Só de imaginar a quantidade de recursos financeiros que devem ter sido gastos para produzir esta merda, é revoltante. Se forem através de leis de incentivo, pior ainda. Filme sem pé nem cabeça, piadas forçadissimas. Roteiro péssimo. Acredito que até o Mateus Ceará tenha se arrependido da empreitada, e eu sempre amei ele como humorista, mas totalmente perdido e sem brilho no filme, aliás SEM GRAÇA. Nem perca seu tempo. Espero que seja retirado das plataformas o quanto antes, desqualifica o cinema brasileiro como um todo!
o que eu estou assistindo? no começo parecia ruim , mas no final parecia que estava no começo, Cadu Pereiva, o nome da pessoa que fez o roteiro do filme, esse cara nunca NUNCA deve ter conhecido um nordestino de verdade, (só se foi na a praça é nossa kkkk) foi um filme estereotipado , uma visão irreal, tipo os americanos quando fazem produções sobre mexicanos. a filha mais velha é "influencer"(se fosse um filme americano, ela seria a popular do colégio) e o mais novo é um nerdola aleatorio, a mãe ,ninguém liga e o pai é o extrato, o suco concentrado de um estereótipo mal feito, atuação ruim , piadas ruins, filmagem, cenário , e tudo.
se um nordestino assistir esse filme, capaz dele processar a produtora por xenofobia.
As pessoas costumam analisar filmes pela aparência e por uma linha um tanto Hollywood. Porém o filme é cheio de personagens interessante, com um exagero pensado e estereótipos bem brasileiros. É um besteirol inteligente. Termos como "meu zovo", fazem parte da fala do baiano e de muitos de nós. Costumamos brincar com jogo de palavras, como Rolim Tour No mundo, todo lugar tem seu sotaque. Quem assiste doramas sabe disso. Um baiano do interior tem sotaque forte. Dizer o contrário para alegrar não sei quem, não digo. O paranaense também tem um sotaque ímpar e eu brincava muito com uma vizinha adorável do Paraná, dizendo que ela falava outro idioma e ela não reconhecia o meu. Uma coisa é falar, outra coisa é menosprezar e o filme engrandece o Brasil, o amor à pátria e a importância de uma família que é unida, apesar das diferenças. Gostei.
Esperava muito mais Piadas muito fracas. Matheus Ceará queimou sua carreira artística com essa péssima produção. O final é pior ainda... Muito clichê e muito mimimi. Ainda bem que assisti em casa porque se tivesse gasto dinheiro com cinema, lanche e estacionamento pra ver essa porcaria, eu teria me arrependido
Exatamente esteriotipado, me senti ofendidissimo como nordestino, se quer zuar os nordestinos, pelo menos faça bem feito porque ai eu rio junto. Mas além de ofender ainda fazer uma merda dessa, "maria caranguejo" mas que caralhos de nome é esse??? Como se não bastasse os personagens agirem que nem imbecis, ainda colocam um nome desse, aa me poupe, só faltou botar "biu do sorvete", "dona zefinha", "Erivaldo da charque". A cena do aspirador e da alexia foi o ápice da idiotisse. Um humor fraco, super mal feito, ofensivo, muito forçado. Se vai ofender a gente então faz algo bem feito, algo engraçado, assistam alguns stand ups do Leo Lins, quem sabe assim vocês não aprendem um pouco como se faz uma piada ofensiva e ao mesmo tempo engraçada
O Brasil e sempre tentando empurrar aquela comédia forçada ( foi na época dos trapalhões), mas depois fizeram "Cidade de Deus", "Tropa de Elite", daí voltou para o sistema comédia, comédia fraca e o Governo quer obrigadar a colocar por força da lei uma parte nacional, si alguém estudou o cinema nacional, nos éramos para ser o maior do mundo.
O filme tenta capturar a essência da jornada de imigração para "o sonho americano" através de uma lente cômica e emocional. Segue muito clichês e cheio de "buracos" na trama.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade