Flow
Média
4,3
249 notas

57 Críticas do usuário

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33 críticas
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14 críticas
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1 crítica
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Ricardo L.
Ricardo L.

63.038 seguidores 3.148 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de fevereiro de 2025
A melhor animação de 2024! Flow é lindo de se vê, mostra uma trajetória de um gato com suas mazelas e dores que praticamente faz o telespectador adentrar a tela! Magnífico.
Cleiton Magnun
Cleiton Magnun

11 seguidores 2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 13 de janeiro de 2025
Emocionante. Um gatinho lidando com as adversidades climáticas ao lado de seus improváveis amigos. É sobre resiliência, amizade e empatia. Quem tem um amiguinho felino em casa vai se derreter.
leeh S.
leeh S.

6 seguidores 67 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de janeiro de 2025
No filme não é dito uma palavra se quer , mais mesmo assim nois transmite uma emoção somente em acompanharmos os movimentos e olhares dos personagens , filme simplesmente fantástico e emocionante , digno de Oscar !!!
Jaime F.
Jaime F.

6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de janeiro de 2025
Linda animação, fiquei tenso em várias partes do filme, pra mim superou o divertidamente 2 e malvado favorito! Nota 10
CinefiLov❤️
CinefiLov❤️

19 seguidores 171 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 20 de fevereiro de 2025
uma animação deslumbrante, explora temas como sobrevivência, adaptação e a necessidade de cooperação de diferentes espécies, tem uma característica marcante que é a ausência de diálogos que o torna excepcional, o filme tem sido muito elogiado por sua animação inovadora, e consegue passar mensagens fortes sobre a humanidade mesmo não contendo humanos em sua trama, uma obra prima.
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Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

20 seguidores 727 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 30 de janeiro de 2025
Flow é uma obra-prima que transcende a barreira da animação. Deve ser indicado ao oscar de 2025, como melhor animação (para muitos é um dos favoritos a levar) e foi vencedor do globo de ouro (melhor filme de animação). Flow é um filme independente francês e foi dirigido por Gints Zilbalodis. A trama conta a história de um gatinho preto que está vivendo solitário, após o mundo ter sido devastado, pois não encontramos n.enhum humano no filme. Após surgir uma enchente, o gato é desfiado a unir forças com outros animais dentro de um pequeno barco para procurar um local seguro. O diferente desse filme para os demais concorrente desse ano, é que apresenta animais como animais, isto é, além de fazer coisas de animais (o que um gato faria, o que um cachorro faria etc), o filme não apresenta nenhum “diálogo”. Zilbalodis prefere explorar e dar destaque a natureza dos animais, e acerta nisso. Evidentemente que Zilbalodis não deixa completamente solto, pois cada animal tem a sua personalidade (como os diferentes cachorros que aparecem no filme). O gato é independente, o cachorro brincalhão , a garça é orgulhosa e assim vai. A estética do filme aliada a elemento inesperado faz o filme ficar recheado de uma determinada aflição sobre o que vai acontecer com o grupo de animais. O filme ainda aponta um certa critica aos desastres climáticos, quando percebemos que não existem mais humanos, apenas rastros. Um grande filme que merece muito ser reconhecido no Brasil..
Nelson J
Nelson J

50.811 seguidores 1.938 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 27 de fevereiro de 2025
Assisti em uma sala de cinema com crianças e adultos. Não houve nenhum ruído durante toda a exibição. Maravilhoso. Um estória vibrante e que lida com nossos medos e necessidade de seguir adiante. Resiliência e perseverança. O gato se adapta as novas condições para sobreviver, mas também muda a sua visão de mundo e das relações no ambiente. Não perca!
DANIEL BARRAL
DANIEL BARRAL

26 seguidores 229 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 8 de março de 2025
Oscar mais do que merecido. Filme muito bom, do diretor letão Gints Zilbadolis. O filme traz uma linda mensagem de amizade, não importa a diferença entre as espécies. Uma história muito boa e muito comovente, mereceu vencer o Oscar de melhor animação esse ano. Recomendo demais. Conseguiu desbancar a Pixar e a Dreamworks.
anônimo
Um visitante
5,0
Enviada em 5 de março de 2025
Flow – ou, em seu título original, Straume – emerge como uma obra singular no universo da animação contemporânea, desafiando convenções e estabelecendo novos parâmetros tanto em termos de narrativa quanto de execução técnica. Dirigido por Gints Zilbalodis e coescrito com Matīss Kaža, o filme de 2024 se destaca não apenas por sua temática de aventura e fantasia, mas sobretudo por sua audaciosa decisão de se comunicar sem diálogos, utilizando exclusivamente imagens e uma trilha sonora meticulosamente construída para evocar emoções e reflexões profundas.

