9 1/2 Semanas de Amor
Média
4,1
185 notas

13 Críticas do usuário

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Larissa Berbel
Larissa Berbel

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4,0
Enviada em 15 de maio de 2025
Que saudade dos filmes desta época. A produção de arte, a direção, o roteiro original. Para esta crítica, divido em dois tempos.

Primeiro Tempo
Aqui, trago elogios, pois a direção lê e sente o roteiro, apesar de Adrian Lyne usar de seus próprios meios para alcançar os elementos realistas para os atores, principalmente para a Kim Basinger, diria que a duras penas, as quais repudio veementemente.

O fato é que Lyne conseguiu o que queria, passar a angústia e desejo das cenas, conforme a autobiografia escrita por Ingeborg Seiler. O que parecia ser uma história de paixão apimentada, se transforma em um complexo jogo de violência psicológica, mesmo que mostrado de forma sutil, como um bom filme faz. Elizabeth é uma personagem simples, sem muita profundidade e esperteza, mas ganha cores profundas ao longo da trama, trazendo uma sensação de afogamento lento, encontro após encontro. John Gray, um cara enigmático, conta com os olhos do Mickey Rourke, misterioso, profundo e sensual no talo. O resultado é uma trama envolvente, a qual você é levada junto com Elizabeth, pois toca em algo que o machismo sempre gosta de trabalhar, o dispositivo amoroso feminino. É nele que John constrói sua teia de poder e submissão, contando com a ingênua mente de Elizabeth.

spoiler: No fim, os dois vão ao limite de Elizabeth, assim como o de Kim Bassinger, atormentada pelas técnicas nada politicamente corretas de direção aplicadas por Lyn, e Gray se vê também preso na teia que ele mesmo costurou, revelado em um final sem glamour ou clichê romântico.


Para a época, um escândalo. Para os dias de hoje - já acostumados com a temática com os 50 tons de cinza e outros mais escuros - um show de direção de arte, figurino e fotografia. Amo a singeleza da estética 80th e mais ainda quando tem a pegada futurista urbana.

Saí apaixonada pela crítica levantada, pelo olhar de Rourke, no auge de sua beleza e juventude, e pelos verdadeiros tons de cinza (desde o cenário até os figurinos) que ficaram gravados no inconsciente de quem viveu este surto chamado 9 Semanas e Meia de Amor.

Segundo Tempo
Lyne não me deixa ficar nostálgica de um jeito bom, somente. Da mesma forma que o personagem, assumiu a porção satânica de John e impôs terros a Kim Besinger, para trazer as emoções reais da personagem a tona. Acredito que por ser uma atriz ainda sem muitos recursos de atuação, foi escolhida por possuir características iguais aos de Elizabeth, segundo o diretor, "ela é do tipo de mulher que lê revistas e não livros." Segundo ele, essa falta de criticidade e intelectualidade a fazia mais ingênua e perfeita para o papel. Então temos cenas com espanto e pavor real, onde Lyn orientava somente Rourke para as cenas, a deixando vulnerável.

De fato, a atuação de Kim deixa a desejar, mas as cenas são salvas por Mickey Rourke.
Eracides Alves de Oliveira Junior
Eracides Alves de Oliveira Junior

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de dezembro de 2023
A arte é a magia, a bruxaria dos tempos modernos, mas poucas coisas rotuladas como "arte" realmente o são. Entretanto, algumas obras artísticas conseguem lograr a sua finalidade... e adquirem vida própria. Até mesmo os atores parecem q acabam enfeitiçados, e realmente incorporam um personagem q, até então, nunca existiu. É quando a obra de arte ganha vida própria, e deixa até mesmo de fazer parte de seus próprios criadores. Ela nasce e se emancipa. Este filme é a história sobre uma paixão tóxica. Quando o limite entre prazer e sofrimento se confundem e se fundem. Em maior ou menor grau, todos os seres humanos já passaram por isso, nem é preciso ter tendências SM como foi o caso de UM dos protagonistas. E, obviamente, isso foi o q trouxe toda a dor. John Lennon um dia chamou a isso - de forma sintética perfeita - de MIND GAMES. É quando um dos dois assedia e violenta ao outro não necessariamente de forma física... É um abuso mental.Esse filme maravilhoso - e horrível - parece fazer o mesmo q seu protagonista masculino: nos seduz... mas também nos machuca. Simplesmente imperdível.
Nina Alexia
Nina Alexia

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4,0
Enviada em 10 de novembro de 2021
Nove e Meia Semanas de Amor, baseada na autobiografia de Ingeborg Day. A escritora relatou seu relacionamento, depois de fugir de seu casamento e de sua vida como professora em Wisconsin para se refugiar no anonimato de Manhattan, com um desconhecido que a introduziu no sexo sadomasoquista até que ela, após nove semanas e meia de submissão física e emocional, decidiu abandoná-lo para se salvar.
Lu Ftd
Lu Ftd

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4,5
Enviada em 3 de setembro de 2021
Filme top, romance com sexo caliente, amor perfeito, casal dos sonhos, que história mais que pergeita
Ricardo A.
Ricardo A.

