Flow
Média
4,3
261 notas

58 Críticas do usuário

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Ricardo L.
Ricardo L.

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5,0
Enviada em 17 de fevereiro de 2025
A melhor animação de 2024! Flow é lindo de se vê, mostra uma trajetória de um gato com suas mazelas e dores que praticamente faz o telespectador adentrar a tela! Magnífico.
Nelson J
Nelson J

51.034 seguidores 1.978 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 27 de fevereiro de 2025
Assisti em uma sala de cinema com crianças e adultos. Não houve nenhum ruído durante toda a exibição. Maravilhoso. Um estória vibrante e que lida com nossos medos e necessidade de seguir adiante. Resiliência e perseverança. O gato se adapta as novas condições para sobreviver, mas também muda a sua visão de mundo e das relações no ambiente. Não perca!
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de fevereiro de 2025
Tal qual Noé que, diante de um dilúvio, embarcou em uma arca com sua família e com diversos animais, com o objetivo de se salvarem; a jornada do gato que protagoniza a animação “Flow”, dirigida por Gints Zilbalodis, também um conto de sobrevivência diante de um desastre natural.

Após uma grande enchente, um solitário gato tem que encontrar formas para sobreviver. Ele encontra abrigo em um barco que, na medida em que a trama vai se desenvolvendo, passa a ser povoado por diversas espécies. Nesta jornada, os animais que ali convivem aprendem, não só a coexistirem entre si, apesar de suas diferenças; como também entram em contato com sentimentos como a esperança, o altruísmo, a coragem e a abnegação a partir do instante em que vivenciam diversos desafios e se adaptam a um mundo desconhecido.

Assistir a “Flow” é uma experiência interessantíssima. Estamos diante de uma animação que não possui diálogos, protagonizada por espécies de animais que se comunicam entre si usando a sua própria linguagem, trejeitos e características. Apesar disso, conseguimos mergulhar profundamente neste universo, vivenciando as experiências com estas personagens, aproveitando cada cenário que eles desbravam.
Adriano Côrtes Santos
Adriano Côrtes Santos

1.008 seguidores 1.229 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 2 de dezembro de 2024
Flow (2024), do letão Gints Zilbalodis, é uma obra-prima da animação contemporânea que impressiona tanto pela audácia quanto pela sensibilidade. Sem diálogos, o filme apresenta um mundo pós-humanidade, onde um gato solitário tenta sobreviver em meio a predadores e um dilúvio apocalíptico. A jornada se transforma em uma espécie de "Arca de Noé", com diferentes animais se unindo à embarcação improvisada, enfrentando seus instintos e aprendendo a coexistir.

A narrativa minimalista é conduzida por uma trilha sonora hipnótica, também composta por Zilbalodis, que mistura melancolia e grandiosidade em um estado de transe emocional. Visualmente deslumbrante, o filme evoca a grandiosidade de Miyazaki, especialmente em momentos como a morte simbólica de um dos animais, que ganha contornos de um evento quase bíblico.

Embora haja momentos de alívio cômico – em especial com o lêmure colecionador de objetos brilhantes –, o tom geral é tenso e contemplativo, mantendo o espectador imerso na luta pela sobrevivência. A edição de som e a direção de arte são impecáveis, transportando o público para um universo onde a beleza e a fragilidade coexistem.

Flow é um marco que reafirma Zilbalodis como um dos grandes talentos emergentes da animação mundial. Com sua mensagem melancólica e profundamente tocante, é um filme que ficará na memória, especialmente pela emblemática imagem da baleia.
Carlos P.
Carlos P.

266 seguidores 431 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 15 de janeiro de 2025
Achei muito interessante o conceito de filme sem falar, de não forçar uma voz para os animais ou inserir humanos para que em algum momento haja diálogos. Talvez eu não tenha me conectado tanto com a história, mas ainda acho que é um daqueles filmes que nos faz refletir sobre muitas coisas. Uma animação linda, que por ser um filme mudo talvez deixe as mensagens de uma forma sútil e que talvez até por isso nem sempre consegui me conectar, mas que conta uma bela história de sobrevivência.
NerdCall
NerdCall

59 seguidores 484 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de fevereiro de 2025
Poucos filmes conseguem transmitir tanta emoção sem a necessidade de diálogos. Flow, dirigido por Gints Zilbalodis, é um exemplo brilhante de como a animação pode ser uma experiência sensorial e imersiva, utilizando apenas a estética, a narrativa visual e uma trilha sonora evocativa para contar sua história. Com um protagonista felino e um estilo artístico que remete a pinturas em aquarela animadas, Flow não apenas cativa, mas também reafirma a importância das animações independentes em um cenário dominado pelos grandes estúdios. Em um ano particularmente competitivo, a obra não apenas se destacou nos festivais, mas também superou títulos mais comerciais como Robô Selvagem, tornando-se uma das mais fortes candidatas ao Oscar de Melhor Animação.

