Média
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Bom exemplar que nos trás mais detalhes de Ruanda, com a frieza de uma direção e com boas atuações de um elenco ainda cru.
O filme é baseado em eventos reais sobre o Genocídio contra os Tutsis em 1994 ocorrido na Ruanda. Quatro mulheres de diferentes origens e crenças se abrigam e escondem no subsolo da casa de uma delas. A luta por sobrevivência une essas mulheres, mas também levam elas a questionamentos sobre fé, crença e a barreira entre o limite da vida e da morte, explorando o sofrimento e sobretudo, a resiliência e arrependimento dessas quatro mulheres presas durante este período tão conturbado da história humana. Imagens impactantes e fortes emoções prendem o expectador do início ao fim. SUPER RECOMENDO!!!
Um filme que mostra a realidade da Africa -Ruanda,aonde são divididos por duas facções Huttus e Tutsis, aonde a igualdade não existe, infelizmente poucos pessoas conseguem ajudar nem ONU consegue unir-los e prevalecer a paz entre eles mesmo.
Conforme passar tempos muitas mulheres foram ganhando força, devido isso a discriminação entre mulheres está sendo cada vez maior, aonde sofre todo tipo crueldade.
Será que algum dia a Paz finalmente vai prevalecer em Ruanda?
Conforme passar tempos muitas mulheres foram ganhando força, devido isso a discriminação entre mulheres está sendo cada vez maior, aonde sofre todo tipo crueldade.
Será que algum dia a Paz finalmente vai prevalecer em Ruanda?
Árvores da Paz apresenta o período doloroso da Guerra Civil em Ruanda, destacando o genocídio e a luta pela sobrevivência de quatro mulheres escondidas em um sótão. O filme, dirigido por Alanna Brown, evita explorar graficamente a violência e prefere mostrar seus efeitos através do som, que se torna quase um vilão invisível. É angustiante imaginar o que acontece do lado de fora.
O que mais me chamou atenção foi a relação entre as quatro mulheres, que possuem personalidades e visões muito diferentes. Temos uma freira, uma voluntária, uma mulher grávida e uma estrangeira, e, mesmo vivendo a mesma situação, elas carregam julgamentos, crenças e formas diferentes de lidar com a dor.
Uma das cenas que mais me marcou foi quando a estadunidense revela que spoiler: já havia tentado suicídio e é julgada pela freira. Aquilo me fez pensar: até que ponto vai o seu amor? Até onde conseguimos acolher alguém cuja dor e escolhas não conseguimos compreender?
Além da violência, o filme fala sobre dororidade, fé, culpa, sobrevivência e, principalmente, sobre como mulheres tão diferentes conseguem transformar uma dor individual em uma força coletiva. Um drama emocionante e angustiante, que provoca reflexões profundas.
O que mais me chamou atenção foi a relação entre as quatro mulheres, que possuem personalidades e visões muito diferentes. Temos uma freira, uma voluntária, uma mulher grávida e uma estrangeira, e, mesmo vivendo a mesma situação, elas carregam julgamentos, crenças e formas diferentes de lidar com a dor.
Uma das cenas que mais me marcou foi quando a estadunidense revela que spoiler: já havia tentado suicídio e é julgada pela freira. Aquilo me fez pensar: até que ponto vai o seu amor? Até onde conseguimos acolher alguém cuja dor e escolhas não conseguimos compreender?
Além da violência, o filme fala sobre dororidade, fé, culpa, sobrevivência e, principalmente, sobre como mulheres tão diferentes conseguem transformar uma dor individual em uma força coletiva. Um drama emocionante e angustiante, que provoca reflexões profundas.
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