Média
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Que foi isso?Filme com todos os elementos pra ser bom,mas conseguiu ser muito pior do que tema sério como o assédio poderia ter sido melhor executado
This movie is absolute trash. The plot is empty, the acting is lifeless, and it delivers nothing of value. A total waste of time.
Tinha tudo pra ser bom. Mas não foi!
O final então... conseguiu estragar ainda mais, frustrando a expectativa de que toda a tensão criada durante o filme teria um fechamento inteligente.
Odiei.
O final então... conseguiu estragar ainda mais, frustrando a expectativa de que toda a tensão criada durante o filme teria um fechamento inteligente.
Odiei.
Aborda bem a tensão que e o temor que a personagem principal sente,além de ser sutil a forma como a crítica é passada
Sinceramente, este é um daqueles filmes que deixa a sensação de que você perdeu tempo. Narrativas sem conexão com a realidade. Não passa uma tentativa de inserir o espectador numa espera de suspense, mas nos leva a lugar nenhum. Porém, boa atuação das duas atrizes.
O Royal Hotel consegue cumprir com o seu papel gerando desconforto e inquietação no espectador, ao ambientar duas protagonistas num local isolado e desprovido de auxílio.
O enredo combina situações desconfortáveis com momentos de aparente segurança, à medida que novos personagens são introduzidos, mantendo o espectador em constante vigilância, sem revelar suas verdadeiras intenções. Essa dualidade permeia quase toda a narrativa.
A sensação de insegurança e desconforto poderia ser aprimorada, colocando as protagonistas em situações mais desafiadoras ou de perigo iminente. Aprofundando essa gama de emoções, a narrativa poderia tornar-se mais envolvente. No entanto, parece que a diretora, Kitty Green, hesitou em ultrapassar certos limites, evitando provocar mais angústia do que interesse em acompanhar a história. Uma abordagem compreensível.
Destaca-se a atuação de Julia Garner, que mais uma vez desempenha um papel notável. Grande parte das emoções transmitidas no filme é resultado de sua excelente performance. É surpreendente que ainda não tenha conquistado um papel de destaque em um grande filme, considerando sua atuação marcante em "Ozark". Ela demonstra ser uma atriz excepcional.
O enredo combina situações desconfortáveis com momentos de aparente segurança, à medida que novos personagens são introduzidos, mantendo o espectador em constante vigilância, sem revelar suas verdadeiras intenções. Essa dualidade permeia quase toda a narrativa.
A sensação de insegurança e desconforto poderia ser aprimorada, colocando as protagonistas em situações mais desafiadoras ou de perigo iminente. Aprofundando essa gama de emoções, a narrativa poderia tornar-se mais envolvente. No entanto, parece que a diretora, Kitty Green, hesitou em ultrapassar certos limites, evitando provocar mais angústia do que interesse em acompanhar a história. Uma abordagem compreensível.
Destaca-se a atuação de Julia Garner, que mais uma vez desempenha um papel notável. Grande parte das emoções transmitidas no filme é resultado de sua excelente performance. É surpreendente que ainda não tenha conquistado um papel de destaque em um grande filme, considerando sua atuação marcante em "Ozark". Ela demonstra ser uma atriz excepcional.
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