A ausência de diálogos em Flow poderia ter sido um risco, assim como aconteceu com Robot Dreams no ano anterior – um filme aclamado, mas que não conseguiu grande tração com o público e acabou ofuscado por sucessos como Aranhaverso 2 e O Menino e a Garça. No entanto, Flow apresenta uma vantagem crucial: sua abordagem visual e narrativa são tão poderosas que não apenas prendem a atenção do espectador, mas também criam um senso de envolvimento imediato. O fato de o protagonista ser um gato também adiciona um apelo especial, conquistando amantes de felinos e espectadores que se encantam com personagens animais bem desenvolvidos. Esse elemento, aliado a uma estética meticulosamente trabalhada, faz com que o filme tenha um diferencial marcante.

A maior qualidade de Flow está na forma como Zilbalodis constrói seu universo e seus personagens. A estética do filme é deslumbrante, com um visual que lembra pinturas em movimento, e um uso de cores e iluminação que evocam uma sensação de imersão constante. Mais do que apenas um espetáculo visual, o filme respeita a natureza de seus personagens animais. Ao invés de humanizá-los em excesso, o diretor mantém sua essência selvagem, permitindo que suas ações sejam movidas por instintos, mesmo quando enfrentam dilemas tipicamente humanos. Essa fidelidade ao comportamento animal confere ao filme uma autenticidade rara, tornando cada momento ainda mais envolvente.

A trama segue um grupo de animais que, ao longo da jornada, precisam lidar com constantes ameaças e desafios, o que confere ao filme uma atmosfera de aventura contínua. O senso de urgência e sobrevivência é palpável, fazendo com que cada pequena vitória e cada momento de perigo tenham peso emocional real. Esse aspecto aproxima Flow de histórias como As Aventuras de Pi, que também utiliza o isolamento em um ambiente aquático para construir metáforas visuais e emocionais profundas. A ausência de um contexto explicativo fechado – deixando em aberto se o cenário do filme se passa em um futuro distópico ou em um tempo indefinido – adiciona ainda mais camadas à experiência, permitindo múltiplas interpretações sobre sua mensagem.

Além do impacto visual e narrativo, Flow se destaca por sua capacidade de transmitir reflexões sociais e existenciais sem tornar-se um filme pesado ou excessivamente didático. O longa equilibra perfeitamente o entretenimento e a profundidade, oferecendo uma experiência rica tanto para aqueles que buscam uma animação encantadora quanto para espectadores atentos às simbologias e significados mais sutis. Cada animal parece representar um arquétipo diferente, e suas interações sugerem temas como a cooperação, o instinto de sobrevivência e a adaptação a um mundo em constante mudança. Zilbalodis emprega essa abordagem com maestria, garantindo que o filme tenha camadas de interpretação para diversos públicos.

No cenário atual da animação, dominado por fórmulas previsíveis e produções voltadas para grandes bilheterias, Flow surge como uma lufada de ar fresco. Seu sucesso é um lembrete da importância de dar espaço a produções independentes, que muitas vezes trazem abordagens inovadoras e expandem os limites do que a animação pode oferecer. A dedicação de Zilbalodis ao projeto – tendo passado mais de cinco anos desenvolvendo o filme e utilizando gravações reais de animais para aprimorar a autenticidade dos movimentos – é visível em cada quadro, tornando Flow uma experiência única.

Embora Flow seja um filme de 2024, sua chegada ao Brasil em 2025 o coloca como, até o momento, a melhor animação do ano, considerando que ainda estamos no início do calendário cinematográfico. Flow certamente estará entre as melhores do ano. É um filme que não apenas encanta, mas também reafirma o poder da animação como arte. Um feito técnico e narrativo que, sem dúvida, merece todo o reconhecimento que vem recebendo. Para os amantes do gênero e para aqueles que buscam algo além do convencional, Flow é uma experiência imperdível.
DANIEL BARRAL
DANIEL BARRAL

27 seguidores 235 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 8 de março de 2025
Oscar mais do que merecido. Filme muito bom, do diretor letão Gints Zilbadolis. O filme traz uma linda mensagem de amizade, não importa a diferença entre as espécies. Uma história muito boa e muito comovente, mereceu vencer o Oscar de melhor animação esse ano. Recomendo demais. Conseguiu desbancar a Pixar e a Dreamworks.
Ravi Oliveira
Ravi Oliveira

24 seguidores 508 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 19 de outubro de 2024
Sinopse:
O mundo parece estar chegando ao fim, repleto de vestígios da presença humana. O gato é um animal solitário, mas como sua casa é devastada por uma grande enchente, ele encontra refúgio em um barco povoado por diversas espécies, e terá que se unir a eles apesar de suas diferenças.

