Horizon: An American Saga - Chapter 1
Média
4,0
69 notas

19 Críticas do usuário

5
11 críticas
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1 crítica
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federal_arty
federal_arty

2 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 17 de novembro de 2024
Filme muito bom, raramente estão fazendo produções deste nível. Me surpreendeu.
Recomendo á todos a assistirem.
Lucas Macedo
Lucas Macedo

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de dezembro de 2024
Fãs de velho oeste com uma narrativa mais lenta e detalhada iram adorar!
O filme conta com um excelente elenco e traz a sensação de como era a realidade naquela época.
Ansioso pela parte 2
Marcos Dutra
Marcos Dutra

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 24 de julho de 2024
Achei muito bom, do começo ao fim, o filme não tem nada de lento nem de chato, com belos cenários... Confesso que comecei a assistir bem pessimista, mas com o desenrolar do filme fui me prendendo a história. Um excelente filme pra assistir sem pressa
Gus Longo
Gus Longo

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de julho de 2024
Assisti hoje e recomendo a todos os fãs do gênero. Um ótimo filme, apesar das 3 horas eu não achei o filme tão arrastado. Ótimos atores, figurino, fotografia.
Veronica Antonia
Veronica Antonia

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 20 de outubro de 2024
Faroeste com histórias clássicas e foco na conquista no oeste, belas paisagens , ótima fotografia, figurinos. Passaram rápido as 3 horas de filme e assistiria o segundo logo em seguida tranquilamente.
Lukas Silva
Lukas Silva

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 22 de outubro de 2024
Horizon: An American Saga - Capítulo 1 nos transporta para uma jornada épica pelo Velho Oeste, repleta de emoção, complexidade e uma beleza visual deslumbrante. Kevin Costner, com sua maestria, tece uma narrativa rica e envolvente, que nos cativa do início ao fim.

Uma das maiores qualidades do filme reside na profundidade de seus personagens. Longe dos estereótipos comuns do gênero, cada indivíduo é retratado com nuances e motivações que nos fazem questionar e empatizar com suas escolhas. A jornada de cada um é intrincada, e suas interações criam um mosaico vibrante que retrata a complexidade da vida na fronteira.

Visualmente, o filme é um banquete para os olhos. A fotografia deslumbrante captura a vastidão da paisagem americana, contrastando com a intimidade dos momentos mais pessoais. A trilha sonora, épica e envolvente, intensifica a emoção de cada cena, transportando-nos para o coração da ação.

Horizon: An American Saga - Capítulo 1 é, sem dúvida, uma das melhores obras do gênero faroeste dos últimos tempos. A ambição de Kevin Costner em criar uma saga épica é evidente em cada frame, e o resultado é uma obra-prima que nos emociona, nos faz refletir e nos deixa com saudade. A espera pelo Capítulo 2 será longa, mas a experiência proporcionada por este primeiro capítulo nos garante que valerá a pena.
andré luis de oliveira pazini
andré luis de oliveira pazini

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 7 de novembro de 2024
Em meio a um monte de filmes lacradores e sem conteúdo, esse filme é uma boa pedida para assistir um filme sem passar raiva.
Um bom roteiro, excelente atores e muito bem produzido. Um filme simples que demonstra a qualidade dos cineastas quando querem fazer um filme bom!
Peterson Azevedo Photographer
Peterson Azevedo Photographer

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0,5
Enviada em 3 de dezembro de 2024
A culpabilização das etnias indígenas é no mínimo ridículo, um roteiro de extrem direta e fascista, transformar invasores em vítimas. Um total absurdo que só se compara a Klan
Propicio Souza
Propicio Souza

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5,0
Enviada em 6 de outubro de 2025
Em Horizon: An American Saga – Chapter 1, Kevin Costner retorna não apenas ao velho oeste, mas à sua verdadeira zona de conforto como contador de histórias épicas. Três décadas após Dança com Lobos, o ator, diretor e produtor reafirma sua vocação para explorar o espírito da América em formação — um território tão vasto quanto indomável, moldado por sonhos, ambições e conflitos que ecoam até hoje.

O primeiro capítulo dessa grande saga é uma obra de construção paciente e profundamente humana, que prefere o passo do tempo às explosões fáceis. Costner conduz o espectador por uma multiplicidade de histórias que se entrelaçam lentamente, apresentando colonos, nativos, soldados e famílias comuns em meio à dura travessia rumo ao Oeste. Essa escolha, deliberadamente contemplativa, confere ao filme um peso quase literário — um épico de fundação, que olha para o mito da expansão americana com respeito, mas sem ingenuidade.

Visualmente, o filme é um banquete cinematográfico. A fotografia de panoramas imensos, iluminados por um sol poente que parece respirar junto com os personagens, remete ao faroeste clássico, mas com uma textura moderna. Cada enquadramento reforça a sensação de imensidão e isolamento, lembrando ao espectador que a beleza do Oeste vinha sempre acompanhada de perigo e solidão. É um retorno à essência do gênero: o homem pequeno diante da vastidão da natureza e do destino.

Costner demonstra maturidade e confiança como diretor. Ele não busca reinventar o faroeste — ele o respeita. Em vez de estilizações contemporâneas ou revisionismos extremos, o cineasta opta por recontar o mito americano com sobriedade, emoção e honestidade, valorizando o olhar humano sobre os grandes eventos históricos. Sua câmera é paciente, sua trilha sonora comedida, e seu foco permanece nas relações: pais e filhos, colonos e nativos, amor e dever, fé e sobrevivência.

É verdade que Horizon exige do público o mesmo que o Oeste exigia de seus pioneiros: paciência e fé. O ritmo lento, as múltiplas tramas e a sensação de “prelúdio” podem afastar os espectadores mais impacientes. Mas quem embarca de coração aberto encontrará um filme grandioso em propósito, que não teme o silêncio nem o espaço.

Horizon: An American Saga – Chapter 1 é mais que um faroeste; é o início de uma declaração artística. Costner aposta em um cinema que respira, que constrói mundos e personagens aos poucos, e que ainda acredita no poder das grandes histórias contadas na tela grande. Em tempos de pressa, ele oferece tempo. Em tempos de cinismo, ele oferece sinceridade.

Kevin Costner não apenas revisita o gênero que o consagrou — ele o honra. E, ao fazer isso, lembra a todos nós por que o faroeste nunca morre: porque ele é, no fundo, a metáfora mais pura da busca humana por pertencimento e redenção.
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