Média
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o filme tenta construir um clima de mistério e tensão, mas acaba se perdendo em uma narrativa confusa e previsível. O roteiro parece indeciso sobre qual direção seguir, acumulando clichês sem conseguir desenvolver nenhum deles de forma interessante. Em vez de intrigar, a história se arrasta, com reviravoltas fracas que mais cansam do que surpreendem.
As atuações também não ajudam muito. Os personagens são rasos, mal construídos, e em vários momentos as interpretações soam artificiais, como se nem os próprios atores estivessem convencidos do que está acontecendo. Isso torna difícil qualquer conexão emocional com a trama.
A direção até tenta criar uma atmosfera sombria, mas exagera em recursos visuais batidos, como cortes abruptos e trilha sonora forçada para gerar tensão. No fim, o filme parece uma colagem de ideias já vistas, sem identidade própria.
O resultado é uma experiência esquecível, que promete mais do que entrega e dificilmente fica na memória depois que os créditos sobem.
Se quiser, posso �adaptar o tom (mais sarcástico, mais curto, estilo comentário de rede social, etc.).
As atuações também não ajudam muito. Os personagens são rasos, mal construídos, e em vários momentos as interpretações soam artificiais, como se nem os próprios atores estivessem convencidos do que está acontecendo. Isso torna difícil qualquer conexão emocional com a trama.
A direção até tenta criar uma atmosfera sombria, mas exagera em recursos visuais batidos, como cortes abruptos e trilha sonora forçada para gerar tensão. No fim, o filme parece uma colagem de ideias já vistas, sem identidade própria.
O resultado é uma experiência esquecível, que promete mais do que entrega e dificilmente fica na memória depois que os créditos sobem.
Se quiser, posso �adaptar o tom (mais sarcástico, mais curto, estilo comentário de rede social, etc.).
Confuso, cenas misturadas com falas desencontradas, parece que pretende ser mais do que é capaz de ser, complicando a narração da ação policial e encontro de provas para a condenação do criminoso. Não merece nosso tempo
Filme muito cansativo, muito parado mds. Terminei o filme na força do ódio, a netflix não faz um filme bom que preste slc.
Para quem gosta de filmes de encrencas é um prato feito . Eu detesto. Já de começo do filme ele dá spoiler pela encrenca do protagonista e assin se fica sabendo que o decorrer do filme vai ser a luta dele para sair fora da encanca em que se encontra.
Filme confuso, cansativo. Vc fica perdido tentando entender cada cena q entra, pois resolveram confundir o público achando que isso o deixaria mais interessante, TOP, mas na verdade não é. É chato. Não é só o nome do filme que é "O desconhecido", os atores também são, nunca vi mais gordo, enfim. Esperava mais, mas já estamos acostumados com filmes da Netflix, sempre é isso.
O filme inicialmente parece lento e sem sentido, porém com o tempo vai se tornando muito interessante, adorei o filme pois fugiu dos muitos clichês já visto. Super recomendo!
The Stranger é um daqueles filmes que sofre com o que chamo de possibilidade de ponto de vista errado. Começamos o filme pela visão de Henry e, de repente, quando entramos no Ato 2, mudamos para o ponto de vista de Mark.
O problema de Mark é apenas seu trabalho diário, seu trabalho. Ele não entra na máquina de transformação, e isso é importante; exceto que Henry faz!
Henry parece ser o que mais muda conforme a história avança. Se a história usasse a perspectiva dele, acho que teríamos uma história melhor, se, é claro, alguns outros traços do personagem também mudassem.
Kate Rylett parecia uma boa candidata POV também. Ela parece pessoalmente envolvida, mas a história nunca explora isso.
Henry continua falando sobre algumas "senhoras" sobre as quais nunca chegamos a uma solução. Este é um buraco na trama.
O final é bizarro. Parece que ninguém mudou, não tenho certeza do que devo obter com isso.
O problema de Mark é apenas seu trabalho diário, seu trabalho. Ele não entra na máquina de transformação, e isso é importante; exceto que Henry faz!
