superar os rancores do passado mesmo que haja necessidade de da lavar a roupa sula em algum momento. Filme bom para assistir em um dia de domingo frio e chuvoso e até vale um vinho para acompanhar a jornada.
O empenho dos atores é um clássico relevante a querer assisti lo até o fim. Todavia , por certo a narrativa pode ficar cansativa. Mas a melancolia relembra em parte o acaso de se encontrar com o passado . A maior reflexão fica por conta de que não se pode prever o futuro dos relacionamentos, mas é possível superar os rancores do passado mesmo que haja necessidade de da lavar a roupa sula em algum momento. Filme bom para assistir em um dia de domingo frio e chuvoso e até vale um vinho para acompanhar a jornada.
Os diálogos são compatíveis com quem viveu a adolescência e a juventude na década de 80-90, mas considerei um filme enfadonho e "forçado".
Esse deve ter sido o pior filme que assisti em toda a minha vida. Ela passam o filme inteiro num diálogo super monólogo de suas vidas quando ainda eram um casal. O final é tão inexpressivo quanto.
Filme cansativo ( heguei a adiantar alguns trechos). Diálogos enfadonhos, forçados mesmo. O estilo de Meg, pode-se dizer, está ultrapassado. Uma mulher de +50 (no filme) agindo feito uma adolescente. É basicamente um ex-casal que se reencontra em um aeroporto e, devido ao mau tempo, têm seus voos adiados e ficam por lá, lavando a roupa suja de 25 anos atrás. Não dá nem para chamar de comédia.
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