Crítica:
"Flow", de Gints Zilabalodis, é uma animação que se destaca pela beleza estética e pela profundidade emocional de sua narrativa. Situada em um mundo em ruínas, repleto de vestígios da presença humana, a trama acompanha um gato solitário que, após uma devastadora enchente, encontra abrigo em um barco habitado por diferentes espécies.

A habilidade de Zilabalodis em criar um ambiente visualmente deslumbrante é um dos pontos altos do filme. Cada cena é uma obra de arte, repleta de detalhes e uma paleta de cores vibrante que traz vida a um cenário melancólico. Essa contradição entre a beleza do mundo e a sua degradação ressalta a fragilidade do nosso ecossistema e provoca uma reflexão sutil sobre a interação humana com a natureza.

A jornada do gato é um belo simbolismo sobre a necessidade de união e cooperação em tempos de crise. Através de suas interações com seres distintos, o gato aprende a superar suas diferenças e a valorizar a empatia e a solidariedade. Essa mensagem poderosa é apresentada de forma delicada, sem cair em moralismos, permitindo que o público reflita sobre o tema de maneira orgânica.

A narrativa minimalista, apoiada pela ausência de diálogos excessivos, convida o espectador a sentir e vivenciar as emoções do protagonista. Cada olhar, cada gesto, carrega um peso emocional que se traduz em uma conexão imediata com a história. A escolha de uma trilha sonora envolvente complementa perfeitamente as imagens, elevando a experiência sensorial e imersiva.

"Flow" também aborda questões contemporâneas pertinentes, como a crise ambiental e a solidão, evocando um senso de urgência e reflexividade. O filme serve como um alerta sutil, mas impactante, sobre as consequências das ações humanas.

Em resumo, "Flow" é uma obra que combina estética e mensagem profunda de forma magistral. Gints Zilabalodis nos presenteia com uma animação que transcende as barreiras do entretenimento, promovendo uma experiência emocional e reflexiva, digna de ser apreciada por todos. É, sem dúvida, um testemunho do poder da arte em nos conectar e nos inspirar a buscar a harmonia em meio à adversidade.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 893 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 30 de janeiro de 2025
Flow é uma obra-prima que transcende a barreira da animação. Deve ser indicado ao oscar de 2025, como melhor animação (para muitos é um dos favoritos a levar) e foi vencedor do globo de ouro (melhor filme de animação). Flow é um filme independente francês e foi dirigido por Gints Zilbalodis. A trama conta a história de um gatinho preto que está vivendo solitário, após o mundo ter sido devastado, pois não encontramos n.enhum humano no filme. Após surgir uma enchente, o gato é desfiado a unir forças com outros animais dentro de um pequeno barco para procurar um local seguro. O diferente desse filme para os demais concorrente desse ano, é que apresenta animais como animais, isto é, além de fazer coisas de animais (o que um gato faria, o que um cachorro faria etc), o filme não apresenta nenhum “diálogo”. Zilbalodis prefere explorar e dar destaque a natureza dos animais, e acerta nisso. Evidentemente que Zilbalodis não deixa completamente solto, pois cada animal tem a sua personalidade (como os diferentes cachorros que aparecem no filme). O gato é independente, o cachorro brincalhão , a garça é orgulhosa e assim vai. A estética do filme aliada a elemento inesperado faz o filme ficar recheado de uma determinada aflição sobre o que vai acontecer com o grupo de animais. O filme ainda aponta um certa critica aos desastres climáticos, quando percebemos que não existem mais humanos, apenas rastros. Um grande filme que merece muito ser reconhecido no Brasil..
CinefiLov❤️
CinefiLov❤️

20 seguidores 186 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 20 de fevereiro de 2025
uma animação deslumbrante, explora temas como sobrevivência, adaptação e a necessidade de cooperação de diferentes espécies, tem uma característica marcante que é a ausência de diálogos que o torna excepcional, o filme tem sido muito elogiado por sua animação inovadora, e consegue passar mensagens fortes sobre a humanidade mesmo não contendo humanos em sua trama, uma obra prima.
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