Henry parece ser o que mais muda conforme a história avança. Se a história usasse a perspectiva dele, acho que teríamos uma história melhor, se, é claro, alguns outros traços do personagem também mudassem.
Kate Rylett parecia uma boa candidata POV também. Ela parece pessoalmente envolvida, mas a história nunca explora isso.
Henry continua falando sobre algumas "senhoras" sobre as quais nunca chegamos a uma solução. Este é um buraco na trama.
O final é bizarro. Parece que ninguém mudou, não tenho certeza do que devo obter com isso.
O DESCONHECIDO E REFLEXÕES
O filme do momento é O Desconhecido, que na verdade seria pela tradução O Estranho, de modo que mostra uma operação policial, Mark, junto a um criminoso, Henry, que é por demais estranho. Nada revela de começo sobre o seu crime, sendo que este fala de sua família, de ser proveniente de militares, bem como de não seguido a carreira da família, além de já ter sido condenado por algum crime leve. O criminoso acha que entra para um grupo criminoso, mas na na verdade eram todos policiais disfarçados. A operação levou muito tempo e assim deixou o policial com pesadelos, bem como medo de seu filho pequeno ser vítima ou estar em risco, nessa operação. Isso tudo em relação a crime que teria ocorrido em 2002, e estava sem solução até muitos anos depois. Fato é que o filme mostra essa relação de parceria entre o investigado e os policiais disfarçados, para com a confiança no grupo, ele revelar a verdade por final. As coisas ficam estranhas quando o criminoso tenta cantar o policial, com um relato de uma tara sua e que via em filmes. Fica o mistério do crime até o final, ou até que o investigado contasse a história ao chefe do grupo criminoso, pela confiança que queria ter, assim sendo preso pela polícia, após se dirigir ao local do crime. O criminoso ainda seria cristão, se dizendo convertido.
Fato é que o caso real ocorreu na Austrália, e se tratava de o desaparecimento de um menino, que por anos foi buscado pelos pais. No fim de muita busca e operação policial, com um suspeito de crimes contra crianças, por fim chegaram a verdade. Tristemente o menino teria ido cortar o cabelo no shopping, mas ao esperar om ônibus, que atrasou mais de 40 minutos, chegando a passar um antes que não o embarcou, de modo que o homem, Brett Peter Cowan, que acabou o dando carona e sequestrando, no ponto de ônibus, que ficava embaixo de um viaduto, e por isso aparece esse no filme. Brett teria feito algo a umas trinta crianças, e ainda condenado a 7 anos, por um desses atos, de modo que teria saído, após cumprir apenas 3. O menino levou o azar de estar na época após a saída da cadeia de Brett, que era usuário de drogas, além de abusador. Os pais do menino criaram um grupo de apoio a crianças na Austrália, buscando proteger e evitar casos parecido, além de sofrerem muito, até hoje, ressurgindo o trauma com o novo filme. Já o criminoso foi condenado dessa vez a pena perpétua e continua preso. Ali nesse caso se percebe parafilias, violências, vários atos que se punidos antes, evitariam a morte do menino Morcombe, que teria reagido ao abuso e por isso foi assassinado.
A criminologia tem a estudar e aprender com o caso, de modo a evitar fatos semelhantes no futuro. Já a operação policial foi um sucesso e muito inteligente, apesar de botar em risco algum profissional, além do filho do policial, se é que essa parte tinha algo real. O filme policial retrata apenas a parte do policial e do criminoso, não entrando nessa parte real da vítima e detalhes maiores. O caso se resolveu quando mais de mil voluntário, um destes, achou o tênis direito do menino, reconhecido pelo pai, além de outras roupas e ossos.
