Aqui
Média
4,0
85 notas

27 Críticas do usuário

5
15 críticas
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luiz O
luiz O

2 seguidores 10 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de janeiro de 2025
Filme fora da caixinha, muito bem bolado. Belas interpretações. Merece concorrer ao oscar. --------
Daniel "Danny" Cesar
Daniel "Danny" Cesar

6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de janeiro de 2025
É simplesmente um crime esse filme não estar fazendo sucesso, um filme primoroso que lida com a vida e suas nuances. Na minha opinião, claro.
Adriano Côrtes Santos
Adriano Côrtes Santos

990 seguidores 1.229 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 21 de janeiro de 2025
"Reflexão profunda sobre humanidade e tempo, mas a estética digital pode causar estranhamento em alguns."
Baseado na HQ de Richard McGuire, o filme acompanha gerações de pessoas que viveram em um mesmo local ao longo de séculos, explorando histórias entrelaçadas e reflexões sobre a passagem do tempo e a experiência humana.
Robert Zemeckis entrega uma meditação visual e filosófica sobre a humanidade e a transformação dos espaços. Com atuações sólidas e rejuvenescimento digital de Tom Hanks e Robin Wright, o filme equilibra tecnologia e narrativa. "Aqui" aborda temas como memória, progresso e frustração diante das limitações humanas, enquanto traça um panorama fragmentado, mas otimista, da história americana. A artificialidade visual reforça o caráter efêmero da vida e do cinema como arte.
NerdCall
NerdCall

46 seguidores 406 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 17 de janeiro de 2025
Robert Zemeckis e Tom Hanks, aclamados pela histórica parceria em Forrest Gump, se reúnem mais uma vez para trazer às telas um projeto que promete inovação e introspecção. Aqui marca o retorno da colaboração entre os dois grandes nomes, enquanto busca adaptar a graphic novel homônima de Richard McGuire – uma obra reverenciada por seu tratamento singular da passagem do tempo e pela estética minimalista. No entanto, o filme, que se destaca como um experimento cinematográfico ousado, falha em transformar sua proposta em uma narrativa envolvente.

A grande aposta de Zemeckis em Aqui está na escolha de uma câmera estática, posicionada fixamente durante toda a duração do filme, replicando a experiência imersiva e quase contemplativa do material de origem. Desde o anúncio, essa abordagem gerou dúvidas: como prender o público sem o dinamismo de movimentações de câmera? Infelizmente, essas preocupações se mostram fundadas. A escolha de manter uma câmera fixa funciona como uma metáfora para o passar do tempo, mas a execução narrativa falha em sustentar o interesse do espectador, especialmente no primeiro ato.

A trama, que aborda temas universais como família, legado e a inexorável passagem do tempo, é construída através de uma série de transições temporais que conectam momentos distintos na mesma locação. Inicialmente, essas transições são elegantes e instigantes, mas rapidamente se tornam repetitivas e prejudicam a fluidez da narrativa. A adaptação escrita por Eric Roth tenta aprofundar os aspectos dramáticos, mas acaba comprometida pela montagem do filme, que prioriza a fidelidade à graphic novel em detrimento de um arco mais coeso e envolvente.

Os protagonistas, Tom Hanks e Robin Wright, trazem talento e emoção aos seus papéis, mas sofrem com o uso de efeitos visuais de rejuvenescimento que mais distraem do que ajudam. Essa tecnologia, ainda longe de ser perfeita, diminui o impacto emocional das cenas nos primeiros momentos da trama. Apenas quando os personagens alcançam suas idades habituais é que os atores conseguem expressar plenamente a intensidade de suas performances, criando um envolvimento genuíno com o público.

Apesar de seus tropeços, Aqui não é desprovido de méritos. A fotografia de Don Burgess é um destaque notável, utilizando a limitação da câmera estática para explorar composições visuais marcantes. O design de produção também merece aplausos, com cenários meticulosamente construídos para capturar a essência de cada período retratado, enriquecendo a experiência visual do espectador. Esses elementos técnicos conseguem, em certa medida, compensar a fragilidade do roteiro e ajudam a transmitir a mensagem central do filme: o tempo é simultaneamente um aliado e um inimigo, moldando nossas vidas de maneiras imprevisíveis.

No entanto, o maior problema de *Aqui* é sua dificuldade em equilibrar a ambição técnica com a necessidade de cativar narrativamente. A insistência em manter fidelidade à obra original acaba prejudicando o impacto emocional que o filme poderia ter. Certas subtramas, que poderiam ser deixadas de lado para aprofundar o arco principal, acabam diluindo o peso da mensagem. A sensação geral é de que o projeto poderia ter sido muito mais do que um experimento técnico, alcançando um equilíbrio mais satisfatório entre forma e conteúdo.