170 seguidores 174 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 12 de agosto de 2018
Para quem pensa que Cinquenta tons de cinza é um roteiro original, ai temos uma prova que basta dar uma repaginada no roteiro e mudar seu título que revivemos mais do mesmo. Em 1986, já tínhamos um roteiro erótico com atores já um tanto conhecidos e dirigido por um diretor especialista pelo gosto (cito Lolita e Proposta Indecente). Inclusive a atriz Kim Basinger acabou participando de Cinquenta tons mais escuros, talvez como um revivor de seu passado. O fato é que, tirando o público masculino, que dá uma nota positiva no filme, o mesmo não possui qualidade. O roteiro é fraco e se prende numa trama boba e sem tensão. Até mesmo as tais cenas de sexo não eram tão bem ensaiadas e chegam a ser parodiadas. A atriz usou inclusive dublê de corpo, o que fez ela ganhar um troféu de pior atuação por não se entregar totalmente a personagem. Além disso, o roteiro também foi criticado. Hoje até podemos considerar o filme extremamente machista em colocar a mulher em situação degradante e sem explorar essa situação num tom mais dramático, apenas o fazendo como um fetiche sexual masculino. O título do filme em português que diz ser semanas de amor, na verdade deve ser considerado 9 1/2 de sexo e luxúria, pois nada ali deve ser considerado como um relacionamento amoroso. O que salva é algumas cenas bem fotografadas com uso de luz e sombra e o uso dos tons dos figurinos. O filme inclusive teve prejuízo nos cinemas, arrecadando a metade do seu orçamento, talvez pelo seu teor erótico que prejudicou a divulgação.
Alanna L.
Alanna L.

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5,0
Enviada em 16 de março de 2018
Muito bom o filme, apesar de ter dois lados... É o Christian Grey dos anos 80. Cuida muito bem dela, quer dar " o mundo a ela", muito sensual, porém abusivo. Difícil de acompanhar a linha de raciocínio dele. Uma hora dá flores, outra joga dinheiro no chão e manda ela pegar o dinheiro de quatro porque acha sex.
Anne S
Anne S

13 seguidores 65 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 30 de setembro de 2017
Muito bom o filme, porque tem historia, então não fica gratuito, é natural. É aí que Adian Lyne acerta no tom. Relacionamentos intensos acontecem, mas tendo início e continuidade em realizações de fantasias faz acontecer oque Elizabeth se deu conta. E John dá sinais de desgaste. É muiiito bom erotismo, fantasias... Mas, e quando é isso a que se resume um relacionamento? Elizabeth percebe que isso é um ingrediente, mas que não constrói o prato principal. Erotismo, paixão pulsante, mas quanta coisa se torna efêmera dependendo da circunstância. Eletrizante.
Érico S.
Érico S.

4 seguidores 40 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 1 de março de 2016
9 1/2 semanas de amor está fazendo 30 anos, e poucas vezes se viu no cinema o erotismo ser retratado de forma tão inovadora, excitante e original. E sem apelar para a vulgaridade, tampouco sexo explícito.
É um filme leve, gostoso, despretencioso, ideal pra se assistir a dois, com "dicas" e fetiches memoráveis, inclusive pra apimentar um pouquinho a intimidade do casal.
Santos F.
Santos F.

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4,5
Enviada em 4 de janeiro de 2016
Esse filme é baaaarbaro!!! Nem acredito que seja dos anos 80! Demorei 1 mês para conseguir baixa-lo. Uma peeeeniissima que o 2 tenha ficado tão mal feito, só pra dar um fim à trama. Pena TB que o autor tenha morrido já, pois poderia reescrever o filme 2, já que hj em dia se tem muito mais recurso.(na minha opinião)
anônimo
Um visitante
3,0
Enviada em 27 de dezembro de 2013
Mas uma vez vimos a soberania de Adryan Lyne,em mostrar suas ideias eró nova aventura,ele mostra a história de Elizabeth (Kim Basnger),que vive seu mundo,com suas amizades e também com seus é conhecer John (Mickey Rourke),que daí é que ela se transforma totalmente e muda o seu jeito de ser.O filme reserva bons momentos,principalmente,entre Basinger e Rourke,que entra no clima do filme,e se entrega totalmente aos personagens.
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