Mariano Soltys, advogado e filósofo
O filme do momento é O Desconhecido, que na verdade seria pela tradução O Estranho, de modo que mostra uma operação policial, Mark, junto a um criminoso, Henry, que é por demais estranho. Nada revela de começo sobre o seu crime, sendo que este fala de sua família, de ser proveniente de militares, bem como de não seguido a carreira da família, além de já ter sido condenado por algum crime leve. O criminoso acha que entra para um grupo criminoso, mas na na verdade eram todos policiais disfarçados. A operação levou muito tempo e assim deixou o policial com pesadelos, bem como medo de seu filho pequeno ser vítima ou estar em risco, nessa operação. Isso tudo em relação a crime que teria ocorrido em 2002, e estava sem solução até muitos anos depois. Fato é que o filme mostra essa relação de parceria entre o investigado e os policiais disfarçados, para com a confiança no grupo, ele revelar a verdade por final. As coisas ficam estranhas quando o criminoso tenta cantar o policial, com um relato de uma tara sua e que via em filmes. Fica o mistério do crime até o final, ou até que o investigado contasse a história ao chefe do grupo criminoso, pela confiança que queria ter, assim sendo preso pela polícia, após se dirigir ao local do crime. O criminoso ainda seria cristão, se dizendo convertido.
Fato é que o caso real ocorreu na Austrália, e se tratava de o desaparecimento de um menino, que por anos foi buscado pelos pais. No fim de muita busca e operação policial, com um suspeito de crimes contra crianças, por fim chegaram a verdade. Tristemente o menino teria ido cortar o cabelo no shopping, mas ao esperar om ônibus, que atrasou mais de 40 minutos, chegando a passar um antes que não o embarcou, de modo que o homem, Brett Peter Cowan, que acabou o dando carona e sequestrando, no ponto de ônibus, que ficava embaixo de um viaduto, e por isso aparece esse no filme. Brett teria feito algo a umas trinta crianças, e ainda condenado a 7 anos, por um desses atos, de modo que teria saído, após cumprir apenas 3. O menino levou o azar de estar na época após a saída da cadeia de Brett, que era usuário de drogas, além de abusador. Os pais do menino criaram um grupo de apoio a crianças na Austrália, buscando proteger e evitar casos parecido, além de sofrerem muito, até hoje, ressurgindo o trauma com o novo filme. Já o criminoso foi condenado dessa vez a pena perpétua e continua preso. Ali nesse caso se percebe parafilias, violências, vários atos que se punidos antes, evitariam a morte do menino Morcombe, que teria reagido ao abuso e por isso foi assassinado.
A criminologia tem a estudar e aprender com o caso, de modo a evitar fatos semelhantes no futuro. Já a operação policial foi um sucesso e muito inteligente, apesar de botar em risco algum profissional, além do filho do policial, se é que essa parte tinha algo real. O filme policial retrata apenas a parte do policial e do criminoso, não entrando nessa parte real da vítima e detalhes maiores. O caso se resolveu quando mais de mil voluntário, um destes, achou o tênis direito do menino, reconhecido pelo pai, além de outras roupas e ossos.
Mariano Soltys, advogado e filósofo
Não sou crítico de cinema, mas como o próprio site se entitula: adoro cinema. Essa prática é passada dentro de casa e nos cinemas para meus filhos e fazemos questão de discutir cada cena posteriormente. Iniciei assim porque vi críticos colocarem o filme como bom apenas. Faz um tempo que procuro um filme pra assistir que me desse a mesma sensação de quando assisti os grandes Titanic, avatar, lendas da paixão, os outros, 300, colecionador de ossos, um dia de treinamento, gladiador, interestelar, uma mente brilhante, e outros que insisto em voltar a assistir um milhão de vezes por falta de opções. Voltando ao filme, ele com certeza irá voltar a fazer parte desses aí já listados por mim e super recomendo a todos assistirem ao filme. Poderia ser 4 estrelas mas dei 5 para aumentar a média pois merece.
Joel Edgerton e Sean Harris estão no elenco desse bom filme sobre crime e investigação com diálogos interessantes e boas cenas policiais, ressalvas para o ritmo que atrapalha seu desenvolvimento. Vale a pena conferir.
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