A Substância
Média
3,0
1156 notas

468 Críticas do usuário

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Jenyffer Bianca Sobrinho de Oliveira
Jenyffer Bianca Sobrinho de Oliveira

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 10 de outubro de 2024
Não percam tempo e dinheiro assistindo esse lixo, nó final a mulher vira um monstro, é sem sentido e apavora seu psicológico
Maria Fernanda de Lima
Maria Fernanda de Lima

1 crítica Seguir usuário

1,5
Enviada em 2 de novembro de 2024
Alguém tomou uma substância MUITO tóxica quando passou nisso. Que pena que Demi Moore se submeteu a isso
Jack Schaeffer
Jack Schaeffer

8 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 21 de outubro de 2024
Apenas não perca seu tempo com esse filme horrível. Non sense, com cópias explícitas de outros filmes como o iluminado e pulp fiction. Tenta passar uma mensagem que até faria sentido se não fosse um completo traseiro mal feito.
Nelson J
Nelson J

51.034 seguidores 1.978 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 4 de março de 2025
Percebo muita generosidade na avaliação deste filme. A ideia de crítica a busca da juventude permanente e da objetificação da muleher é super atual e válida. Ocorre que o filme se arrasta por desnecessários 140 minutos e repetições incansáveis, passando pelo terror c, bizarrices e trash, contaminando a ideia importante do filme. A ideia de 2 expressões corporais da mesma identidade não funciona, pois são 2 pessoas interdependentes e que possuem condições e objetivos distintos e adequados a sua realidade. Apesar de tudo, vale a pena ser visto.
Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.171 seguidores 973 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 26 de setembro de 2024
Uau! Um crítica social contemporânea perfeita! Até onde vamos pela perfeição corporal? Qual o preço a pagar pela aceitação? Atuação e caracterização impecáveis. Demi esta magnífica. O final é um pouco trash, mas nem por isso desmerece todo o enredo. Um dos melhores e mais originais dos últimos tempos.
Rosana Tonetti
Rosana Tonetti

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 4 de novembro de 2024
Este é um daqueles filmes que me arrependi em ter perdido tempo para ir ao cinema. Para ser ruim, tem de melhorar muito. Totalmente perdido na sequência, no propósito, nos diálogos. Como Demi Moore se meteu nessa roubada? O final é grotesco. A impressão é de que a direção se perdeu tanto em não saber como terminar que optou por inventar qualquer gororoba sanguinária para acabar de vez com o desastre cinematográfico.
Daniel Novaes
Daniel Novaes

7.774 seguidores 873 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 20 de outubro de 2024
Pena que não soube a hora de parar... o final poderia ser mais "realístico" dentro da proposta, mais dark e menos gore. Mas é top.
Fernando Luiz
Fernando Luiz

2 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 31 de outubro de 2024
Tá de sacanagem? Um professor aloprado versão 2024! O pior é que no professor aloprado pelo menos a gente dá risada.
Adriano Côrtes Santos
Adriano Côrtes Santos

1.008 seguidores 1.229 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 3 de dezembro de 2024
"A Substância" impressiona pela combinação de uma direção ousada, performances brilhantes e uma narrativa que alia crítica social e horror de forma perturbadora e inesquecível.

Vencedor da Palma de Ouro de Melhor Roteiro no Festival de Cannes 2024, "A Substância" é uma fábula de terror que mistura críticas ao etarismo em Hollywood com uma reflexão inquietante sobre a obsessão pela juventude. Coralie Fargeat, conhecida por seu trabalho impactante em "Vingança" (2017), entrega uma obra visualmente ousada, homenageando clássicos do gênero como "Carrie", "O Enigma de Outro Mundo" e "A Mosca".

Demi Moore entrega uma atuação transformadora como Elisabeth Sparkle, uma ex-estrela lutando para se manter relevante em um ambiente implacável. Após uma reviravolta em sua carreira, ela se depara com uma oportunidade misteriosa que promete mudar sua vida, mas que vem acompanhada de consequências inesperadas. A partir daí, a trama se desenrola em uma narrativa tensa e inquietante, explorando ambição, identidade e os limites do desejo pela juventude.

Com 141 minutos de duração, o filme é hipnotizante, combinando uma direção impecável, atuações brilhantes (incluindo Dennis Quaid em um papel intenso) e uma cinematografia inovadora de Benjamin Kracun. É uma experiência bizarra, angustiante e perturbadora, que dialoga explicitamente com o cinema de Cronenberg e reafirma o talento de Fargeat como uma das grandes vozes do terror contemporâneo. Imperdível.
NerdCall
NerdCall

59 seguidores 484 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 20 de setembro de 2024
"A Substância" é um filme que mergulha o espectador em uma montanha-russa emocional rara, onde a diretora Coralie Fargeat demonstra uma habilidade singular de misturar uma narrativa aparentemente simples com críticas sociais profundas. O longa não apenas cativa pela sua trama, mas, sobretudo, pela maneira como explora temas contemporâneos de forma visceral, abordando questões de perfeição, envelhecimento e autoimagem com uma brutalidade crua.

A história segue a busca obsessiva de uma mulher pela perfeição física, impulsionada por um mundo que a todo momento impõe padrões inalcançáveis. O roteiro de Fargeat, embora simples em sua estrutura, é brilhante na forma como utiliza essas pressões sociais como motor para as decisões das protagonistas. A cada passo, o espectador é levado mais fundo em um universo onde a busca pela aceitação, alimentada pelas redes sociais e pela necessidade de validação externa, consome seus personagens de maneira implacável.

A narrativa é habilmente construída, escalonando o desconforto e a tensão ao longo de suas 2h20 de duração, sem nunca quebrar o ritmo. O filme gradualmente aumenta a brutalidade e o desconforto, mantendo a atenção do público até o último minuto. O choque e a perplexidade que permeiam o final são tão intensos que é impossível terminar o filme sem ficar profundamente impactado.

O longa também se destaca por suas reflexões sociais. As metáforas que tratam da obsessão pelo corpo perfeito e da constante comparação nas redes sociais são desconcertantes. As discussões sobre o envelhecimento e as pressões para aparentar uma vida ideal são temas delicadamente tecidos no subtexto, criando uma obra que não apenas entretém, mas também provoca reflexões profundas.

As performances são outro ponto alto do filme. Dennis Quaid traz um papel que evoca repulsa e desconforto com maestria, enquanto Margaret Qualley reafirma sua versatilidade ao brilhar em um gênero diferente, mostrando a tensão e o terror físico em sua interpretação. Entretanto, é Demi Moore quem rouba a cena, oferecendo uma das performances mais marcantes de sua carreira. Sua atuação, cheia de sutilezas e silêncios, é avassaladora, transmitindo a dor e o desespero de sua personagem de forma intensa e comovente.

A direção de Fargeat brilha também pela escolha estética. A fotografia, repleta de contrastes entre tomadas fechadas e abertas, reflete os sentimentos internos dos personagens, com Moore frequentemente filmada em planos que reforçam sua vulnerabilidade e isolamento, enquanto Qualley é filmada em close-ups que enfatizam o obsessivo foco em sua perfeição corporal.

Em resumo, "A Substância" não é apenas um filme, mas uma experiência que te deixa desconfortável e reflexivo. Sua narrativa brutal, as atuações impressionantes e as críticas sociais presentes em cada camada do roteiro tornam-no uma obra essencial. Este é um filme que, com certeza, vai deixar uma marca e será lembrado como um dos grandes destaques do ano, tanto nas premiações quanto nas discussões cinematográficas.
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