Ao dispensar o recurso dos diálogos, Flow reafirma a ideia de que a imagem, acompanhada de um design sonoro autêntico, pode transcender barreiras linguísticas e culturais, convidando o espectador a uma imersão sensorial completa. Essa escolha estética exige do público uma atenção aguçada aos detalhes – cada movimento, cada expressão dos animais, e cada variação nos efeitos sonoros se convertem em elementos essenciais para a compreensão da trama. O protagonista, um gato de natureza solitária, vive uma jornada que simboliza a superação dos medos individuais e o aprendizado sobre a importância da solidariedade num mundo em transformação. Essa narrativa, ao mesmo tempo em que evoca a estética dos clássicos filmes mudos e documentários de natureza, traz à tona questões contemporâneas como o impacto das mudanças climáticas e a necessidade de convivência harmônica entre diferentes seres.

A produção de Flow é marcada pelo uso integral do Blender, um software de código aberto que, além de evidenciar a capacidade da animação independente de competir com os grandes estúdios, demonstra que a excelência técnica pode ser alcançada mesmo com orçamentos moderados. A renderização, o movimento natural dos personagens e a construção dos cenários – que variam entre florestas submersas, cidades abandonadas e formações rochosas imponentes – reforçam a ideia de que a tecnologia pode ser aliada na criação de um cinema visualmente poético e intimista. O trabalho de Gurwal Coïc-Gallas, que utilizou sons reais de animais (com exceção adaptada do capivara), reforça ainda mais a autenticidade do universo apresentado, aproximando a experiência cinematográfica da observação da natureza em seu estado mais genuíno.

A ausência de diálogos não é mero acaso; ela se fundamenta na convicção do diretor de que o público é capaz de captar sutilezas e interpretar significados por meio das imagens e sons. Em Flow, os animais – desde o gato protagonista até os secundários, como o labrador, o lemure e o pássaro-secretário – representam arquétipos da existência e das relações interpessoais. Cada personagem, com seus comportamentos naturais, reflete não só os instintos da fauna, mas também simboliza traços da condição humana, como a relutância em abandonar o individualismo e a necessidade de aprender a cooperar diante de desafios existenciais. O ambiente pós-apocalíptico, onde a ausência dos seres humanos deixa para trás apenas vestígios e estruturas inertes, serve como pano de fundo para uma meditação sobre a resiliência e a capacidade de renovação – temas que ressoam fortemente no contexto das crises ambientais contemporâneas.

A aclamação que Flow recebeu nas principais plataformas e festivais – desde sua estreia em Cannes até as conquistas no European Film Awards, nos New York Film Critics Circle Awards, nos Los Angeles Film Critics Association Awards e, especialmente, na vitória do Oscar de Melhor Filme de Animação –, evidencia não só a qualidade da obra, mas também sua relevância cultural. O fato de o filme ter sido selecionado como entrada letã para o Oscar de Melhor Longa-Metragem Internacional e, posteriormente, ter consagrado a Letônia como vencedora nesta categoria, marca um momento histórico para o cinema do país. Essa repercussão demonstra que a animação independente pode dialogar com públicos globais, estabelecendo novos paradigmas na forma de contar histórias sem a dependência de narrativas verbais tradicionais.

Flow transcende os limites da simples animação para se converter em uma experiência estética e emocional que convida o espectador a refletir sobre a condição humana, a fragilidade da natureza e a importância da convivência harmoniosa entre os seres vivos. A obra de Gints Zilbalodis não se limita a apresentar uma história – ela cria um universo onde cada detalhe, do movimento sutil dos personagens à harmonia sonora que permeia cada cena, é cuidadosamente orquestrado para provocar uma resposta sensorial e intelectual. Ao apostar em uma linguagem visual universal, Flow demonstra que a ausência de palavras pode, paradoxalmente, enriquecer a narrativa, permitindo múltiplas interpretações e, sobretudo, estabelecendo uma conexão profunda com a essência do que significa existir e conviver. Dessa forma, o filme não só inaugura uma nova era para a animação independente como também reafirma o poder do cinema em transformar o ordinário em algo extraordinário.

Em síntese, Flow é uma obra-prima que se destaca pela coragem de inovar, pela excelência técnica alcançada com recursos abertos e, sobretudo, pela sua capacidade de tocar emocionalmente o espectador sem recorrer ao convencional. Uma verdadeira ode à imaginação e à resiliência, o filme convida-nos a navegar – junto com seu destemido protagonista – pelas águas turbulentas de um mundo em mutação, lembrando-nos que, mesmo nas crises, a beleza e a esperança podem emergir com força renovada.
Mafalda White
Mafalda White

7 seguidores 113 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 24 de fevereiro de 2025
Animação simples, mas que toca o coração. Impossível não adentrar a história e ter todo tipo de sentimento. Os sons originais dos animais torna o realismo do filme. E a mensagem é bela. Humanos não teriam essa solidariedade mútua, especialmente em diferentes espécies. Parabéns à Letônia e que venha um Oscar!
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