Em resumo, Aqui é uma obra que carrega uma mensagem bela e atemporal, mas que não consegue transformá-la em uma experiência cinematográfica marcante. Zemeckis, Hanks e Wright reúnem seus talentos para criar um projeto ambicioso, mas o resultado é um filme que, embora visualmente impressionante, carece de impacto narrativo. Aqui é um exemplo claro de que algumas histórias podem ser brilhantes em seus formatos originais, mas nem todas as adaptações conseguem replicar a mesma grandiosidade.
Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.132 seguidores 947 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 7 de fevereiro de 2025
Um roteiro sensível, com muitas nuances que mesmo se passando em um único cenário, consegue ser bastante dinâmico. É interessante e criativo.
Odilon Baltar
Odilon Baltar

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 30 de janeiro de 2025
Excelente e emociomante filme pra quem souber assistir de mente aberta, pois é ambientado em um lugar só. Apesar disso é repleto de reflexões e informações que não são retratadas em filmes.
Ravi Oliveira
Ravi Oliveira

22 seguidores 452 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 30 de janeiro de 2025
Sinopse:
Várias gerações experimentam tristeza, perda, luto e renascimento na mesma casa. Uma história de amor que começa no passado distante e vai até o futuro próximo. A emocionante jornada por milhares de anos ocorre, do início ao fim, em um único lugar.

Crítica:
"Aqui", dirigido por Robert Zemeckis, é um filme que oferece uma profunda e sensível reflexão sobre a passagem do tempo e suas implicações nas relações humanas. Baseado na obra de Richard McGuire, o filme traz performances marcantes de um elenco estelar, incluindo Tom Hanks e Robin Wright. A narrativa traça a vida de várias gerações que experimentam amor, perda e renascimento em uma mesma casa, proporcionando uma visão multifacetada da experiência humana.

Um dos principais pontos positivos do filme é o cenário, que é transformado de maneira brilhante ao longo das épocas retratadas. A construção visual do ambiente é simplesmente deslumbrante, capturando a essência de cada período com rica atenção aos detalhes. Desde elementos arquitetônicos até a paleta de cores, cada cena evoca a atmosfera específica de sua época, contribuindo para a imersão do espectador na história.

Os efeitos de rejuvenescimento utilizados no filme são, em sua maior parte, impressionantes, embora não sejam isentos de falhas. Algumas transições podem parecer um pouco artificiais e em certos momentos a técnica tira um pouco da naturalidade das atuações. No entanto, esses detalhes não comprometem gravemente a experiência geral, pois a emotividade da narrativa e a força dos personagens ainda prevalecem.

Entretanto, um ponto que pode ser considerado uma fraqueza é a rapidez com que os personagens mudam de um para outro ao longo do filme. Essa próxima troca pode deixar o público um pouco desorientado, dificultando a conexão emocional com cada indivíduo retratado. Embora a intenção de Zemeckis seja mostrar o ciclo da vida e como as experiências se sobrepõem, a transição abrupta entre diferentes gerações pode diluir a profundidade que certas histórias pessoais poderiam ter.

Em resumo, "Aqui" é uma obra cinematográfica ambiciosa que celebra a complexidade da vida através de sua narrativa não linear e visão artística. Embora possa haver algumas falhas na execução dos efeitos e na transição entre personagens, o filme ainda consegue tocar o espectador em níveis profundos, valendo a pena ser visto.
Stephane G
Stephane G

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de janeiro de 2025
Excelente.
Igor C.
Igor C.

13 seguidores 375 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 19 de abril de 2025
O filme traz uma premissa bem interessante aliada a um formato inovador, que foge do convencional e se destaca justamente por isso. Apesar de não apostar em grandes momentos de animação ou empolgação, ele entrega uma proposta sólida e diferente, ideal para quem busca algo fora da mesmice habitual. Uma produção que aposta na originalidade e consegue se manter firme em sua proposta, mesmo que de forma mais contida. Ótima pedida para quem aprecia o novo.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

20 seguidores 732 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 5 de fevereiro de 2025
Aqui é um filme é um filme dirigido por Robert Zemeckis que também participa do roteiro ao lado de Eric Roth e Richard McGuire(baseada na sua famosa história em quadrinho). O filme adota uma história não-linear que atravessa milênios, mergulhando em uma única sala e de seus habitantes ao longo dos tempos. A trama acompanha diversas famílias de diferentes gerações ao longo do tempo, revelando as transformações do mundo desde os primórdios da humanidade até os dias atuais. O filme procura acompanhar Richard (Tom Hanks) e Margaret (Robin Wright) como um casal que viveu grande parte de sua vida na mesma casa e agora estão prestes a se deixar. Podemos dizer que a produção técnica é algo a ser elogiado, a ideia de uma câmera fixa e a sobreposição de quadros em épocas diferentes é algo que se figurou bem no filme. Mas faltou para o filme a conexão emocional. Ou seja, a falha está nas histórias humanas que se pretende contar (mesmo com o foco em Richard e Margaret). A direção pareceu mais preocupada com a parte técnica do que a história não-linear em si. Existe uma desconexão que não nos faz aproximar com toda a história (talvez uma ideia de mosaico ou quebra-cabeça de conexões emocionais tenha faltado). O elenco de primeira não teve uma narrativa para brilhar, apesar de todo trabalho técnico de rejuvenescimento e envelhecimento de alguns personagens. Apesar disso, o filme parece querer trabalhar com a ideia do luto, do viver e dos valores familiares.
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